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Rio de Janeiro tem 13.572 mortes por Covid-19, 16 desde ontem (02)

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Acácio Pinheiro/Agência Brasília

Entre as mortes por covid-19 registradas até hoje, a capital continua com o maior número de registros (8.358)


O estado do Rio de Janeiro registrou, até este domingo (2), 13.572 mortes provocadas pelo novo coronavírus, entre os 167.225 infectados pela doença desde o início da pandemia, em março. O número de óbitos representa 16 novas mortes em relação a ontem. 


De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES), há ainda 996 óbitos que aguardam confirmação sobre se a causa foi o novo coronavírus. Até o momento, entre os casos confirmados, 143.822 pacientes se recuperaram da Covid-19.

A SES informou que “por problemas na geração da base de dados de ontem para hoje, o número de casos e óbitos não refletem as notificações inseridas nos sistemas de informação no período. Os registros serão atualizados nos próximos boletins”.

O boletim de ontem da SES indicava que até este sábado, eram 167.213 casos confirmados e 13.556 mortes pelo novo coronavírus no estado. 

Capital

Entre as mortes por Covid-19 registradas até hoje, a capital continua com o maior número de registros (8.358), seguido de São Gonçalo (593), na Região Metropolitana; Duque de Caxias (578); Nova Iguaçu (431), e São João de Meriti (323), na Baixada Fluminense. Niterói também na Região Metropolitana confirmou 309 mortes.

Já com relação ao número de infectados, a capital também está na frente (71.802), em segundo vem Niterói (9.079). São Gonçalo, que é o segundo município com número de mortes, vem em terceiro no número de infectados (8.572), seguido de Duque de Caxias (6.417), Macaé (5.647) e Nova Iguaçu (4.188).

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Sargento preso com 37 kg de droga na Espanha segue na FAB e recebe salário

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Reprodução/redes sociais

Manoel Silva Rodrigues, segue na instituição e recebendo salário. Ele é réu por tráfico de drogas no Brasil, e o valor estimado do tráfico é de R$ 6,3 milhões segundo o Ministério Público Militar

Condenado por  tráfico de 37 kg de cocaína e preso na Espanha há um ano e um mês, o segundo sargento da Força Aérea Brasileira (FAB)  Manoel Silva Rodrigues, segue na instituição e recebendo salário. Ele é réu por tráfico de drogas no Brasil, e o valor estimado do tráfico é de R$ 6,3 milhões segundo o Ministério Público Militar.


De acordo com dados levantados no Portal da Transparência pelo portal Uol, apesar de estar detido e sem trabalhar desde junho de 2019, o militar recebe brutos R$ 8,1 mil mensais, incluindo verbas indenizatórias. 

No mês de novembro, o valor bruto chegou a R$ 14,5 mil, devido à gratificação natalina. Nesse período, seus salários somaram cerca de R$ 97,5 mil.

Não houve pedido de bloqueio no processo em que ele é réu, de acordo com informações da Justiça Militar, e os pagamentos dizem respeito à questão administrativa da FAB.

De acordo com a FAB, Rodrigues foi notificado da abertura do processo de exclusão da equipe militar. Porém, para ser desligado administrativamente, é preciso o trânsito em julgado (quando não cabe recurso) do processo judicial, que embasa o processo interno, segundo a FAB.

Além do processo que responde na Espanha, Rodrigues também foi acusado na Justiça Militar. Há uma audiência militar marcada para o dia 20 de agosto.

O juiz ouvirá testemunhas de acusação indicadas pelo Ministério Público. Será também necessário ouvir a defesa e testemunhas do sargento antes de o juiz decidir sobre o caso. O magistrado que atua no caso solicitou à Justiça espanhola, via Ministério da Justiça, autorização para que Rodrigues participe da audiência por vídeo conferência.

A prisão do sargento ocorreu em junho de 2019, durante viagem do presidente Jair Bolsonaro à cúpula do G20. A cocaína estava na bagagem do sargento que voou em uma aeronave de apoio da comitiva presidencial, mas Rodrigues não estava no mesmo voo do presidente.

