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Economia

Receita abre consulta a primeiro lote de restituição do IR 2019

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A Receita Federal abre nesta segunda-feira (10) a consulta ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2019. Cerca de 2,55 milhões de contribuintes que declararam Imposto de Renda neste ano vão receber dinheiro do Fisco.

O crédito bancário será feito em 17 de julho.

Ao todo, serão desembolsados R$ 4,99 bilhões do lote deste ano. A Receita também pagará R$ 109,6 milhões a 20.087 mil contribuintes que fizeram a declaração entre 2008 e 2018, mas estavam na malha fina. Considerando os lotes residuais e o pagamento de 2019, o total gasto com as restituições chegará a R$ 5,1 bilhões para 2.573.186 contribuintes. A lista com os nomes estará disponível a partir das 9h no site da Receita na internet. A consulta também pode ser feita pelo Receitafone, no número 146. A Receita oferece ainda aplicativo para tablets e smartphones, que permite o acompanhamento das restituições.

O crédito bancário será feito em 17 de julho. As restituições terão correção de 1,54%, para o lote de 2019, a 109,82% para o lote de 2008. Em todos os casos, os índices têm como base a taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada entre a data de entrega da declaração até este mês. O dinheiro será depositado nas contas informadas na declaração. O contribuinte que não receber a restituição deverá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para ter acesso ao pagamento.

Os dois últimos lotes regulares serão liberados em novembro e dezembro. Se estiverem fora desses lotes, os contribuintes devem procurar a Receita Federal porque os nomes podem estar na malha fina por erros ou omissões na declaração.

A restituição ficará disponível durante um ano. Se o resgate não for feito no prazo, a solicitação deverá ser feita por meio do formulário eletrônico – pedido de pagamento de restituição, ou diretamente no e-CAC , no serviço extrato de processamento, na página da Receita na internet. Para quem não sabe usar os serviços no e-CAC, a Receita produziu um vídeo com instruções.

 

 

 

 

Fonte:Agência Brasil

 

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Economia

Se Australopitecos guardasse US$ 3 mil/mês até hoje, seria mais pobre que Bezos?

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bezos
Getty Images

Jeff Bezos, dono da Amazon, tem uma fortuna de aproximadamente US$ 181,2 bilhões em ações

Um meme e um tuíte têm rolado na internet, mostrando o quão difícil seria ser rico como  Jeff Bezos, o dono da Amazon. O meme diz que se um homem da pré-história trabalhasse por 4,4 milhões de anos ganhando um salário de US$ 3 mil por mês, mesmo assim seria mais pobre que Bezos. Já o tuíte afirma que se alguém imortal trabalhasse desde a época do Egito antigo até os dias atuais, recebendo por dia US$ 10 mil, também estaria abaixo dos cinco maiores bilionários do mundo.

Jeff  Bezos, empresário norte-americano, tinha uma fortuna de aproximadamente US$ 181,2 bilhões em ações no mês de julho deste ano. O iG checou essas contas com um especialista para entender se são precisas.


meme bezos
Reprodução internet

Meme mostra a situação hipotética em que uma pessoa trabalha por 4,4 milhões de anos recebendo por mês US$ 3 mil

O especialista em investimentos e coordenador de pós-graduação da Fecap (Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado), Marcelo Cambria, fez as contas. No meme que mostra a situação hipotética em que uma pessoa trabalhe por 4,4 milhões de anos recebendo por mês US$ 3 mil, o valor total adquirido seria de aproximadamente US$ 158 bilhões – e não de US$ 21 bilhões, como diz a imagem. “De qualquer forma, a pessoa seria mais pobre que o Jeff Bezos”, comenta o professor.

tuíte bezos
Reprodução Twitter

Se uma pessoa imortal trabalhasse desde a época do Egito antigo até hoje, ainda estaria abaixo financeiramente dos homens mais ricos do mundo?

No segundo cenário absurdo, sugerido em um tuíte, uma pessoa imortal que trabalhasse desde a época do Egito antigo até hoje ainda estaria abaixo financeiramente dos homens mais ricos do mundo. Para esse cálculo, o professor considerou o ano de 2611 antes de Cristo como a data inicial das contas. Recebendo US$ 10 mil por dia, o valor ganho até 2020 seria de US$ 16,9 bilhões.

