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Política Nacional

PT deve aprovar Alckmin como vice de Lula no próximo dia 14

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Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)
Foto: Ricardo Stuckert – 05.04.2022

Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)

A executiva nacional do PT definiu na noite desta quinta-feira o calendário dos trâmites partidários relativos à eleição presidencial deste ano. A aprovação da escolha do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) para ser o vice do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ocorrer em reunião do diretório nacional no próximo dia 14.

Nesta sexta-feira, o PSB apresentará formalmente, em um encontro com a direção do PT em São Paulo, a indicação do ex-governador.

No dia 30, ocorrerá no Anhembi, em São Paulo, o lançamento da pré-candidatura. Na ocasião, será apresentada a frente de partidos que apoiará o petista, composta pela federação formada por PT, PCdoB e PV, pela federação que reúne PSOL e Rede, em coligação com PSB e o Solidariedade.

Lula quer simbolizar a amplitudade de sua candidatura no ato com as presenças do ex-tucano Alckmin e do líder sem teto Guilherme Boulos (PSOL), que desistiu de disputar o governo de São Paulo e será candidato a deputado federal.

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A executiva do PT também marcou para 4 de junho o encontro partidário. Pela tradição petista, são nos encontros que as chapas são aprovadas. Porém, a corrente majoritária da sigla, a CNB, quer que o diretório nacional já faça uma primeira aprovação da chapa no dia 14.

Correntes minoritárias do PT se opõem à indicação de Alckmin para vice com o argumento de que os seus governos em São Paulo contrariaram bandeiras defendidas historicamente pelo partido, como os direitos humanos e a defesa dos professores. O grupo, porém, não deve ter votos suficientes para barrar a entrada do ex-governador na chapa.

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Política Nacional

Anitta vira alvo de bolsonaristas em ataques nas redes sociais

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Anitta
Reprodução/Instagram

Anitta

Lollapalooza e campanha de incentivo para que jovens tirem o título de eleitor: as manifestações da cantora Anitta nas redes sociais não tem agradado os apoiadores de Jair Bolsonaro.

Na quinta-feira, a deputada distrital Julia Lucy (NOVO) publicou um vídeo sobre a cantora nas redes sociais que causou polêmica. Na gravação, ela disse que a sexualização da mulher brasileira a “envergonha”. Este foi o episódio mais recente que gerou uma série de manifestações por parte dos apoiadores do presidente.

Em parceria com a consultoria BITES, o GLOBO apurou os ataques sofridos pela cantora desde 1° de dezembro do ano passado. Neste período, foram ao menos 458 mil menções que citam Anitta e o presidente. Só na bancada bolsonarista no Congresso, 22 deputados e senadores publicaram posts sobre a cantora.

Na ocasião, influenciadores como a atriz Maria Bopp tuitaram que o sucesso de Anitta seria apenas a primeira “alegria” dos brasileiros em 2022. O título na Copa e a derrota de Jair Bolsonaro nas urnas também apareceram nas listagens dos internautas.

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Além disso, com a proibição das manifestações políticas no Lollapalooza, Anitta veio à público para dizer que pagaria a multa dos artistas que descumprissem a então decisão judicial, que, após polêmica, foi revogada. À época, os bolsonaristas reagiram. No dia 28, o pré-candidato à deputado estadual Jorge Rodrigues se manifestou e sugeriu a prisão da cantora.

No dia 10 de março, teve até uma troca de farpas entre Bolsonaro e Anitta, que também movimentou as redes. Na ocasião, o presidente opinou sobre o programa Big Brother Brasil, da TV Globo, e foi questionado pela cantora: “é presidente ou subcelebridade?”.

Apesar de março ter sido o mês em que a cantora carioca foi mais visada por bolsonaristas, os ataques não são de hoje. A artista já era motivo de piada entre os eleitores de Jair Bolsonaro. Em dezembro, o ex-secretário Nacional de Incentivo e Fomento à Cultura André Porciuncula chegou a dizer que, na próxima entrevista, usaria frases de Anitta. O intuito da fala era dizer que a artista era um exemplo de baixa cultura, além de atacar um outro veículo de comunicação.

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Política Nacional

Datafolha SP: Haddad lidera com 29%; França tem 20%

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Haddad, França e Garcia, trio vai disputar governo de SP
Reprodução/montagem iG – 07/04/2022

Haddad, França e Garcia, trio vai disputar governo de SP

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira mostra que ex-ministro Fernando Haddad (PT) se mantém à frente na disputa pelo governo de São Paulo com 29% das intenções de voto, seguido pelo ex-governador Marcio França (PSB), com 20%, o ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 10%, e o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), com 6%.

Brancos, nulos ou nenhum somam 23%, e 7% dizem não saber em quem vão votar.

O Datafolha pesquisou dois cenários: um com o França e outro sem ele. O PSB vai apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pela Presidência. E o PT de Lula ainda negocia apoio de França a Haddad na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. Sem França na disputa, Haddad tem 35% das intenções de voto, e Tarcísio e Rodrigo 11%.

Veja os resultados da pesquisa nos dois cenários:

Cenário 1

Fernando Haddad (PT) – 29%

Márcio França (PSB) – 20%

Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 10%

Rodrigo Garcia (PSDB) – 6%

Felicio Ramuth (PSD) – 2%

Vinicius Poit (Novo) – 2%

Altino Junior (PSTU) – 1%

Abraham Weintraub (PMB) – 1%

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Em branco/nulo/nenhum – 23%

Não sabe – 7%

Cenário 2

Fernando Haddad (PT) – 35%

Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 11%

Rodrigo Garcia (PSDB) – 11%

Felicio Ramuth (PSD) – 3%

Altino Junior (PSTU) – 2%

Vinicius Poit (Novo) – 2%

Abraham Weintraub (PMB) –  1%

Em branco/nulo/nenhum – 26%

O Datafolha ouviu 1.806 moradores de 62 cidades paulistas nesta terça e quarta. A margem de erro do levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-03189/2022, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

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