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Resposta sobre lockdown em SP sai na quarta, diz Covas

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o prefeito bruno covas
Agência Brasil/Rovena Rosa

Covas afirmou que, caso população não fique em casa, o vírus não será vencido


Na última quinta-feira, 21, o prefeito Bruno Covas (PSDB), da cidade de São Paulo, afirmou que fala sobre possível lockdown na capital paulista acontecerá na próxima quarta-feira, 27. Covas afirma ainda que população tem papel importante no combate contra a pandemia do novo coronavírus e precisa colaborar.

Foi decretado nesta semana que feriados fossem adiantados para que empresas não abrissem e circulação de pessoas diminuísse. A taxa de isolamento ontem foi de 51%, sendo que na terça-feira, 18, estava em 48%.

Leia também: Dimas Covas defende lockdown em SP e diz que decisão deve ser tomada rapidamente

A estratégia do governo é de que maiores níveis de isolamento consigam evitar o decreto de lockdown na capital. Covas procurou não antecipar a resposta e afirmou que decisão será divulgada na próxima semana.

O prefeito vai anunciar destino da cidade após o dia 1 º de junho ao lado do governador do estado, João Doria (PSDB).

Para que consigam reabrir a cidade, é preciso que haja queda de infectados pela Covid-19 por 14 dias, o que não aconteceu ainda.

Órgãos internacionais afirmam que a medida de restrição total são recomendadas em locais onde a ocupação de UTIs ultrapassar 90%. No caso da capital paulista, esse número é de 92%.

“Nós estamos muito tranquilos porque todas as medidas até agora foram respaldadas e foram orientadas pelo comitê de saúde. Vai ser a mesma coisa na quarta-feira que vem”, afirmou Covas após dizer que seguem recomendações científicas.

Covas também afirmou que população precisa colaborar para que situação seja abrandada. O prefeito tentou implementar bloqueio de vias e  rodízios diferenciados, que foram medidas pouco respeitadas.

“Podem me xingar de tudo, só não podem dizer que eu sou um omisso”, diz Covas. “A prefeitura está tentando tudo que está ao alcance de suas mãos para poder mostrar para a população a importância de ficar em casa. Todas as ações foram bem implementadas, mas elas dependem também da participação das pessoas”.

Ele afirmou ainda que não será possível vencer o vírus se pessoas não ficarem em casa. .

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Justiça do Rio impede reabertura e suspende cultos em templos religiosos

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Crivella
Marcelo Crivella / Facebook

Reabertura foi autorizada pelo prefeito Crivella no início da semana

A 7ª Vara de Fazenda Pública da Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a autorização para o funcionamento de templos e a realização de cultos religiosos na cidade. A  autorização havia sido publicada pela prefeitura no decreto municipal 47.461, de 25 de maio.

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O juiz Bruno Bodart, que aceitou os pedidos feitos pela Defensoria Pública e pelo Ministério Público do Estado, também determinou que a prefeitura fiscalize de forma efetiva o cumprimento de medidas de isolamento social contra a covid-19 .

Segundo o magistrado, o novo coronavírus pode se propagar não apenas entre os frequentadores das cerimônias religiosas, como também entre outras pessoas, o que coloca em risco a saúde e a vida de terceiros.

Leia também: PGR investigará se Eduardo Bolsonaro cometeu crime contra segurança nacional

A prefeitura informou que os templos religiosos nunca estiveram fechados e que o decreto apenas formalizou a abertura destes locais, para evitar dúvida. De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura, a Procuradoria Geral do município está recorrendo da decisão judicial.

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Agressores da manifestação de enfermeiros no DF são indiciados por Polícia Civil

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Três pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil do Distrito Federal na última sexta-feira (29). Elas estariam envolvidas no caso de agressão a enfermeiros durante uma manifestação organizada pelos profissionais no dia 1º de maio, na Praça dos Três Poderes, em prol dos colegas morreram vítimas da Covid-19 e também para incentivar as pessoas a continuarem em casa.

Manifestação de enfermeiros, agressões
Reprodução

Manifestação de enfermeiros no Distrito Federal em 1º de maio


Segundo divulgado pelo G1 , entre os envolvidos na agressão estão Renan Silva Sena e Marluce Carvalho de Oliveira Gomes, ambos apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Fora isso, Renan já trabalhou no Ministério dos Direitos Humanos . A estudante de medicina Sabrina Nery Silva, que passava de bicicleta pelo local na hora da agressão, também foi indiciada.

Sabrina, em entrevista prévia a Globo , disse que ao ver a confusão tentou conversar e defender os enfermeiros, mas recebeu uma cusparada no rosto e, por conta disso, partiu para a agressão. Os envolvidos na confusão vão responder por “crimes contra a liberdade individual”, que incluem casos de intimidação, ameaças e também violência física.

Leia também: PGR pede investigação contra manifestante que atacou enfermeiros durante ato

Após o indiciamento, que aconteceu na última sexta (29), o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF) deve aguardar do Ministério Público do Distrito Federal (MPDF) a decisão de seguir ou não com a denúncia.

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