Essa quantia equivale a 9,3% da fortuna de Jeff Bezos, de US$ 181,2 bilhões em ações. Ou seja, seria menos de um décimo do que Bezos tem.

Convertendo para o Real, a quantia que Bezos possui, aproximadamente, seria de R$ 972 bilhões. “Com esse valor, seria possível comprar 24 milhões de carros populares – imaginando que cada veículo custe R$ 40 mil – e comprar três Petrobras”, diz o especialista.

Mas essa comparação em bens está no campo da imaginação. Isso porque se Bezos hipoteticamente tirasse o valor bilionário das ações e colocasse em uma conta corrente – movimento chamado tecnicamente de “conversão em liquidez” – criaria uma queda  em suas ações.

Além disso, Marcelo Cambria ressalta que as contas propostas no meme e no tuíte são imprecisas. Seria preciso considerar taxas de indexação ao longo do tempo: como inflação, correções monetárias e juros. “Não faz sentido desconsiderar a inflação e a taxa de juros. E esses bilionários não têm esses valores em contas – estão em ações, participações em empresas”, explica o professor.

Por fim, a economia que conhecemos hoje não existia na pré-história e nem no Egito antigo. “Precisaríamos considerar esse dinheiro ao longo do tempo. Por isso as contas são absurdas”, conclui Cambria.

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Empresas doam R$ 100 milhões para fábrica que produzirá vacina contra Covid-19

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Vacina produzida pela Astrazeneca e Universidade de Oxford
Reprodução

8 empresas doam R$100 milhões para fábrica que produzirá vacina contra a Covid-19

A nova fábrica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que será montada para produzir vacinas contra Covid-19 , receberá o investimento de R$ 100 milhões de um grupo de oito empresas e fundações: Ambev, Americanas, Itaú Unibanco, Stone, Instituto Votorantim, Fundação Lemann, Fundação Brava e Behring Family Foundation.

A previsão é que a unidade entre em operação até o começo do ano que vem, com capacidade de produzir até 30 milhões de doses por mês.

A fábrica ficará numa área de 1,6 mil metros quadrados no complexo de Bio-Manguinhos. O investimento dos empresários dará apoio para a reforma da ala do edifício e a compra e instalação de equipamentos complementares aos já existentes no local.

A vacina que será produzida na Fiocruz é a mesma que está em desenvolvimento pela Univeridade de Oxford com a farmacêutica britânica AstraZeneca. No entanto, antes disso é preciso terminar os testes e comprovar a segurança e eficácia da vacina.

O processo de produção será dividido em duas etapas; a primeira é a fabricação de 30,4 milhões de doses até o começo de 2021. A segunda, caso seja comprovada a eficácia, prevê a produção de mais 70 milhões de doses.

No momento, a pesquisa de Oxford e Astrazeneca se encontra na fase três, última etapa de testes antes de receber sinal verde. Os testes desta vacina estão sendo conduzidos em países como o próprio Brasil, além de África do Sul, Inglaterra e Estados Unidos.

O acordo formalizado hoje (7) abre caminho para a Fiocruz dominar o processamento da fórmula farmacêutica que importará da AstraZeneca, tornando-se aussuficiente em todas as fases do processo: formulação, o envase e o controle de qualidade das primeiras 100 milhões de doses da vacina. Após essa produção, a vacina deverá passar pelas etapas necessárias de registro e validação antes de uma possível distribuição.

A articulação entre empresas, fundações e governo para montagem da fábrica começou há cerca de um mês e meio, segundo Mauricio Soufen, vice-presidente da Ambev. Segundo ele, a iniciativa empresarial ganhou corpo quando ficou claro que o Brasil começou a se destacar como um dos polos para testes da vacina contra a covid-19, à medida em que a comunidade científica internacional avançava com o desenvolvimento das pesquisas.

“Daí começamos a nos mobilizar internamente e entender como poderíamos ajudar. Nesse momento, ficou muito claro para o nosso time que o próximo gargalo seria na capacidade de produção em massa da vacina”, disse Soufen. “Ajudar o Brasil a ter autonomia na produção da vacina passou a ser a prioridade do nosso time.”

O grupo não informou qual a participação de cada empresa no total dos R$ 100 milhões investidos na montagem da fábrica no Rio. 

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