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Mato Grosso

Quinta-feira (04): Mato Grosso registra 3.388 casos e 84 óbitos por Covid-19

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quinta-feira (04.06), 3.388 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 84 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. As cinco mortes mais recentes envolveram residentes de Cáceres, Confresa, São José dos Quatro Marcos, São José do Rio Claro e Pontes e Lacerda.

Dentre os 20 municípios com maior número de casos de Covid-19, estão: Cuiabá (975), Várzea Grande (324), Rondonópolis (253), Primavera do Leste (153), Tangará da Serra (152), Sorriso (134), Confresa (126), Lucas do Rio Verde (99), Barra do Garças (87), Sinop (83), Campo Verde (63), Pontes e Lacerda (61), Nova Mutum (51), Rosário Oeste (45), Jaciara (45), Alta Floresta (38), Cáceres (36), Peixoto de Azevedo (33), Sapezal (31) e Tapurah (30). 

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada no Boletim anexado ao final desta matéria.

Nas últimas 24 horas, surgiram 361 novas confirmações em Alta Floresta (1), Araputanga (1), Barra do Bugres (4), Barra do Garças (5), Cáceres (1), Campo Novo do Parecis (7), Campo Verde (14), Campos de Júlio (3), Confresa (21), Cuiabá (87), Itiquira (1), Jaciara (1), Lucas do Rio Verde (19), Marcelândia (1), Mirassol D’Oeste (3), Nossa Senhora do Livramento (5), Nova Mutum (16), Pedra Preta (6), Poconé (1), Pontes e Lacerda (15), Primavera do Leste (10), Rondonópolis (3), Santo Antônio do Leverger (1), São José do Povo (1), São Josér do Rio Claro (2), São José do Xingu (1), São José dos Quatro Marcos (3), Sapezal (5), Sinop (20), Sorriso (46), Tangará da Serra (8), Tapurah (14), Várzea Grande (25), Vila Bela da Santíssima Trindade (4), Vila Rica (2) e municípios de outros Estados (4). 

O Boletim ainda informa que, após investigação, houve a exclusão de dois casos do município de Dom Aquino por não atenderem aos critérios de caso confirmado para Covid-19. Além disso, uma notificação anteriormente contabilizada em Rondonópolis foi reposicionada para São José do Povo, município de residência do paciente. 

Dos 3.388 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 2.018 estão em isolamento domiciliar e 1.065 estão recuperados. Há ainda 221 pacientes hospitalizados, sendo 124 em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 97 em enfermaria.

No boletim, a SES também divulga que a rede do Sistema Único de Saúde (SUS) dispõe, atualmente, de 150 leitos de UTI e 733 leitos de enfermaria especificamente para pacientes com coronavírus no Estado.

Considerando o número total de casos em Mato Grosso, 50,6% dos diagnosticados são do sexo feminino e 49,4% masculino; além disso, 968 pacientes têm faixa-etária entre 31 a 40 anos. O documento ainda aponta que um total de 8.529 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 450 amostras em análise laboratorial.

Os pacientes são devidamente acompanhados pelas equipes de Vigilância Epidemiológica do Estado e dos municípios. Mais informações estão detalhadas na Nota Informativa divulgada diariamente pela SES disponível neste link, a partir das 17h.

Cenário nacional

Até a última quarta-feira (03), o Governo Federal confirmou 584.016 casos da Covid-19 no Brasil e 32.548 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, divulgado pelo Ministério da Saúde, o país contabilizava 31.199 mortes e 555.383 casos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus. Até o fechamento deste material, não foram atualizados os dados desta quinta-feira (04).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.
O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:
– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;
– Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente;
– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;
– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Multa para pesca ilegal com rede pode chegar a R$100 mil em Mato Grosso

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Mesmo fora do período de defeso da piracema, algumas práticas de pesca são proibidas nos rios de Mato Grosso. Entre as restrições, a medida dos peixes que podem ser retirados dos rios, quantidade de pescado que pode ser transportado, restrição de pesca em alguns locais e espécies que são protegidas. 

As multas para quem realizar pesca predatória com rede vão de R$ 1 mil a R$ 100 mil, com acréscimo de R$ 20,00 por quilo de pescado apreendido, explica o coordenador de Fiscalização de Flora, Alan Assis Silveira. 

A maior parte das autuações no estado são pelo transporte de quantidade maior que a permitida, ou portanto exemplares de peixe de espécie protegida, ou pelo uso de apetrechos proibidos que configuram pesca predatória. É possível identificar  quando um peixe foi retirado do rio por uma rede de pesca ou armadilha, cuja utilização é proibida. 

“O peixe quando retirado desta forma ele fica com uma característica que a gente chama de ‘malhado’, desta forma, conseguimos identificar que ele ficou preso numa rede. Isso também é a pesca predatória”, afirma o coordenador.

O Coordenador de Fiscalização de flora explica também que no processo de aplicação da multa é avaliado se o pescador era amador, profissional, quantidade que ele possuía, mecanismo que ele utilizou, se apresentava sinais de pesca predatória através de redes ou outras armadilhas. “Então o valor é discricionário conforme as condições que o pescado foi encontrado”, explica. 

