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“Que diferença faz quem é o Chico Mendes?”, diz ministro do Meio Ambiente

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'É irrelevante. Que diferença faz quem é o Chico Mendes?', disse o ministro Ricardo Salles, após ser pressionado
Reprodução/TV Cultura
‘É irrelevante. Que diferença faz quem é o Chico Mendes?’, disse o ministro Ricardo Salles, após ser pressionado

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, afirmou nesta segunda-feira (11) que já ouviu referências positivas e negativas a respeito do líder seringueiro Chico Mendes, mas que o considera “irrelevante”. Morto em 1988, o ativista político e ambientalista brasileiro é  reconhecido internacionalmente como a figura defensora da floresta amazônica.


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“É irrelevante. Que diferença faz quem é o Chico Mendes
?”, disse o ministro, após ser pressionado por jornalistas, durante entrevista no programa Roda Viva
, da TV Cultura
. Antes disso, Salles declarou ainda que não o conheceu e que tem “certo cuidado em falar de coisas”, que não conhece.

“Eu escuto histórias de todo o lado. Do lado dos ambientalistas, mais ligados à esquerda, o enaltecimento do Chico Mendes. As pessoas que são do agro [agronegócio], da região, dizem ‘o Chico Mendes não isso que é contado’”, afirmou.

Perguntado por uma jornalista se seria possível chamar de irrelevante uma pessoa reconhecida pela ONU como defensor das causas da floresta amazônica, Salles declarou: “Mas a ONU reconhece um monte de coisa errada também”.

A entrevista do ministro do Meio Ambiente
na TV Cultura
foi ao ar na noite de ontem, e contou com uma série de declarações a respeito da sua pasta.

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Salles voltou a defender, por exemplo, um modelo de autolicenciamento ambiental e sustentou que a definição de “focos” em casos mais complexos poderá evitar a repetição de tragédias como o rompimento das barragens de Brumadinho, no último dia 25 de janeiro, e Mariana, em 2015.

Para o ministro do Meio Ambiente
, a melhor opção para esse autolicenciamento seria um modelo no qual o licenciamento pudesse ser feito de forma automática, e que servisse, por exemplo, para o caso de uma pequena supressão de vegetação em área rural ou a troca do plantio de uma cultura por outra.

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A declaração a respeito de Chico Mendes
foi feita no final do programa. Reveja o trecho abaixo.

Fonte: IG Política
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Ciro Gomes será processado por comunidade judaica por antissemitismo

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Ciro Gomes
Reprodução/Globonews
Entidade já havia advertido Ciro Gomes anteriormente

A Confederação Israelita do Brasil (Conib) anunciou por meio de nota que vai acionar o ex-candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) na Justiça por antissemitismo. A Conib foi motivada por um comentário de Ciro em entrevista ao site HuffPost Brasil
.


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“Agora Bolsonaro diz aos grupos de interesse o que eles querem ouvir. Por exemplo, para os amigos dele aí, esses corruptos da comunidade judaica, que acham que, porque são da comunidade judaica, têm direito de ser corrupto”, disse Ciro Gomes
na entrevista.

Conib
já havia condenado declaração anterior do político na qual ele afirmou que Bolsonaro teria sido financiado pelo “ sionismo
radical”.

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“Mais uma vez, Ciro Gomes
nos ataca de forma generalizada, agora chamando membros da comunidade de ‘corruptos’”, diz o comunicado divulgado pela Conib. “Não vemos Ciro ligar outras minorias ou grupos à corrupção no Brasil. Se pretende ser visto como um político despido de ódios e preconceitos, cabe ao ex-governador se retratar das infelizes declarações contra os judeus brasileiros”, completa.

Fonte: IG Política
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Casos de extremismo budista no Sri Lanka cresceram nos últimos meses

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Atentado no Sri Lanka
St. Sebastian’s Church
Onda de atentados no Sri Lanka deixou mais de 200 mortos

Alimentado por monges radicais, o extremismo budista vem crescendo no Sri Lanka, onde uma série de atentados coordenados em igrejas católicas e hotéis de luxos deixaram  mais de 200 mortos
neste domingo (21).


Os ataques a outras minorias religiosas aumentaram, particularmente contra a comunidade muçulmana, alcançando seu ponto mais violento em março de 2018, quando o governo do Sri Lanka
decretou estado de emergência por 10 dias, pela primeira vez desde 2011, depois de uma série de confrontos entre muçulmanos e budistas, que deixaram três mortos.

O budismo Theravada
é a maior religião do país, com adesão de cerca de 70,2% da população de quase 21 milhões de habitantes, segundo o censo mais recente. Hindus e muçulmanos compõem 12,6% e 9,7% da população, respectivamente. O país é também o lar de cerca de 1,5 milhões de cristãos que representam 7% da população, segundo o censo de 2012.

No ano passado foram registrados 86 incidentes de discriminação, ameaças e violência contra cristãos
, segundo a Aliança Nacional de Cristãos Evangélicos do Sri Lanka, que representa mais de 200 igrejas e organizações cristãs do país. Só neste ano, a organização registrou 26 incidentes, incluindo a tentativa de boicotar uma missa por parte de monges budistas em 25 de março.

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Após os ataques deste domingo, o arcebispo de Colombo fez um discurso duro, pedindo ao governo que “puna sem piedade”os responsáveis pelos atentados, mas pediu que a população “não fizesse justiça com as próprias mãos e mantivesse a paz e a harmonia no país”.

“Queria pedir ao governo que faça uma investigação sólida e imparcial para determinar quem é responsável por este ato e também que os puna sem piedade, porque apenas animais podem se comportar assim”, declarou o arcebispo Malcom Ranjit.

Papa Francisco também condenou
a “violência cruel”. “Quero expressar minha sincera proximidade com a comunidade cristã [do Sri Lanka], ferida enquanto se reunia em oração, e a todas as vítimas de tal violência cruel”, disse Francisco enquanto fazia a benção de Páscoa diante de milhares de

Neste domingo, o governo decretou um bloqueio temporário das redes sociais para evitar a disseminação de “informações incorretas e falsas” sobre a onda de ataques e o primeiro-ministro Ranil Wickremesinghe convocou uma reunião do conselho de segurança nacional em sua casa para o final do dia.

“Eu condeno veementemente os ataques covardes contra nosso povo hoje. Eu chamo todos para permanecerem unidos e fortes”, postou no Twitter.

O presidente do Sri Lanka
, Maithripala Sirisena, pediu calma ao país, mas se mostrou em choque. “Por favor, fiquem calmos e não sejam enganados por rumores”, disse Sirisena em mensagem à nação. “As investigações estão em curso para descobrir que tipo de conspiração está por trás destes atos cruéis”, completou.

Fonte: IG Nacional
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