O sargento era um dos 21 militares que prestava apoio à comitiva que acompanhou o presidente. A droga foi encontrada pela Guarda Civil da Espanha ao vistoriar a bagagem de Rodrigues no aeroporto de Sevilha, Espanha.

Na época, Bolsonaro disse que o sargento pagaria um preço alto pelo crime e que “se fosse na Indonésia, pegaria pena de morte”. O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) o classificou como “uma mula qualificada”

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Cardiopata e hipertensa, idosa vence Covid-19 após 55 dias de internação

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Benedita Alice, 73 anos e portadora de cardiopatias, se curou da Covid-19 após ficar internada por quase 60 dias
Arquivo pessoal

Benedita Alice, 73 anos e portadora de cardiopatias, se curou da Covid-19 após ficar internada por quase 60 dias

Portadora de cardiopatias e hipertensa, Benedita Alice, 73 anos, travou batalha de quase dois meses para vencer a Covid-19 . A idosa, moradora de Andrelândia, sul de minas Gerais, passou 55 dia s em uma cama hospitalar no Hospital Regional João Penido, em Juiz de Fora . Destes, 43 em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sendo 23 intubada e tendo ainda se submetido a uma traqueostomia.

Segundo seus familiares, os sintomas começaram na metade de maio. “Estranhamos porque ela estava ficando mais deitada, não queria comer, reclamou de dor no corpo, perdendo a vontade de conversar, já não fazia mais questão de assistir televisão”, diz sua neta, Aline, 33 anos.

“Levamos ao posto de saúde, a suspeita inicial era pneumonia, então ela foi medicada e liberada. Três dias depois, voltou no hospital, fizeram exame de Raio-X e disseram que o pulmão estava bom. No dia 25, piorou, então acionamos uma ambulância, levamos ao hospital municipal e, no dia seguinte, transferiram para um hospital de Juiz de Fora, já que em Andrelândia não tem UTI.”

Benedita teve alta no último dia 20. Segundo sua outra neta, Naiane (23), a avó está se recuperando, mas os cuidados continuam em casa.

“Nós sabemos que a recuperação de um idoso é um pouco mais lenta. Ela está bem, mas ainda não está andando, por ter ficado muito tempo deitada. Também ajudamos ela a se alimentar, já que a coordenação motora segue um pouco prejudicada. Apresenta um pouco de confusão mental. A médica falou que é normal, mas que serão necessárias algumas sessões de fisioterapia .”

Benedita Alice é mãe de 6 filhos, sendo um deles adotivo. Ex-doceira antes de se aposentar, é fã de programas de televisão, gosta de frequentar bares de forró e extremamente vaidosa, conta Aline. “A preocupação dela no hospital era o cabelo, que estava quase dois meses sem ser penteado”, diz a neta.

Geniosa, a idosa contou com a ajuda de alguns familiares durante o período internada, mas não deixou sua personalidade forte de lado.

“Ela briga com a gente quando tem que brigar, brigou quando eu insistia pra ela comer, inclusive no hospital, depois que saiu da UTI. Ela detesta feijão preto, gosta só do ‘feijão carioquinha’, e no hospital só tinha feijão preto e com muito alho, que ela também detesta, então ela sempre reclamava”, conta Aline, entre risadas.

Os familiares afirmam que, apesar de alta lotação no hospital por pacientes com Covid-19 , a idosa foi muito bem tratada.

“Em Juiz de Fora tem muitos casos de Covid-19, todos as cidades da região mandam os pacientes para lá, mesmo assim o tratamento é digno de agradecimento. Sabemos que muitas famílias nem conseguem notícia das pessoas internadas em UTIs. Mas os médicos ligavam todos os dias para nos informar do estado dela, nunca ficamos sem notícia, sempre informavam se estava evoluindo, estável ou piorando.”

Daqui em diante, os familiares contam que a rotina de cuidados incluirá visitas frequentes ao pneumologista, além de fisioterapia e acompanhamento psicológico .

O estado de Minas Gerais registrou, até a divulgação do último boletim epidemiológico, 123.415 infecções pelo novo coronavírus e 2.692 vítimas fatais.

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