conecte-se conosco

  • banner_Lorenzetti_1250x250

Economia

Presidente da Eletrobras fica no cargo e vai tocar privatização da estatal

Publicado


“O processo de capitalização é necessário. Esse é o próximo passo da Eletrobras
Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

“O processo de capitalização é necessário. Esse é o próximo passo da Eletrobras”, enfatizou Wilson Ferreira Jr.

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., disse nesta quarta-feira (2) que foi convidado a permanecer à frente da companhia durante a presidência de Jair Bolsonaro (PSL). A pedido do almirante Bento Albuquerque, novo ministro de Minas e Energia, Ferreira Jr. segue no cargo para tocar o processo de privatização da estatal.

Leia também: Processo de privatização da Eletrobras vai continuar em 2019, diz novo ministro

Ferreira Jr., porém, que assumiu o posto em 1º de julho de 2016 por indicação de Michel Temer, não deixou claro se o projeto de privatização da empresa enviado pela gestão anterior ao Congresso Nacional será retomado. “O processo de capitalização é necessário, o nível que vamos ter vamos ter de conversar”, afirmou. “Esse é o próximo passo da Eletrobras
.”

O projeto de Temer, encaminhado ao Congresso em janeiro do ano passado, prevê que a privatização da Eletrobras se dê por um processo de capitalização até que as ações da União sejam pulverizadas e esta se torne sócia minoritária da empresa. “Definição sobre isso [processo de privatização] não existe. O que é certo é que é necessário um processo de capitalização”, enfatizou o presidente da estatal.

Angra 3


No fim de 2018, a Eletrobras anunciou que investiria R$ 12 bilhões nos próximos cinco anos para concluir Angra 3
Divulgação

No fim de 2018, a Eletrobras anunciou que investiria R$ 12 bilhões nos próximos cinco anos para concluir Angra 3

Ferreira Jr. disse ainda que o aceno do ministro de Minas e Energia em direção à retomada das obras da usina nuclear de Angra 3, no Rio de Janeiro, é uma pauta importante para o governo. Para o presidente da Eletrobras, o fato de o almirante ter conhecimento do tema pode ter pesado na decisão.

Antes de ser indicado para o ministério, Bento Albuquerque foi diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, órgão que comanda o Programa de Desenvolvimento de Submarinos e o Programa Nuclear da Marinha.

Leia também: Eletrobras vai investir R$ 12 bilhões até 2023 para concluir usina de Angra 3

Hoje, as obras em Angra 3 estão paradas, mas 63% do empreendimento já foram concluídos. Sua construção foi interrompida em 2015, em partes por falta de recursos, mas muito porque havia suspeitas de superfaturamento e denúncias de corrupção envolvendo empresas contratadas para as obras da usina. No fim do ano passado, a Eletrobras
anunciou que investiria R$ 12 bilhões nos próximos cinco anos para terminar as obras na usina.

*Com informações da Agência Brasil

Comentários Facebook

Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

Publicado

Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

Continue lendo

Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

Publicado

Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana