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Economia

Preço da gasolina nas bombas cai pela quinta semana consecutiva, indica ANP

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A queda do preço da gasolina nas bombas, ainda que mais modesta, coincide com a redução dos valores praticados nas refinarias, que foram cortados em 3,53% (R$ 0,05) pela Petrobras, chegando a R$ 1,5007
Marcelo Camargo/Agência Brasil

A queda do preço da gasolina nas bombas, ainda que mais modesta, coincide com a redução dos valores praticados nas refinarias, que foram cortados em 3,53% (R$ 0,05) pela Petrobras, chegando a R$ 1,5007

Na semana passada, o preço da gasolina nos postos caiu 1,3% em relação à anterior, passando de R$ 4,614 para R$ 4,554. É a quinta semana consecutiva de queda, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (26) pela Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP).

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A queda do preço da gasolina nas bombas, ainda que mais modesta, coincide com a redução dos valores praticados nas refinarias, que foram cortados em 3,53% (R$ 0,05) pela Petrobras, chegando a R$ 1,5007. O repasse – parcial ou total – do desconto para o consumidor final depende dos postos de combustíveis.

Somente no mês de novembro, segundo dados levantados pela ANP, o preço da gasolina nas refinarias já acumula queda de 19,42%, enquanto a média praticada nas bombas reduziu apenas 3,6%. 

A Petrobras adota essa política de reajuste dos preços desde julho de 2017. De acordo com a metodologia, as mudanças podem acontecer mais frequentemente, inclusive todos os dias, e refletem os preços praticados nos mercados internacionais e a cotação do dólar . Desde então, segundo o jornal Valor Econômico , o preço da gasolina nas refinarias acumula alta de 14,39%.

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Raio-X do preço da gasolina


De acordo com cálculos feitos pela própria Petrobras, os valores praticados nas refinarias equivalem a 27% do preço pago pelos consumidores finais nos postos; outros 45% são formados por tributos
Shutterstock

De acordo com cálculos feitos pela própria Petrobras, os valores praticados nas refinarias equivalem a 27% do preço pago pelos consumidores finais nos postos; outros 45% são formados por tributos

De acordo com cálculos feitos pela própria Petrobras , os valores praticados nas refinarias equivalem a 27% do preço pago pelos consumidores nos postos. Essa porcentagem aproximada leva em conta a coleta de preços feita pela estatal entre os dias 11 e 17 de novembro em 13 regiões metropolitanas do País.

Outros 45% são formados basicamente por tributos. Destes, 30% correspondem ao ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços), recolhido pelos estados, e outros 15% são relativos à Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) e ao PIS/Cofins, de competência da União.

A diferença entre os impostos estaduais e federais está na forma com que são cobrados. O ICMS varia de acordo com o que é praticado nos postos, então cada vez que o preço da gasolina sobe, os estados arrecadam mais dinheiro. O PIS/Cofins e a Cide, ao contrário, são valores fixados por litro: o primeiro é de R$ 0,7925 e o segundo, de R$ 0,10.

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Do restante do  preço da gasolina , 12% correspondem ao custo do etanol anidro, que, segundo a lei, deve compor 27% da gasolina comum. Os últimos 16%, por sua vez, são relativos aos custos e ao lucro de distribuidores e postos. Há cerca de seis meses, essa fatia era de 12%, o que sugere um aumento de quatro pontos percentuais na margem de lucro desses agentes.

Leia mais:  Mercado reduz projeção pela terceira vez consecutiva e espera inflação em 4,23%

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Economia

Paulo Guedes coloca tucano como secretário para articular reforma da Previdência

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Deputado Rogério Marinho será secretário da Previdência no governo Bolsonaro
Marcelo Camargo/ABr

Deputado Rogério Marinho será secretário da Previdência no governo Bolsonaro

O deputado federal Rogério Simonetti Marinho (PSDB-RN), 55 anos, assumirá a Secretaria Especial da Previdência Social. A escolha foi feita pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e confirmada em nota oficial. Marinho deverá ser um dos principais articuladores entre o governo e o Congresso Nacional para avançar na reforma da Previdência.

Leia também: Impostos devem subir se a reforma da Previdência não for feita, diz ministro

Relator da reforma trabalhista na Câmara, Rogério Marinho não se reelegeu para deputado federal do Rio Grande do Norte pelo PSDB nas eleições de outubro. Economista de formação, foi secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte.

