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Economia

Prejuízo da Embraer sobe 23% no primeiro trimestre e registra R$ 160 milhões

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Avião da Embraer
Divulgação/Embraer
Apesar do prejuízo, Embraer manteve carteira de pedidos em dia


A Embraer registrou prejuízo líquido atribuído aos acionistas de R$ 160,8 milhões no primeiro trimestre deste ano. De acordo com informações divulgadas pela empresa nesta quarta-feira (15), o número revela alta de 23% em comparação com o prejuízo registrado no mesmo período do ano passado.

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Já o prejuízo líquido ajustado, ou seja, o prejuízo sem impostos, foi de R$ 229,9 milhões nesses primeiros três meses. Segundo a Embraer
, em 2018, a perda líquida ajustada havia sido de R$ 208,9 milhões.

Além do recuo nas contas, a fabricante brasileira 
também informou que as entregas de aeronaves foram menores neste primeiro trimestre, o que negativou o resultado operacional em R$ 53,7 milhões. Em 2018, quando o resultado operacional registrou prejuízo
de R$ 27,7 milhões, 25 aeronaves foram entregues, três a mais do que neste ano, quando a empresa entregou 22.

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Apesar da diminuição, a Embraer manteve a previsão de entregar de 85 a 95 jatos comerciais e 90 a 110 jatos executivos, com US$ 16 bilhões na carteira de pedidos. Um ano antes, a carteira era de US$ 19,5 bilhões.

Boeing-Embraer

Na última semana, a Embraer informou que não iria apresentar as informações financeiras trimestrais (ITR) dentro do prazo da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já que a parceria com a companhia americana Boeing
vai separar os ativos e passivos da área comercial da empresa.


Os números do balanço divulgado nesta quarta-feira (15), portanto, não consideram os efeitos da do acordo entre Embraer
e Boeing

.

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Fonte: IG Economia
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Economia

Governo anuncia hoje a privatização dos Correios de outras 16 empresas

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Jair Bolsonaro e Paulo Guedes arrow-options
Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr
Bolsonaro e Guedes adiantam que Correios é uma das 17 empresas que serão anunciadas na lista do PPI

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou que o governo vai anunciar, nesta quarta-feira (21), uma lista com 17 empresas públicas que serão incluídas na lista de privatização até o final deste ano. Apesar de Guedes não adiantar o nome de todas as companhias, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) confirmou que as mudanças começarão com os Correios .

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“A lista do Programa de Parcerias de Investimentos ( PPI ) para o processo de privatização começa pelos Correios, o resto não lembro de cabeça”, disse o presidente, na saída do Palácio da Alvorada nesta manhã.

Bolsonaro ainda afirmou que o processo de privatização é “bastante longo” e deve “passar pelo Congresso”. Porém, segundo Guedes, o governo promete acelerar o que puder para conseguir colocar o programa em prática o quanto antes.

“As coisas estão acontecendo devagarzinho, vai uma BR Distribuidora aqui, daqui a pouco vem uma Eletrobras, uma Telebras, daqui a pouco vem também os Correios, está tudo na lista. Amanhã deve ser anunciado umas 17 empresas só para completar o ano. Ano que vem tem mais”, disse o ministro durante um evento do jornal Valor Econômico, na capital paulista. “Tem gente grande que acha que não vai entrar [na lista], mas que vai entrar sim na faca”, alertou.

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Paulo Guedes também ressaltou que o governo atingiu, em agosto, a meta de arrecadação de recursos com privatizações, de R$ 80 bilhões, estipulada para todo o ano de 2019. “Na privatização nós vamos acelerar. E nós achamos que vamos surpreender”, disse.

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De acordo com o site Poder 360 , a lista completa das empresas que podem ter as privatizações assinadas seria assim:

  • Eletrobras
  • Correios
  • Telebras
  • Casa da Moeda
  • Emgea
  • ABGF
  • Serpro
  • Dataprev
  • Ceagesp
  • Ceasaminas
  • CBTU
  • Trensurb
  • Codesa
  • EBC
  • Ceitec
  • Lotex
  • Codesp

Fonte: IG Economia
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Economia

Grãos: soja fica mais cara e arroz tem queda no preço nesta quarta-feira

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Divulgação/Ministério da Agricultura
A saca de 60 quilos da teve alta de 0,51% no Paraná e é comercializado a R$ 79,26

A saca de 60 quilos da soja começou a quarta-feira (21) com alta de 0,51% no Paraná, onde grão é vendido a R$ 79,26. Na cidade de Bebedouro, em São Paulo, o produto é comercializado a R$ 88,50. Enquanto em Dourados, no Mato Grosso do Sul a mercadoria é vendida a R$ 77,50, a cidade goiana de Rio Verde negocia a soja a R$ 78,50.

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Já a saca de 50 quilos do arroz vendido do Rio Grande do Sul teve redução de 0,18% no preço. O produto em terras gaúchas é negociado a R$ 43,60. Enquanto isso, o valor do açúcar registra aumento de 0,07% na cidade de São Paulo e chega a R$ 60,29.


No mercado financeiro, o preço da saca de 60 quilos do milho teve alta de 0,33% e é negociada a R$ 36,40. Em Campinas, em São Paulo, o produto registrou baixa de 0,20% no valor e a saca é comercializada a R$ 35,71. Em Cascavel, no Paraná, o preço é R$ 33. Em Rondonópolis, no Mato Grosso, o produto é vendido a R$ 29. Em Barreiras, na Bahia, o preço à vista é R$ 31. Os valores são do Canal Rural e Cepea.

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Fonte: IG Economia
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