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Saúde

Projeto em tramitação na ALMT quer proibir a utilização e comercialização de slime

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Foto: Sesc Garanhuns/Divulgação

Um projeto que tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) quer proibir a comercialização de ‘slimes’ produzidos com bórax. O elemento químico é um dos ingredientes usados e, segundo o autor da proposta, o ácido bórico pode causar inchaço, vermelhidão e queimaduras no contato com a pele.

A utilização do produto químico bórax na confecção do slime pode comprometer a saúde das crianças. O slime é a massa colorida, de aspecto gosmento, que pode ser comprada em lojas ou produzida em casa.

O princípio ativo é uma concentração de 3% do ácido bórico e o produto antisséptico tem a venda proibida em alguns países, por conta de suas características tóxicas.

O projeto de lei, apresentado nesta semana pelo deputado Max Russi (PSB), visa proibir a utilização e comercialização desse tipo de brinquedo por conter essa substância, nociva à saúde das crianças.

O parlamentar alerta que os slimes são atualmente comercializados sem qualquer restrição, mesmo contendo componentes na fabricação como borato de sódio ou bórax.

Segundo ele, essa substância pode ser encontrada em produtos de limpeza domésticos e em âmbito industrial.

A água boricada, que pode ser usada no lugar do bórax para dar consistência gelatinosa à massa, também contém ácido bórico, mas em concentração mais baixa e considerada opção mais segura por pediatras.

A toxicidade do bórax no slime pode aumentar se o produto for combinado com outras substâncias químicas, como as presentes em corantes, amaciantes e cremes de barbear – ingredientes que também são usados em algumas receitas de slime. (Fonte: G1/MT)

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Saúde

Calor aumenta casos de varizes; saiba como se cuidar

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Apesar do verão ser praticamente sinônimo de felicidade, agitação e bom-humor, essa época do ano também pede cuidados. Caso você sinta suas pernas pesadas, inchadas ou doloridas, é bom estar atento, pois podem ser varizes . De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular, esses casos aumentam de 20 a 30% no verão.

Leia mais: Tratamento de varizes sem acompanhamento médico pode colocar paciente em risco

As varizes tornam-se mais comuns durante o verão, por conta da dilatação dos vasos sanguíneos, provocada por altas temperaturas arrow-options
Reprodução/Facebook

As varizes tornam-se mais comuns durante o verão, por conta da dilatação dos vasos sanguíneos, provocada por altas temperaturas


Conforme a explicação do médico Robert Guimarães, especialista em cirurgias, “As varizes se acentuam nas épocas mais quentes do ano, pois as altas temperaturas provocam uma grande expansão nos vasos sanguíneos, dificultando a passagem de sangue entre nossas veias e causando problemas circulatórios , formigamento, desconforto, ardência, câimbras, coceiras e descoloração no lugar afetado”.

Como prevenir

Manter hábitos saudáveis é uma das maiores formas de prevenir as varizes , segundo Guimarães. “Se hidratar, praticar exercícios e alongamentos diariamente, evitar saltos e sapatos apertados, não fumar, manter uma alimentação balanceada e sustentar seu peso são dicas fundamentais para precaver essa e outras doenças”, afirma ele.

Além disso, grande parte das pessoas não fazem “check-ups” para verificarem como está a saúde, o que é importante. “Sabemos que a maior parte da população deixa de fazer exames gerais por acharem que a saúde está perfeita ou por colocarem a culpa na falta de tempo”, comenta Guimarães.

Leia mais: Saiba como acabar com as varizes

Como indicam dados da pesquisa Philips Index, realizada pelo Instituto Ipsos, no Brasil, 45% das pessoas nunca fizeram um check-up.

O levantamento mostrou ainda que o número de homens que não cuidam da saúde é maior do que o de mulheres. 45% dos homens nunca fizeram um check-up, sendo 25% no caso das mulheres.

Tratamentos

Para tratar as varizes, um dos métodos comuns é a realização de uma cirurgia, mas também é uma opção a via da escleroterapia , que é uma espécie de “queima dos vasinhos das varizes”.

Guimarães diz que a doença infelizmente não tem cura, mas que drenagens  e massagens são bem recomendadas, pois ajudam a aumentar a circulação sanguínea .

O que pode gerar se não tratada?

