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Saúde

RJ: casos da variante Ômicron são três vezes maior que pico anterior

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Teste covid-19
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Teste covid-19

O novo pico de casos de Covid-19 provocados pela variante Ômicron no Rio já é três vezes maior que o anterior, no auge da onda causada pela cepa Delta na cidade. Segundo dados da prefeitura do Rio, a média móvel de novas infecções na última segunda-feira atingiu a marca de 6.338 casos. Até o estabelecimento da Ômicron, o indicador nunca havia ultrapassado 2 mil casos diários, chegando ao máximo de 1.985 no dia 16 de agosto de 2021. E há um mês o índice era apenas de 65 casos.

Os novos números da pandemia também mostram que o último dia 10 também se tornou o com maior número de pessoas infectadas pela doença, com 7.729 casos. Até a chegada da Ômicron, o maior número em um único dia era de 3.600, no fim de abril de 2020 durante na primeira onda da doença.

Média móvel de casos de Covid-19 pela data de início dos sintomas

Os dados se referem ao total de pacientes que relataram ter começado a sentir os sintomas da infecção no dia 3. Mas esse número deve subir, já que outros casos atendidos nos dias seguintes ainda devem ser inseridos no sistema.

Casos suspeitos disparam

Os números da prefeitura do Rio mostram que o número de casos suspeitos da doença na cidade disparou nas últimas semanas atingindo índices jamais vistos. Até o momento, nos primeiros sete dias de 2022 já houve registro de quase 111 mil casos de Síndrome Gripal — suspeitos, mas não necessariamente confirmados para a Covid-19. Os casos ainda estão sendo inseridos no sistema e também devem aumentar nos próximos dias. Nesta sexta-feira, por exemplo, mais de 10 mil casos foram inseridos.

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Casos de Síndrome Gripal pela data do início dos sintomas:

– De 2 a 8 de janeiro de 2022 110.919

– De 15 a 21 de agosto de 2021: 57.866

A primeira semana do ano se estabeleceu, portanto, como a recordista de casos de Síndrome Gripal até o momento. Porém, dados referentes aos casos desta semana já dão indícios que o indicador deve piorar, já que pela segunda semana seguida o Rio bateu também o recorde de número de testes feitos para o diagnóstico de Covid, com mais de 85 mil testes.

A atual taxa de positividade continua alta e atingiu esta semana a casa dos 50%, o que não ocorria desde agosto de 2020.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Em 24h, Brasil registra 228.954 casos e 672 mortes por covid-19

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  Brasil vive surto da variante ômicron da covid-19
Reprodução

Brasil vive surto da variante ômicron da covid-19

O Brasil registrou 228.954 novos casos de covid-19 desde ontem. Ao todo, o país já soma 24.764.838 diagnósticos positivos para a doença, e as estatísticas não param de subir em razão da variante Ômicron.

No período, foram 672 mortes, totalizando 625.085 desde o início da pandemia. Por problemas técnicos, o Mato Grosso não reportou os dados do dia. Foram considerados pelo Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), portanto, os números de ontem.

A média móvel de mortes fechou o dia 168.514, em alta, e a de óbitos em 411. A conta leva em consideração os registros dos últimos sete dias.

Mais cedo, o ministro da Saúde admitiu que o Sistema Único de Saúde já sente os efeitos da explosão de casos. Em sete estados, a lotação está acima de 80% e em crescimento.

“Pressão sobre o sistema de saúde já ocorre. Pelo menos uma dezena de estados já tem os leitos UTI ocupados em percentual superior a 70%. Porém, no início da pandemia, o número de leitos de UTI era em torno de 22 mil e, hoje, nós temos condições de ampliar”, afirmou o ministro.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Queiroga se esquiva da revogação de nota técnica que defende Kit Covid

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga
Valter Campanato/Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga

Os conselhos nacionais dos Secretários de Saúde (Conass) e das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) entregaram ofício ao  Ministério da Saúde nesta quinta-feira (27) que solicita a revogação de uma nota técnica da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde que inicialmente indicava medicamentos do chamado kit covid.

nota técnica havia sido assinada pelo secretário de Ciência e Tecnologia da Saúde, Hélio Angotti Neto, e tinha informações divergentes das contidas no relatório da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec).

O relatório do Conitec aponta a inexistência de evidências que validem o uso da ivermectina, da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da covid-19.“As Diretrizes Brasileiras para Tratamento do Paciente com Covid-19 (hospitalar e ambulatorial) precisam ser adotadas com urgência pelo Ministério da Saúde, e empregadas pelos gestores do Sistema Único de Saúde (SUS) para orientar profissionais e organizar os serviços de acordo com as melhores práticas e tratamentos, com base no melhor conhecimento científico em benefício da saúde da população brasileira”, destaca o ofício.

O ofício foi apresentado na reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), da qual participam as representações das secretarias estaduais e municipais juntamente com o Ministério da Saúde. Na reunião, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que só poderia revogar a nota em caso de “flagrante ilegalidade” e que a decisão cabe a Angotti.

“Quem decide se vai haver incorporação de tecnologia, atendendo a critérios de segurança e eficácia, é o Secretário de Ciência e Tecnologia. Naturalmente que as decisões no setor público têm que ser fundamentadas. Todas as decisões podem sofrer contestações, que são encaminhadas ao autor da decisão. Cabe recurso ao ministro de Estado. Havendo recurso, ele será avaliado por esse ministro”, disse o ministro.

O ministro informou que serão avaliados o juízo de admissibilidade e o mérito da questão. “Motivarei a minha decisão dentro da lei e do conhecimento científico”, informou. O relatório da Conitec, datado de novembro de 2021, conclui que não há medicamentos específicos para tratamento de pacientes ambulatoriais com covid-19.

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“Nenhuma das tecnologias de saúde avaliadas foi indicada para uso de rotina no tratamento ambulatorial do paciente com suspeita ou diagnóstico de covid-19”, afirma o texto.

O documento argumenta que as evidências não mostram benefício clínico da cloroquina e da hidroxicloroquina em casos de covid-19. O relatório também pontua que não há evidências suficientes para recomendar o uso de ivermectina, budesonida, colchicina, corticosteróide sistêmico e nitazoxanida.

Na nota técnica, o secretário Hélio Angotti Neto apontou razões para a decisão, entre as quais a incerteza do cenário científico diante de uma doença desconhecida, a utilização de medicamentos fora da bula (prática chamada de off label) durante a pandemia, o respeito à autonomia profissional, a seleção restritiva de estudos destinados à tomada de decisão e análise dos fármacos “de forma isolada ou em combinação simples”.

Uma nova versão da nota recuou em questões pontuais, como em uma tabela que questionava a eficácia de vacinas contra a covid-19, mas manteve argumentos em defesa de medicamentos do kit covid, como a hidroxicloroquina. O Conselho Nacional de Saúde (CNS), membro da Conitec, também criticou a nota.

“O CNS vem a público defender a integridade da Conitec, a reputação e a idoneidade de seus membros, e a transparência e o rigor técnico de suas decisões contra os ataques que, motivados por interesses obscuros e ideias retrógradas, põem em risco essa grande conquista da saúde no Brasil.”

Fonte: IG SAÚDE

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