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Educação

Professora percorre 53 quilômetros todos os dias para lecionar em escola na área rural

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Há 12 anos na rede estadual de ensino, a professora Jurema de Oliveira saiu do conforto de trabalhar na cidade e aceitou o desafio de lecionar na zona rural do município de Rondonópolis.

Foto: Arquivo Pessoal

Desde 2015,  trabalha nas salas anexas da Escola Estadual José Rodrigues dos Santos, localizada na região Canguçu. O trajeto diário da casa da educadora até a escola é encarado com muita disposição: são 53 quilômetros de distância, sendo o maior trajeto feito pela BR-163, enfrentando muita chuva e poeira.

Tamanha dedicação, para atender a necessidade dos alunos que aguardavam na escola, a implantação do ensino para jovens e adultos (EJA). “Eu participei desde o início dos trabalhos e me orgulho muito disso. Hoje temos em nosso quadro de servidores, profissionais que concluíram o ensino médio aqui na escola. Podemos ver que a educação está cumprindo seu papel de fato”, conta emocionada.

Conforme a professora, os alunos têm muito interesse em aprender. São pessoas que não tiveram a oportunidade de estudar na idade certa e agora procuram recuperar o tempo perdido o que a motiva na longa caminhada para chegar até eles. “São trabalhadores rurais, que vencem o cansaço das horas e dificuldades até a escola”.

Para a professora, Jurema de Oliveira, a cada formatura todo o esforço se transforma no sentimento de dever cumprido.


 

 

Da Redação com informações de Seduc

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Educação

Professores de três cursos da Unemat, não aderem Greve Geral em Tangará da Serra

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Dos oito cursos de graduação da Unemat, três não aderiram à Greve Geral, realizada nesta sexta-feira (14), em Tangará da Serra.

Dois cursos da Unemat Campus Tangará, não aderiram à Greve.

O movimento deliberado no dia 07 de junho, durante Assembleia Geral Extraordinária, foi convocado pela Associação dos Docentes da Unemat (ADUNEMAT) para todos os Campis da Universidade no Estado. A pauta dos grevistas é focada na defesa do direito de aposentadoria e o repúdio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019, da Reforma da Previdência.

Houve grande adesão à greve, porém, os docentes dos cursos de graduação em Administração (com ênfase em Agronegócio e Empreendedorismo) Agronomia e Ciências Contábeis não paralisaram as atividades, em contrapartida os professores de Ciências Biológicas, Engenharia Civil, Letras e Jornalismo, participam do movimento. A categoria realiza atos pacíficos pela manhã na Praça da Resistência e à noite, produzem atividades culturais na Unemat.


Os acadêmicos dos cursos de Administração e Agronomia foram comunicados sobre as aulas nesta sexta-feira (14).

Procurados pelo Bem Notícias, até o fechamento desta reportagem, não havíamos conseguido contatar os coordenadores dos cursos de Administração e Agronomia, para obter informações sobre o que os levou a ignorar o movimento, no entanto, acadêmicos esclareceram que o cronograma foi mantido com o objetivo de evitar o comprometimento de conteúdo, e possível reposição de aulas, previstas para ocorrerem em contraturno e nos fins de semana.

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Educação

Professores da UNEMAT aderem à Greve Geral nesta sexta (14) convocada pelas Centrais Sindicais

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Professores da Universidade Estadual de Mato Grosso (UNEMAT), aderiram à Greve Geral nesta sexta-feira (14). Em Tangará da Serra, a categoria segue mobilizada pela manhã na Praça da Resistência e a noite, serão realizadas atividades culturais na Unemat, com pauta focada na defesa do direito de aposentadoria e o repúdio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019, da Reforma da Previdência.

A pauta central tem a defesa do direito de aposentadoria e o repúdio à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019, da Reforma da Previdência.

A decisão foi deliberada na última sexta-feira (07), durante Assembleia Geral Extraordinária, convocada pela Associação do Docentes da Unemat (ADUNEMAT) para todos os Campis da Universidade no Estado. A Assembleia foi convocada para tratar, dentre outras pautas, a adesão à Greve Geral que vem sendo construído desde o dia 1° de maio pelas Centrais Sindicais e movimentos sociais em todo o Brasil.

No texto da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 006/2019, a aposentadoria por tempo de contribuição irá acabar e as mulheres serão obrigadas a se aposentarem com, no mínimo, 62 anos de idade, e os homens 65 anos. Além disso, o tempo mínimo de contribuição subirá de 15 anos para 20 anos e os trabalhadores vão receber menos, apenas 60% do valor do benefício será pago se a reforma for aprovada. Para ter acesso à aposentadoria integral, o trabalhador terá de contribuir por pelo menos 40 anos.

Para a presidente da Adunemat, Sílvia Nunes, o motivo da Greve Geral é lutar contra a Reforma da Previdência. Segundo ela, a luta também é pela educação pública e gratuita que vem sendo realizada pelos governos federal e estadual. “Esse dia de greve é muito importante para mostrarmos ao governo federal, em específico, que conseguimos constituir uma greve unificada entre as centrais sindicais, entidades estudantis e movimentos sociais para lutar contra esses ataques a aposentadoria e a educação” reafirma a presidenta.


Além da adesão à Greve Geral do dia 14 de junho, a Assembleia teve como pontos de pauta a RGA 2019, MTPREV e Reivindicações dos Professores/as da UNEMAT para o Governo do Estado de Mato Grosso. Com informações de Assessoria de Imprensa.

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