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Primeiro Aston Martin elétrico, com 600 cv, será o mais novo carro de James Bond

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Aston Martin Rapide E: Sem abandonar a classe de James Bond, traz desempenho digno de supercarro, mas sem poluição
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Aston Martin Rapide E: Sem abandonar a classe de James Bond, traz desempenho digno de supercarro, mas sem poluição

A relação entre a Aston Martin e James Bond é histórica. Apesar de um BMW Z3 aqui e outro Z8 ali, ou uns modelos da Bentley e Lotus, além de Mustang e alguns esportivos, o clássico DB5 é o carro mais marcante do agente 007. Para dar continuidade aos modelos da marca inglesa nos filmes de Bond,  no dia 8 de abril de 2020, o público verá a mais nova criação da fabricante de GTs, o Rapide E, com motor elétrico. 

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Apesar de faltar ainda um ano, já se sabe como serão alguns dos detalhes do Aston Martin Rapide E. Serão apenas 155 unidades produzidas, com preços ainda não revelados. Entre os carros elétricos, o novo automóvel de James Bond
é um dos que garantirá mais eficiência, principalmente quando se pensa proporcionalmente à sua categoria.

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Poderá rodar até 320 km antes da próxima recarga, enquanto poderá acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 4 segundos e chegar aos 250 km/h. Tudo isso graças aos seus dois motores elétricos, projetado em parceria com a equipe Williams da Fórmula 1, que com uma bateria de 64 kWh, produzem juntos 600 cv e 96,8 kgfm, números encontrados em superesportivos.

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As gravações do 25º filme da franquia 007
devem começar em julho, e tem como uma das principais cidades Matera, no Sul da Itália. Trata-se do último filme de Daniel Craig como o agente secreto à serviço da Sua Majestade James Bond, após Cassino Royale, Quantum of Solace, Operação Skyfall e Spectre.

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Revolucionário como o 1º Aston de James Bond


Sean Connery, o primeiro James Bond, conquistava as telas com o seu Aston Martin DB5 super equipado
Divulgação
Sean Connery, o primeiro James Bond, conquistava as telas com o seu Aston Martin DB5 super equipado

Já citado aqui na matéria, o lendário DB5 se transformou em um ícone do agente secreto, desde que surgiu no filme “Goldfinger” (1964). A versão original vem com motor de seis cilindros em linha, de 4 litros e 282 cv, acoplado ao câmbio manual de cinco marchas, feito pela alemã ZF. Além de muito caro e exclusivo, era um dos mais velozes de sua época, capaz de superar os 230 km/h e chegar aos 100 km/h em menos de 8 segundos.

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Entre os truques que instalaram no DB5 de 007, estão jatos de óleo e fumaça para despistar quem ousar em perseguir o cupê, metralhadoras escamoteáveis e o famoso banco do passageiro ejetável. Inclusive, houveram também, cenas em que era servido champagne à James Bond
. Veremos como será o novo Aston Martin
Rapide E. Revolucionário certamente será, mas conseguirá.

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Fonte: IG Carros
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VW Polo Beats: versão vem com som mais caprichado. Mas será que vale a pena?

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VW Polo Beats preto
Carlos Guimarães/iG
VW Polo Beats pode vir com retrovisores pintados de vermelho e rodas de aro 17 oferecidas como opcional

Quem não gosta de música? É sempre bom curtir um som no carro e, não por acaso, as fabricantes costumam caprichar nesse tipo de sistema. No caso do VW Polo Beats, a Volkswagen oferece um pacote opcional que inclui quatro alto-falantes, 2 tweeters, amplificador e subwoofer, itens que vêm com outros detalhes como rede no porta-malas, que passa a ter volume variável.

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O preço? São R$ 2.360 que devem ser somados aos R$ 75.820 do VW Polo Highline básico, chegando nos R$ 78.180. E vale a pena? Bem, se você é exigente e espera uma qualidade de som realmente superior ao da versão básica, vai acabar se decepcionando. Foi o que concluímos depois de ouvir estilos de músicas diversas no carro, seja no pendrive ou no Spotify.

Claro, com o som da Beats , os graves e agudos são reproduzidos com mais clareza na comparação com o sistema que vem no Polo Highline convencional. Mas a diferença não justifica a diferença de preço. O subwoofer poderia surtir um efeito mais significativo. É pequeno e escondido no encosto do banco traseiro. Além disso, deveriam ter mais cuidado na escolha dos materiais de acabamento, levando em conta o som mais potente.

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São 300 W de potência do som ao todo e inclui amplificador de oito canais. Com isso, nem precisa aumentar muito o volume para a vibração das caixas de som começar a reverberar nas laterais das portas e no próprio painel, que na unidade avaliada veio pintada de vermelho como parte de outro pacote opcional, o “High Tech”, de R$ 4.230.

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Por esse preço, o carro vem com central multimídia de 8 polegadas com GPS embutido, sensor de estacionamento e câmera de ré, retrovisor anti-ofuscante, faróis automáticos, detector de fadiga, sensores (chuva e de luz) e rodas de aro 17 polegadas (R$ 1.070). Com tudo isso e o som Beats, o Polo Highline chega a custar R$ 85.050. 

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A nossa dica é: caso esteja pensando em comprar um Polo Highline, pelo menos o pacote com som Beats, não vale a pena, ao contrário do restante do carro, que está repleto de qualidades e com conjunto bem acertado. Isso inclui o motor 1.0, turbo, de três cilindros e sobrealimentação, capaz de gerar 128 cv e bons 20,4 kgfm de torque a meros 2.000 rpm.