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Reprodução/Shutterstock

Mais que um problema estético, as varizes podem causar outros problemas, como a trombose


Muito além de um problema estético , as varizes são causadoras de vários outras enfermidades. Entre elas, destaca-se a flebite, que é uma inflamação que, se não for tratada, leva à trombose.

Leia mais: Além da estética: saiba o que é mito e o que verdade sobre varizes

A trombose pode ser definida como a formação de um trombo ou coágulo no interior de um vaso sanguíneo em partes inferiores do corpo. Ela pode afetar o sistema cardiovascular, podendo provocar, em se tratando de um caso mais grave, até mesmo AVC. Por isso é tão importante tratar as varizes .


Fonte: IG Saúde
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Saúde

Como preparar o fígado para beber no carnaval?

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O carnaval já está a todo vapor em diversas cidades, e o plano de muitas pessoas é cair na folia e beber com os amigos. O recomendado é sempre ter moderação ao ingerir bebidas alcóolicas. Mas, além disso, dá para preparar o corpo para encarar as bebidas de uma forma menos danosa, principalmente o fígado. 

Leia mais: O que acontece se você mistura álcool e medicamentos e como evitar problemas

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Cerveja traz menos prejuízos ao corpo que os destilados, mas é sempre bom ter moderação e seguir algumas dicas se quiser beber

O fígado , como destaca a nutricionista Gabriela Cilla, da Clínica NutriCilla, quando a pessoa bebe, sofre trabalhando mais para filtrar o álcool.

“É no fígado que ocorre todo processo de filtração do nosso organismo, inclusive as trocas sanguíneas”, explica. “Se há alta ingestão de toxinas, não só o fígado vai ficar mais prejudicado, mas  também os rins, que tem que excretá-las”, completa a nutricionista.

Por isso, a primeira dica para cuidar desses órgãos é uma clássica: beber água. Isso ajuda a diluir o álcool e facilitar o trabalho realizado pelo fígado. A indicação da nutricionista é intercalar um copo de bebida com um copo de água. 

O que você come também ajuda ou prejudica seu fígado 

Se as bebidas alcóolicas exigem mais do seu organismo, o mesmo vale para comidas muito gorduras ou outras besteiras. Por exemplo, ingerir álcool comer frituras é ruim para o organismo, porque “você dá dois trabalhos para seu fígado”, alerta Gabriela. 

Não há muito segredo. Se sabe que vai beber, tenha cuidado redobrado com a alimentação. O melhor é beber muita água, comer frutas e lanches mais naturais. Se a alimentação é feita antes de sair, dá para dar preferência aos alimentos antioxidantes, que são os mais benéficos para o fígado.

“Alimentos como couve, brócolis, rúcula e agrião atuam no processo de desintoxicação, auxiliando o funcionamento do fígado. Portanto, são boas pedidas na luta contra a ressaca”, orienta a médica nutróloga Marcella Garcez. Frutas das vermelhas para azuis (morango, maçã, ameixa, açaí, berries); alimentos integrais; cúrcuma e oleaginosas (que são fontes de ômega 3) também são bem-vindos. 

Ainda sobre alimentação, vale um lembrete durante o carnaval : não fique em jejum! Isso, segundo as especialistas, é o pior cenário para seu corpo. Para curtir e não sofrer tanto com as bebidas, seu corpo precisa de energia. 

O que beber no carnaval?

Chegou a hora da folia e o que mais tem disponível por aí é a cerveja . E a boa notícia é que ela nem é a pior das bebidas para o organismo, assim como o vinho. Por exemplo, o vinho é proveniente da uva e conta com a presença do resveratrol, que é antioxidante, como explica Gabriela. A cerveja, por sua vez, também vem do lúpulo ou do malte, o que já acrescenta uma característica melhor à ela.

“Já os destilados ou as famosas ‘pingas’ são só resquícios da concentração da cana de açúcar. Por um lado, o teor alcóolico é maior, então a pessoa bebe menos. Por outro, são mais agressivos e potentes que as outras bebidas”, diz a nutricionista.

Isso não significa que o vinho e a cerveja sejam bebidas totalmente liberadas, mas são consideradas ‘menos piores’ quando comparadas aos destilados. A chave continua sendo a moderação. 


Fonte: IG Saúde
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