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Tecnologia

Realme 9 Pro+ chega ao Brasil para rivalizar com a linha Redmi Note 11

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Realme 9 Pro+ chega ao Brasil
Divulgação/realme – 31.03.2022

Realme 9 Pro+ chega ao Brasil

Após  oficializar o Realme 9i no final de fevereiro, a Realme acaba de trazer para o Brasil o Realme 9 Pro+. O aparelho, que traz características de flagship, rivalizará com algumas variantes potentes da linha Redmi Note 11, da Xiaomi. Para isso, a Realme oferece uma tela AMOLED de 90 Hz, processador MediaTek Dimensity 920 5G e um conjunto fotográfico de três lentes.  

O Realme 9 Pro+ é idêntico ao 9i: ambos têm um layout muito parecido, o que pode confundir alguns consumidores. As principais diferenças estão na ficha técnica. O aparelho lançado hoje tem painel Super AMOLED de 6,4 polegadas com resolução Full HD+ (2400 x 1080 pixels), com taxa de atualização de 90 Hz.  

A tela conta com a proteção Gorilla Glass 5, mas a resistência contra água e poeira foi ignorada. Ainda no display, a empresa alocou a câmera de selfie no canto esquerdo. Essa lente produz imagens de 16 megapixels e só grava em Full HD a 30 fps. 

Na traseira, o módulo retangular concentra uma câmera de 50 megapixels, uma ultrawide de 8 megapixels e uma macro de 2 megapixels, sendo esta última a menos atraente do conjunto por gerar imagens pequenas. Em filmagem, a principal pode produzir filmes em até 4K a 30 fps. 

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Realme 9 Pro+ traz MediaTek 5G e carregador potente 

O hardware é formado por um processador MediaTek Dimensity 920 com suporte ao 5G. O Tecnoblog checou que, no mercado indiano, o 9 Pro Plus é vendido em versões de 6 GB e 8 GB de RAM + 128 ou 256 GB de espaço interno. O Brasil ficará com esta configuração: 8 GB + 128 GB.  

Com dois anos de updates garantidos, ele desembarca no país com o Android 12 acompanhado da nova interface Realme UI 3.0. O Tecnoblog questionou a empresa sobre os erros de tradução, que considera o português de Portugal em vez do Brasil. Marcelo Sato, gerente de vendas da Realme no Brasil, nos conta que a UI 3.0 não resolve esse problema, mas as correções têm sido realizadas constantemente. 

A chinesa segue apostando forte no sistema de carregamento. A bateria de 4.500 mAh pode não chamar tanta a atenção de alguns consumidores, mas o carregador rápido de 60 watts é um ponto forte.  

O Realme 9 Pro+ já está disponível no mercado brasileiro nas cores verde e preto. O preço sugerido é de R$ 3.499. A cor azul, por enquanto, não está disponível.

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Por mais segurança, Google esconde apps antigos na Play Store

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Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store
Giovanni Santa Rosa

Para deixar Android mais seguro, Google esconde apps antigos na Play Store

As atualizações de aplicativos são super importantes. Além de trazer novos recursos, os desenvolvedores implementam melhorias no software para garantir mais segurança aos usuários e solucionar bugs. E é por isso que o Google vai começar a restringir os apps antigos ou abandonados para Android na Google Play Store.

A mudança foi anunciada em um blog da companhia nesta quarta-feira (6). Na publicação, o Google reforçou que já exige que os novos aplicativos submetidos à loja apontem para um nível de API dentro de um ano após o lançamento mais recente. Mas a empresa pretende redobrar este cuidado para tornar o Android mais seguro.

“Hoje, como parte das atualizações de política mais recentes do Google Play, estamos tomando medidas adicionais para proteger os usuários contra a instalação de aplicativos que podem não ter os recursos de privacidade e segurança mais recentes, expandindo nossos requisitos de API de nível de destino”, anunciaram.

Android: apps antigos serão limitados na Play Store

A alteração aponta diretamente para o nível de API do aplicativo. Ao preparar um aplicativo para o sistema, é preciso indicá-lo para um nível de API. É através desse elemento que o desenvolvedor informa sobre como o app é executado em diferentes versões do Android, segundo um documento do Google.

Cada versão do sistema operacional possui um nível diferente. Por exemplo, o Android 11 é identificado pela API de nível 31 enquanto o Android 10 traz o nível 30. Ou seja, o nível aumenta a cada nova versão do software – mas, claro, há exceções para esta regra.

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E é a partir desse elemento que o Google vai limitar aplicativos antigos. Segundo a publicação, se os apps existentes não segmentarem um nível de API “dentro de dois anos a partir da versão principal do Android mais recente”, o software ficará restrito na loja. Assim, se o celular tiver versões do sistema superiores ao nível da API de destino dos aplicativos, o usuário não poderá encontrá-los ou instalá-los.

Aatualmente, estamos no Android 12, que utiliza a API de número 31. Isto significa que se o seu celular estiver atualizado, o bloqueio não será aplicado aos apps que apontem para o Android 10 (nível 29) e Android 11 (nível 30). O diagrama abaixo também exemplifica isso:

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store
Reprodução/Google

Apps terão que atingir nível de API dos últimos dois anos para serem amplamente exibidos na Play Store

A regra está prevista para entrar em vigor em 1º de novembro de 2022. Mas é importante ressaltar que a política não vai impedir que usuários de versões antigas do sistema instalem apps pela Play Store. O Android Police também observa que, se você usa um celular com Android 9 Pie (nível 28), ainda será possível encontrar apps para o nível 28, por exemplo.

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

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Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi
Pedro Knoth

Primeiro tweet da história está à venda de novo via NFT, por US$ 48 mi

Uma cópia do primeiro tweet já escrito na história está à venda de novo via NFT. A publicação havia sido vendida  inicialmente em março do ano passado para o presidente da Bridge Oracle, provedora de serviços de blockchain, Sina Estavi, por US$ 2,9 milhões. Agora, ele está a revendendo por US$ 48 milhões, 16 vezes o valor que pagou.

O tweet é de autoria do fundador do Twitter, Jack Dorsey, que deixou o cargo de CEO da empresa em novembro do ano passado. “só estou configurando o meu twttr”, diz o post feito em 2006.

A venda será feita pela OpenSea, plataforma de negociação de ativos digitais. NFTs são tokens não-fungíveis, uma espécie de certificado digital que atesta a originalidade de um determinado bem.

Estavi anunciou a venda desse tweet por 14.969 Ethereum (ETH), segunda criptomeda mais valiosa do mundo.

Ele prometeu destinar 50% do lucro para a GiveDirectly, uma instituição de caridade que doa dinheiro a pessoas em situação de pobreza. É a mesma organização que Dorsey prometeu apoiar quando vendeu seu primeiro tweet no ano passado.

Jack Dorsey respondeu à publicação questionando: “por que não [doar] 99%?”, marcando no comentário também a GiveDirectly e o bilionário Elon Musk,  que recentemente foi indicado a membro do Conselho de Administração do Twitter.

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