As regras estão dispostas na Lei estadual nº 9.096/09, decreto federal nº 6514/2008 e também na Lei Federal nº 9.605/98 , que trata dos crimes contra o meio ambiente. 

Veja quais práticas são crime ambiental e quais as penalidades para quem pratica pesca ilegal no estado:

Pesca depredatória

Para o caso de pesca predatória, que é com uso de armadilhas proibidas que permitem a retirada de grande quantidade de peixes dos rios, a multa pode ir de R$1 mil a R$100 mil, com acréscimo de R$20,00 por quilo do produto da pesca. O acréscimo por quilo sofreu aumento de R $10,00 para R $20,00 com a publicação da Lei nº   11.406/21.   

Pesca sem licença ou carteira de pesca

A pesca realizada por pessoa sem carteira de pesca, cadastro, autorização, registro ou qualquer outro documento que autorize a pesca emitido pelo órgão competente, recebe uma multa que pode variar entre R$500 a R$10.000, com acréscimo de R $20,00 por quilo ou fração do produto da pesca. 

Transportar, armazenar, beneficiar, industrializar ou comercializar pescados ou produtos originados da pesca sem comprovante de origem ou autorização do órgão competente pode gerar uma multa de R$1 mil a R$100 mil, mais um acréscimo de R$20,00 por quilo do produto do pescado.

Quem for enquadrado também responde um processo criminal, cuja pena varia de seis meses a um ano, e pode ser agravada por algumas situações, como quando a retirada de pescado ocorre dentro de uma Unidade de Conservação, no período proibitivo de defeso da piracema, ou com espécies protegidas, como o Dourado.

Transporte de quantidade superior ao permitido

A quantidade de peixes retirados dos rios permitida para um pescador profissional é de 125 quilos, e para pescador amador com a carteirinha, 5 quilos. Quando o pescador é flagrado de posse de peixes acima destas quantidades, enquadra-se como crime.

Pesca de exemplares fora da medida permitida

A medida dos peixes que podem ser retirados dos rios depende da espécie e da Bacia Hidrográfica em que está localizado o rio. O objetivo principal é garantir que os peixes fora da medida permitida permaneçam e possam se reproduzir no período da piracema. 

As medidas mínimas dos peixes constam na carteira de pesca do Estado e algumas delas são: piraputanga (30 cm), curimbatá e piavuçu (38 cm), pacu (45 cm), barbado (60 cm), cachara (80 cm), pintado (85 cm) e jaú (95 cm).
Confira a tabela de espécies e medidas permitidas clicando aqui.  

Piracema em Mato Grosso

A pesca é proibida nos rios das Bacias Hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins, em Mato Grosso, durante o período de defeso da piracema, que neste ano será entre o dia 1º de outubro e 31 de janeiro de 2022. O Conselho Estadual da Pesca (Cepesca) antecipa em um mês o período proibitivo, comparado com o período adotado em outros estados, que geralmente se inicia em novembro e segue até fevereiro.

Este processo reforça a proteção aos peixes proibindo a pesca nos rios de Mato Grosso, com exceção apenas da pesca de subsistência que é aquela praticada artesanalmente por populações ribeirinhas ou tradicionais para garantir a alimentação familiar, sem fins comerciais.

Denúncias

O cidadão pode denunciar a pesca depredatória e outros crimes ambientais à Ouvidoria Setorial da Sema pelo telefone: 0800-65-3838. Outros telefones para informações e denúncias: (65) 3613-7393  (Setor Pesca), nas unidades regionais da Sema ou aplicativo MT Cidadão.

Fonte: GOV MT

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Mato Grosso

Drone com celulares e bateria é apreendido por policiais penais da Mata Grande

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Policiais penais da Penitenciária Major PM Eldo Sá Corrêa (Mata Grande), em Rondonópolis (215 km ao Sul de Cuiabá), apreenderam um drone que estava sobrevoando a área externa da unidade. A ação, que impediu a entrada de materiais ilícitos, ocorreu na tarde deste sábado (24.07).

A equipe que estava de campana na parte de fora da Mata Grande avistou o drone se aproximando e avisou o chefe de plantão, que se deslocou até o local com a equipe interna. Neste momento, o equipamento não tripulável foi direcionado a uma região de mata, para onde os policiais penais seguiram.

Foram feitas buscas por suspeitos, mas eles fugiram por um local de difícil acesos na mata. Além do drone, os policiais penais apreenderam dois controles do equipamento, cinco hélices e cinco baterias para drone, sete aparelhos celulares modelo smartphone e uma bateria de celular.

Os drones têm sido utilizados como tentativas para introduzir materiais ilícitos nas unidades penais de Mato Grosso, como aparelhos eletrônicos e entorpecentes. Só em 2021, foram apreendidos 41 drones por policiais penais da Mata Grande. Já na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá, no primeiro semestre deste ano, policiais penais apreenderam 20 drones.

Fonte: GOV MT

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