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Política Nacional

Quem é Rodrigo Garcia, o novo governador de São Paulo

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Quem é Rodrigo Garcia, o novo governador de São Paulo
Reprodução 04/04/2022

Quem é Rodrigo Garcia, o novo governador de São Paulo

O estado de São Paulo tem um novo governador após a saída de João Doria (PSDB) para disputar a presidência da República. Na última sexta-feira (1º), foi empossado para o cargo de governador o vice de Doria, Rodrigo Garcia (PSDB), que chega com o objetivo de manter a gestão tucana no estado.

Na última quinta-feira (31), Doria anunciou que  deixou o cargo de governador para seu vice Rodrigo Garcia (PSDB). “Raro é o caso de um governador que delega força, poder e autonomia para o seu vice. E eu fiz isso consciente da responsabilidade e da capacidade do Rodrigo Garcia. Ele coordenou a nossa campanha, uma campanha vitoriosa, dura e difícil, e cumpriu seu papel da função pública com o mesmo ritmo, comportamento e postura de uma empresa privada. O Rodrigo Garcia foi nosso CEO ao longo desses três anos e três meses. E São Paulo teve o privilégio de ser governado por dois governadores”, disse Doria na oportunidade.

Na sexta, o novo governador foi empossado pelo presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Carlão Pignatari. Eleito como vice na chapa com Doria nas eleições de 2018, Garcia tomou posse do mandato que se encerra em 31 de dezembro deste ano.

Perfil 

Rodrigo Garcia tem 47 anos. Ele ocupou a cadeira de deputado federal por dois mandatos, de 2011 a 2018, e três vezes a cadeira de deputado estadual, tendo sido presidente da Assembleia Legislativa (Alesp), entre 2005 e 2007. Ele também foi secretário nas pastas da Habitação, de Desenvolvimento Econômico e de Desenvolvimento Social e também secretário de Gestão da Prefeitura de São Paulo.

Em vídeo de apresentação, divulgado neste domingo (3), Rodrigo Garcia se referiu a si próprio apenas como “Rodrigo” e listou os principais momentos de sua trajetória política. Ele também falou em criar relações com a direita, a esquerda e o centro.

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“Trabalhei com cinco governadores diferentes, e sempre tive a humildade de aprender e tirar o melhor de cada um deles”, afirmou Garcia no vídeo.

E completou: “Eu sei que você não votou em mim para ser governador, mas eu vou me esforçar para ser o governador que todo paulista merece ter. Seja você de direita, de centro ou de esquerda”, disse o agora governador paulista.

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Política Nacional

PT deve aprovar Alckmin como vice de Lula no próximo dia 14

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Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)
Foto: Ricardo Stuckert – 05.04.2022

Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)

A executiva nacional do PT definiu na noite desta quinta-feira o calendário dos trâmites partidários relativos à eleição presidencial deste ano. A aprovação da escolha do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) para ser o vice do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ocorrer em reunião do diretório nacional no próximo dia 14.

Nesta sexta-feira, o PSB apresentará formalmente, em um encontro com a direção do PT em São Paulo, a indicação do ex-governador.

No dia 30, ocorrerá no Anhembi, em São Paulo, o lançamento da pré-candidatura. Na ocasião, será apresentada a frente de partidos que apoiará o petista, composta pela federação formada por PT, PCdoB e PV, pela federação que reúne PSOL e Rede, em coligação com PSB e o Solidariedade.

Lula quer simbolizar a amplitudade de sua candidatura no ato com as presenças do ex-tucano Alckmin e do líder sem teto Guilherme Boulos (PSOL), que desistiu de disputar o governo de São Paulo e será candidato a deputado federal.

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A executiva do PT também marcou para 4 de junho o encontro partidário. Pela tradição petista, são nos encontros que as chapas são aprovadas. Porém, a corrente majoritária da sigla, a CNB, quer que o diretório nacional já faça uma primeira aprovação da chapa no dia 14.

Correntes minoritárias do PT se opõem à indicação de Alckmin para vice com o argumento de que os seus governos em São Paulo contrariaram bandeiras defendidas historicamente pelo partido, como os direitos humanos e a defesa dos professores. O grupo, porém, não deve ter votos suficientes para barrar a entrada do ex-governador na chapa.

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Política Nacional

Anitta vira alvo de bolsonaristas em ataques nas redes sociais

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Anitta
Reprodução/Instagram

Anitta

Lollapalooza e campanha de incentivo para que jovens tirem o título de eleitor: as manifestações da cantora Anitta nas redes sociais não tem agradado os apoiadores de Jair Bolsonaro.

Na quinta-feira, a deputada distrital Julia Lucy (NOVO) publicou um vídeo sobre a cantora nas redes sociais que causou polêmica. Na gravação, ela disse que a sexualização da mulher brasileira a “envergonha”. Este foi o episódio mais recente que gerou uma série de manifestações por parte dos apoiadores do presidente.

Em parceria com a consultoria BITES, o GLOBO apurou os ataques sofridos pela cantora desde 1° de dezembro do ano passado. Neste período, foram ao menos 458 mil menções que citam Anitta e o presidente. Só na bancada bolsonarista no Congresso, 22 deputados e senadores publicaram posts sobre a cantora.

Na ocasião, influenciadores como a atriz Maria Bopp tuitaram que o sucesso de Anitta seria apenas a primeira “alegria” dos brasileiros em 2022. O título na Copa e a derrota de Jair Bolsonaro nas urnas também apareceram nas listagens dos internautas.

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Além disso, com a proibição das manifestações políticas no Lollapalooza, Anitta veio à público para dizer que pagaria a multa dos artistas que descumprissem a então decisão judicial, que, após polêmica, foi revogada. À época, os bolsonaristas reagiram. No dia 28, o pré-candidato à deputado estadual Jorge Rodrigues se manifestou e sugeriu a prisão da cantora.

No dia 10 de março, teve até uma troca de farpas entre Bolsonaro e Anitta, que também movimentou as redes. Na ocasião, o presidente opinou sobre o programa Big Brother Brasil, da TV Globo, e foi questionado pela cantora: “é presidente ou subcelebridade?”.

Apesar de março ter sido o mês em que a cantora carioca foi mais visada por bolsonaristas, os ataques não são de hoje. A artista já era motivo de piada entre os eleitores de Jair Bolsonaro. Em dezembro, o ex-secretário Nacional de Incentivo e Fomento à Cultura André Porciuncula chegou a dizer que, na próxima entrevista, usaria frases de Anitta. O intuito da fala era dizer que a artista era um exemplo de baixa cultura, além de atacar um outro veículo de comunicação.

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