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Política

Prefeitura Municipal já tem autorização para iniciar as obras de captação de água do Rio Sepotuba

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O documento autorizando a Prefeitura Municipal dar sequência às obras de captação, tratamento e distribuição de água do Rio Sepotuba chegou às mãos do Prefeito Municipal Vander Masson na manhã desta quarta-feira (11/05). A outorga foi entregue pelo Diretor Regional da SEMA Jeferson Zucchi em solenidade realizada no Gabinete de Políticas Públicas para Mulheres, no Paço Municipal.

O documento que apresenta um diagnóstico ambiental encaminha e libera a licença de captação de água instalação da rede e de equipamentos acessórios, como bombas de propulsão e semelhantes. “Tivemos que fazer alguns ajustes, corrigimos alguns pontos e enviamos para a SEMA que prontamente analisou e hoje está entregando esse documento. Agora sim, podemos dar sequência às obras e realizar o sonho da população tangaraense”, salientou o Chefe do Executivo Municipal em entrevista coletiva realizada no momento da entrega da outorga.

O Diretor Regional da SEMA, Jeferson Zucchi explicou que a entidade deu prioridade absoluta ao processo por conta da sua importância para a coletividade “a SEMA entende que é um processo de extrema importância para Tangará da Serra e ressalto que todos os requisitos estabelecidos na lei foram seguidos”, disse. O projeto apresentado pelo Executivo e aprovado pela SEMA valerá por quatro anos e atende todos os requisitos estabelecidos pela legislação tanto técnicos como documentais, atestou o Diretor da SEMA.

O Prefeito Municipal informou ainda, em entrevista coletiva concedida na presença de Vereadores e Secretários Municipais que a obra será conduzida pela Secretaria de Infraestrutura. Contudo, uma licitação ainda será realizada para contratar alguns profissionais técnicos para acompanhar a obra (topógrafo e engenheiro). Masson estima que em 30 dias a obra esteja a pleno e paralelamente alguns ajustes serão feitos no sistema já existente como precaução ao próximo período de estiagem.

Assessoria de Imprensa

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Mato Grosso

Servidores estaduais com dependentes deficientes poderão trabalhar de casa

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O governador Mauro Mendes decretou o regime de teletrabalho aos servidores do Estado que possuam filhos, cônjuges ou dependentes com deficiências. Os servidores que se enquadrarem no regime poderão optar pela modalidade de trabalho que melhor se enquadre na sua situação.

O decreto deve ser publicado ainda nesta quarta-feira, 25, no Diário Oficial e também vai regulamentar as hipóteses de teletrabalho aos demais grupos de servidores. “Sabemos que os servidores nessa situação precisam de um tratamento diferenciado para que possam cumprir sua jornada e, ao mesmo tempo, zelar pela saúde e qualidade de vida de filhos ou dependentes com alguma deficiência. E esse decreto vem para trazer esse benefício”, afirmou o governador.

As regras

Conforme o texto, os servidores com filhos, cônjuges ou dependentes com deficiência poderão optar por cumprir a carga horário em teletrabalho de forma integral ou híbrida.

No modelo integral, os servidores cumprem presencialmente um dia ao mês no ambiente de trabalho e os demais em teletrabalho.

Caso opte pelo formato híbrido, os servidores poderão alternar a jornada de “forma remota com a presencial por dias ou períodos fixados de revezamento”. Ou seja, poderão escolher trabalhar dois dias na semana de forma presencial e os demais em teletrabalho, ou dividir metade da carga horária diária (quatro horas) de forma presencial e a outra metade em homeoffice.

Em ambas as modalidades, será exigida produtividade 25% menor a esse grupo de servidores em comparação aos servidores que atuam em regime presencial. Os servidores cujas funções não sejam compatíveis com o teletrabalho poderão pedir remoção para outra unidade na qual haja essa compatibilidade.

Com Secom-MT

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Mato Grosso

Eduardo Sanches considera absurda proposta de PT e PSB de encerrar Escolas Militares

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O vereador por Tangará da Serra, Eduardo Sanches (Republicanos) criticou uma proposta anunciada pela frente de esquerda formada por PT e PSB, de encerrar as atividades das escolas cívico-militares no Brasil em caso de vitória do ex-presidente Lula nas eleições de outubro deste ano.

Segundo o parlamentar, tal proposta afeta diretamente Tangará da Serra, assim como todo o Estado de Mato Grosso.

Durante a sessão ordinária ocorrida na tarde de terça-feira, 17, o vereador repudiou a possibilidade da esquerda, se eleita, acabar com as escolas militares. “A Escola Militar é uma conquista do Povo Brasileiro. É algo altamente positivo que tem proporcionado a melhoria da educação de muitas crianças e jovens pelo país”, afirmou Sanches.

O vereador lembrou que Tangará da Serra foi contemplada com a Escola Estadual da Polícia Militar Tiradentes – 1º Tenente PM Salomão Fernandes Ferreira Piovesan, elogiou a instituição e enfatizou que é totalmente contra a proposta de PT/PSB de pôr fim às escolas militares.

“Sou contra essa proposta absurda, seja do PT, do PSB, seja do Lula, do Alckmin ou de quem os aconselha. É um absurdo imaginar que Tangará, nossa região, o Estado, enfim, o país, poderão ficar sem as escolas cívico-militares que tão bem estão fazendo a nossos alunos”, pontuou Eduardo Sanches.

A proposta avaliada pela esquerda no plano nacional foi divulgada pela mídia brasileira. De acordo com o portal Metrópoles, a ideia é defendida pelo grupo que aconselha a campanha de Lula na educação, por considerar que a militarização das escolas é uma bandeira do governo Bolsonaro.

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