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Política Nacional

PT abre mão da prefeitura do Rio e vai formar chapa com Freixo

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Mídia Ninja
Freixo será cabeça de chapa formada com o PT para a prefeitura do Rio

O deputado federal do PSOL Marcelo Freixo confirmou neste sábado (9) que vai se candidatar à prefeitura do Rio de Janeiro nas  eleições municipais do ano que vem em uma chapa formada com o PT e o PV . “É muito importante que esse campo possa estar unido porque ganhar em 2020 nas principais cidades é muito importante para ganhar em 2022”, afirmou o deputado à revista CartaCapital .

A Rede e o PCdoB devem ser os outros partidos que ainda vão se juntar nessa coligação e ainda não foi definido o nome que dividirá a chapa com Freixo.

A ideia de se fazer uma coligação com os partidos de esquerda vinha acontecendo desde o início do ano, mas encontrava dificuldade de fixar um nome. O ex-presidente Lula cogitou indicar, para representar o PT, a deputada federal Benedita da Silva .

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Segundo Freixo, agora que seu nome já está definido para a disputa contra o atual prefeito Marcelo Crivella (PRB), que vai tentar a reeleição, a intenção é que em outras cidades também formem alianças de esquerda.

O parlamentar esteve em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, neste sábado para acompanhar o discurso de Lula após ele ter saído da prisão da superintendência da Polícia Federal em Curitiba na sexta-feira (8).

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De cima do caminhão, Freixo elogiou Lula e disse que, sempre que possível, acompanhará o petista na caravana que ele pretende fazer pelo Brasil. “Lula tem um papel que é singular. Não à toa é um dos presidentes mais queridos e amados do Brasil. Ele cumpre um papel essencial no campo progressista”, afirmou o deputado.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

”Se maioria é negra no Brasil, é óbvio que vão morrer mais”, diz Coronel Tadeu

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Câmara dos Deputados
Coronel Tadeu (PSL-SP) disse que é ‘óbvio’ que jovens negros sejam mais assassinados porque ‘são maioria’.

O deputado Coronel Tadeu (PSL-SP), que quebrou uma placa em uma exposição da Câmara em homenagem à Consciência Negra, disse que o número expressivo de mortes de jovens negros tem justificativa ligada a maior presença dos negros no tráfico.

“É muita demagogia para uma questão óbvia, pura matemática: se a maioria da população do Brasil é negra, é óbvio que vão morrer mais negros. Por que não morrem negros na Alamanha, na Finlândia? Porque lá praticamente não tem negros”, disse ao Estado de Minas.

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Ao jornal Folha de São Paulo, o parlamentar disse que o tráfico absorve boa parte das pessoas que moram nas comunidades, e que a maioria dessas pessoas é de origem negra . “Então, portanto, o resultado disso é que, em confronto com policiais , as [pessoas] que estão no tráfico acabam sendo vitimadas no confronto. E aí, se a maioria é negra, o resultado só pode ser esse”, disse o Coronel. 

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A placa destruída pelo Coronel Tadeu denunciava mortes de jovens negros pela polícia. Os números atuais de mortos em intervenções da polícia apontam que 75,4% são negros, de acordo com informações divulgadas pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública deste ano. 


“Claro que eles [a oposição] faz o jogo deles, e eles vão me acusar de racista , fascista , tudo o que é ‘ista’. Eu não preciso estar bem com eles, eu preciso estar bem com minha consciência”, contou à Folha. O parlamentar disse, ainda, que não teme ser punido pelo Conselho de Ética da Câmara. 

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Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bolsonaro envia ao Congresso projeto que isenta militar de punição em operações

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Alan Santos/PR
Despacho sobre excludente de ilicitude foi publicado nesta quinta no DOU

O presidente Jair Bolsonaro enviou nesta quinta-feira um projeto de lei para o Congresso que trata do excludente de ilicitude em operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). O projeto estabelece novas normas para militares nesse tipo de operação. Entre outras medidas, define situações em que existe a presunção de legítima defesa ou “injusta agressão”. O despacho foi publicado em uma edição extra do Diário Oficial da União.

Em casos de excesso, os militares e outros oficiais de segurança serão representados pela Advocacia-Geral da União (AGU), um órgão do governo federal. O despacho do presidente diz que o projeto estabelece novas normas para a atuação das forças de segurança em operações de GLO.

“Estabelece normas aplicáveis aos militares em operações de Garantia da Lei e da Ordem e aos integrantes dos órgãos a que se refere o caput do art. 144 da Constituição e da Força Nacional de Segurança Pública, quando em apoio a operações de Garantia da Lei e da Ordem”.

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A medida abrange, além dos militares, policiais federais, policiais rodoviários federais, policiais ferroviários federais, policiais civis, policiais militares e corpo de bombeiros militares.

A Garantia da Lei e da Ordem é uma medida para que Forças Armadas atuem provisoriamente com poder de polícia, em momentos específicos e por tempo limitado. As Forças Armadas agem de forma episódica, em área restrita e por tempo limitado, com o objetivo de preservar a ordem pública, a integridade da população e garantir o funcionamento regular das instituições.

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Na quarta-feira, Bolsonaro disse que, se o Congresso não aprovar o projeto, ele não autorizaria operações que não tivessem interesse direto do governo. O presidente deu o exemplo da GLO que foi assinada para a Cúpula dos Brics, que aconteceu em Brasília na semana passada, quando as Forças Armadas reforçaram a segurança na cidade.

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Ainda na quarta, ao justificar a proposta, Bolsonaro questionou se seria justo submeter um militar que passou por um “imprevisto” a tempo de cadeia.


“Não é apenas para militares da GLO não, tem um major aqui do meu lado, se ele estivesse no Rio de Janeiro poderia estar numa GLO, há um imprevisto. É justo eu submetê-lo a uma auditoria militar, 12 a 30 anos de cadeia? É justo? Ele ou um soldado com 20 anos idade? Ou um cabo, um sargento, um coronel…é justo? tem que ter um responsável, o responsável sou eu, eu assumo minha responsabilidade”, disse.

Fonte: IG Política
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