 Além do som do VW Polo Beats

interior do VW Polo Beats
Divulgação
VW Polo Beats vem com painel pintado de vermelho quando vem com o pacote “high tech”, de R$ 4.230

O câmbio automático, de seis marchas, tem hastes atrás do volante e relações bem escalonadas. Em baixas rotações, porém, em situações em que é preciso ter mais força, como em subidas, o melhor é usar as trocas sequenciais, reduzir um ou duas marchas e seguir em frente, com o carro respondendo com vigor.

A estabilidade nas curvas é outro ponto alto do carro, ainda mais com as rodas de aro 17 montadas em pneus 205/50R. Com boa rigidez torcional da carroceria, suspensão bem calibrada e baixo vão livre do solo (14,9 cm), o carro sempre transmite segurança. Mas é bom ter certa cautela em valetas e lombadas.

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A eficiência do Polo Highline também inclui a direção com assistência elétrica, leve e precisa nas manobras. Bom também é que o carro consegue aliar bom desempenho com economia de combustível. Conforme dados do Inmetro, faz 11,4 km/l de gasolina na cidade e 13,9 km/l na estrada, números que passam para 7,9 km/l e 9,5 km/l com etanol respectivamente.

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O espaço interno é suficiente para cinco ocupantes e a ergonomia é boa, com comandos bem posicionados e fáceis de serem acionados. No porta-malas, vão razoáveis 300 litros. O isolamento acústico é adequado para filtrar os ruídos incômodos e não há do que reclamar da visibilidade, inclusive a proporcionada pelos retrovisores.

Conclusão

Não vale a pena pagar os R$ 2.360 pelo pacote que inclui o som da Beats. Como apreciadores da boa música, esperávamos bem mais da qualidade do som oferecida. Mas, o VW Polo Highline em si, esse vale, pelo conjunto bem acertado e eficiente, entre outras qualidades.  

Preço: a partir de R$ 75.820 (R$ 78.180 com pacote Beats)

Motor:  1.0, três cilindros, turbo flex

Potência:  128 cv (E) / 115 cv (G) a 5.500 rpm

Torque:  20,4 kgfm a 2.000 rpm

Transmissão:  Automático, seis marchas, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo de torção (traseira)

Freios:  Discos ventilados (dianteiros) / discos sólidos (traseiros)

Pneus:  195/55 R16 (205/50R 17 opcional)

Dimensões: 4,06 m (comprimento) / 1,75 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,57 m (entre-eixos)

Tanque: 52 litros

Porta-malas: 300 litros 

Consumo etanol: 7,9 km/l (cidade) / 9,5 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 11,4 km/l (cidade) / 13,9 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 9,6 segundos


Velocidade máxima: 192 km/h

Fonte: IG Carros
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Novo Range Rover Evoque chega às lojas no fim do mês com várias mudanças

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Evoque
Cauê Lira/iG Carros
Range Rover Evoque se transforma em “mini-Velar” na nova geração. Confira as novidades do SUV

O Range Rover Evoque chega ao Brasil com mais estilo e tecnologia em sua segunda geração. Com fortes influências do irmão Velar, o SUV compacto da marca inglesa já pode ser encomendado nas concessionárias por R$ 312.900. Haverá uma versão limitada de lançamento de R$ 322.300, onde o Evoque trará acabamento especial, pintura metálica e coluna de direção elétrica.

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O motor é o conhecido 2.0 Ingenium de 300 cv, com um novo sistema híbrido leve que deixa o Range Rover Evoque cerca de 6% mais econômico. De acordo com a marca, o SUV pode acelerar de 0 a 100 km/h em apeas 6,6 segundos, com 242 km/h de velocidade máxima.

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A bateria está acoplada na nova plataforma PTA, feita de materiais ultra-resistentes. Sua estrutura totalmente renovada (apenas as dobradiças das portas foram reaproveitadas do modelo antigo) permite que o Evoque atravesse até 600 mm de água, sendo que o aventureiro Defender poderia fazer a travessia com apenas 500 mm. “Perfeito para as enchentes de São Paulo”, brinca Paulo Manzano, diretor de marketing da Jaguar Land Rover.

Apesar de ser um veículo urbano, o Evoque traz diversos modos de condução para o off-road. É possível selecionar entre as categorias grama, cascalho, neve, lama e areia. Cheio de tecnologia, o modelo traz controle de cruzeiro adaptativo, assistente de ponto cego, monitor de tráfego reverso e de fadiga.

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Range Rover Evoque: maior e melhor

Além do visual, o Evoque também importa as maçanetas retráteis do Velar . São 4,37 metros de comprimento, 2,10 m de largura e 1,64 m de altura. De acordo com os executivos, uma das grandes reclamações dos proprietários do Evoque antigo dizia respeito ao espaço interno. Por conta disso, a marca ampliou o entre-eixos para 2,68 metros (+21 mm).

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Conforme apurado pela reportagem do iG Carros, há planos de nacionalizar o Range Rover Evoque em Itatiaia (RJ), ainda que os executivos estejam discutindo a possibilidade. No momento, o complexo é responsável apenas pela montagem do Discovery Sport, com previsão de 3 mil unidades emplacadas em 2019.

Fonte: IG Carros
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