Assim como o atual ministro da Fazenda Eduardo Guardia, Paulo Guedes e o presidente eleito defendem a urgência da votação da reforma da Previdência . Bolsonaro quer que, pelo menos parte do texto, avance já no primeiro semestre de 2019. Segundo ele, há a possibilidade de aproveitar parte da proposta encaminhada pelo presidente Michel Temer.

 O ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, confirmado para a Casa Civil, evita apostar em datas, mas mantém a expectativa de votação já no primeiro ano do futuro governo. Segundo ele, é necessário “consertar” o sistema previdenciário . De acordo com ele, não é justo deixar a Previdência atual para os filhos e netos e é preciso que o país seja capaz de criar um novo sistema.

Leia mais:  Receita paga restituições do 6º lote do Imposto de Renda nesta sexta-feira

Rogério Marinho terá um secretário adjunto


Leonardo Rolim será secretário-adjunto de Rogério Marinho na Previdência
Divulgação/MPS

Leonardo Rolim será secretário-adjunto de Rogério Marinho na Previdência

Leonardo Rolim será o Secretário Adjunto de Previdência. Ele é consultor de orçamento da Câmara dos Deputados, tem mestrado em Direção e Gestão de Planos e Fundos de Pensão pela Universidad de Alcalá, na Espanha, especialização em Administração (UnB) e em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Enap).

Leia também: Discutir a Previdência agora só traria mais problemas, diz futuro secretário de Paulo Guedes

Rolim foi secretário de políticas de previdência social do Ministério da Previdência Social e presidente do Conselho Nacional dos Dirigentes de Regimes Próprios de Previdência Social (Conaprev).

Em nota, Guedes afirmou que o processo de escolha está na reta final: “A equipe de transição está em fase final de preparação da nova estrutura do futuro Ministério da Economia. Assim, o detalhamento do organograma e das atribuições de cada pasta será divulgado em breve.”

Com a escolha de Rogério Marinho , o Ministério da Economia busca uma maior aproximação com o Congresso. Como o tucano foi relator da reforma trabalhista, que passou com folga em 2017, o ministro quer que essa influência seja benéfica ao próximo governo.

*Com Agência Brasil

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O deputado federal Rogério Simonetti Marinho (PSDB-RN), 55 anos, assumirá a Secretaria Especial da Previdência Social. A escolha foi feita pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e confirmada em nota oficial. Marinho deverá ser um dos principais articuladores entre o governo e o Congresso Nacional para avançar na reforma da Previdência.

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Relator da reforma trabalhista na Câmara, Rogério Marinho não se reelegeu para deputado federal do Rio Grande do Norte pelo PSDB nas eleições de outubro. Economista de formação, foi secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte.

Assim como o atual ministro da Fazenda Eduardo Guardia, Paulo Guedes e o presidente eleito defendem a urgência da votação da reforma da Previdência . Bolsonaro quer que, pelo menos parte do texto, avance já no primeiro semestre de 2019. Segundo ele, há a possibilidade de aproveitar parte da proposta encaminhada pelo presidente Michel Temer.

 O ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, confirmado para a Casa Civil, evita apostar em datas, mas mantém a expectativa de votação já no primeiro ano do futuro governo. Segundo ele, é necessário “consertar” o sistema previdenciário . De acordo com ele, não é justo deixar a Previdência atual para os filhos e netos e é preciso que o país seja capaz de criar um novo sistema.

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Rogério Marinho terá um secretário adjunto


Leonardo Rolim será secretário-adjunto de Rogério Marinho na Previdência
Divulgação/MPS

Leonardo Rolim será secretário-adjunto de Rogério Marinho na Previdência

Leonardo Rolim será o Secretário Adjunto de Previdência. Ele é consultor de orçamento da Câmara dos Deputados, tem mestrado em Direção e Gestão de Planos e Fundos de Pensão pela Universidad de Alcalá, na Espanha, especialização em Administração (UnB) e em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Enap).

Leia também: Discutir a Previdência agora só traria mais problemas, diz futuro secretário de Paulo Guedes

Rolim foi secretário de políticas de previdência social do Ministério da Previdência Social e presidente do Conselho Nacional dos Dirigentes de Regimes Próprios de Previdência Social (Conaprev).

Em nota, Guedes afirmou que o processo de escolha está na reta final: “A equipe de transição está em fase final de preparação da nova estrutura do futuro Ministério da Economia. Assim, o detalhamento do organograma e das atribuições de cada pasta será divulgado em breve.”

Com a escolha de Rogério Marinho , o Ministério da Economia busca uma maior aproximação com o Congresso. Como o tucano foi relator da reforma trabalhista, que passou com folga em 2017, o ministro quer que essa influência seja benéfica ao próximo governo.

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