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Portaria regulamenta fiscalização com cães e cria centro de treinamento

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O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, assinou nesta segunda-feira (26) a portaria 74, que regulamenta o emprego de cães de detecção de odores (farejadores) nos procedimentos de fiscalização agropecuária. A assinatura aconteceu com a presença, no gabinete do ministro, do cão Léo, que fiscaliza voos internacionais que chegam em Brasília. Léo circulou pelo ministério, recebeu afagos e foi muito fotografado. A versatilidade destes animais é considerada grande, já que são capazes de vistoriar também correspondência, cargas, drogas e explosivos. O cão pode trabalhar ao longo do dia, com pequenos intervalos, reconhecendo cerca de 80 tipos de odores diferentes.

Na portaria 74, fica estabelecido também o Centro Nacional de Cães de Detecção (CNCD), que será construído junto ao Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). O centro terá a responsabilidade de treinar os cães de detecção para atuarem nos aeroportos de todo o país. O objetivo reforçar os mecanismos de controle e fiscalização agropecuária.


Segundo o coordenador geral do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), Fernando Mendes, “o Ministério Público do Distrito Federal, vai doar 10 cães para serem treinados e destinados a atuar nos aeroportos do país”.

“É uma forma de reforçar a fiscalização sem impactar as operações dos terminais, pois as bagagens são farejadas antes de caírem nas esteiras dos aeroportos”, explicou Mendes. O treinamento será feito em grupos de três cães por vez. Nesta terça-feira (27) deverão ser selecionados os três primeiros cães para serem treinados e atuarem nos aeroportos de Guarulhos (SP), Galeão (RJ) e em Belém (PA). Em dois anos, todos os cães poderão atuar nessa fiscalização.

Os terminais de Guarulhos e do Galeão foram escolhidos pelo grande movimento de passageiros. E o terminal Júlio Cesar Ribeiro, em Belém, para fazer o controle da entrada de frutas, evitando a disseminação da mosca da carambola.

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Os cães também deverão atuar na fiscalização nas fronteiras dos estados que iniciarem a retirada da vacinação contra a febre aftosa, a partir do próximo ano: Acre, Rondonia e também no Paraná, para monitorar a entrada de produtos de origem animal e evitar a entrada da febre aftosa no país.

 

Mais informações à Imprensa
Coordenação Geral de Imprensa
Janete Lima
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No Acre, ministra afirma que está negociando exportação de carne para o Peru

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Em viagem ao Acre, onde foi acompanhar o início da primeira colheita de soja no estado, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) informou que está negociando junto ao governo do Peru a abertura do mercado daquele país para a carne brasileira, principalmente a produzida no Norte do país. Ela disse que não faz sentido o Peru comprar carne de países distantes, como Austrália e Estados Unidos, e estar com o mercado fechado para a produção de excelente qualidade do Brasil. A ministra convidou o governador do Acre, Gladson Cameli, a acompanhá-la em viagem ao Peru, juntamente com uma comitiva de produtores acreanos, para negociar a abertura do mercado.

“Nós já estamos bem encaminhados”, disse Tereza Cristina, em relação às negociações com o governo peruano. “Vamos ter uma missão, em breve, para o Peru para abrir o mercado de carnes. A gente sabe que vocês (do Acre) têm um potencial enorme na pecuária, e o Peru importa carne da Austrália. Olha a distância! Eles estão lá do outro lado do mundo e nós temos aqui carne de qualidade. O governador nos acompanhará para mostrar tudo que vocês têm de bom aqui”.


A ministra visitou a primeira plantação de soja da Fazenda Mariana, nos arredores de Rio Branco, a capital do estado, e ficou satisfeita ao conversar com a produtora rural Fátima Maciel, integrante do Sindicato dos Trabalhadores Rurais do estado. Fátima contou à ministra que tinha medo de plantar soja, porque diziam a ela que o produto deixava os solos inférteis. Mas ela finalmente teve acesso à cultura e se surpreendeu positivamente. “O solo é adubado pela palha da soja e continua fértil. A palha funciona como adubo”, disse a trabalhadora. “Ouvir esse depoimento já valeu a minha viagem”, respondeu a ministra.

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Produção com sustentabilidade

Tereza Cristina disse esperar que a produção de soja aumente a cada ano no Acre, com responsabilidade ambiental. Nesta primeira safra, o estado plantou 500 hectares com soja. “Se Deus quiser, ano que vem eu venho aqui e já vai ter mil, dois mil hectares. E isso sem comprometer o meio ambiente, fazendo isso com sustentabilidade. Nós temos como fazer, nós temos tecnologia hoje para isso. O Brasil é campeão em tecnologia na agricultura tropical, só ele tem, e precisamos exportar nossa tecnologia”, afirmou a ministra.

A ministra disse que vai tentar resolver um problema que aflige os produtores do Acre, a dificuldade de transportar cargas até a Bolívia. “É uma insensatez que os caminhões tenham de andar 3 mil quilômetros para levar carne a um país tão próximo. Isso tira toda a margem (de lucro) do empresário que está produzindo aqui, o problema da passagem é um absurdo. Então vamos sentar e endurecer um pouquinho esse jogo para ver se conseguimos que toda a carne que vai para a Bolívia não tenha de dar essa volta, porque isso é mortal”.

Tereza Cristina disse também que “o Ministério da Agricultura está aberto para todos aqueles que querem empreender”. Segundo ela, é preciso “desburocratizar muita coisa” e tornar os processos mais simples e menos demorados. “Simplificar processos não quer dizer que não vamos cumprir lei. Nós vamos cumprir sim, mas não podemos deixar coisas que podem ser resolvidas rapidamente levem anos de gaveta em gaveta, deixando o empresariado esperando para investir”.

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Mais informações à imprensa:Coordenação-geral de Comunicação Social
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Fonte: MAPA GOV
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Cursos do Soja Plus começam em março

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Sustentabilidade

Cursos do Soja Plus começam em março

Interessados devem procurar Sindicato Rural das cidades. Esta é a nona edição dos treinamentos que são oferecidos gratuitamente


22/02/2019

Produtores rurais poderão se capacitar nos cursos de qualidade de vida no trabalho a partir de 22 de março.  Oferecidas pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-MT), por meio do programa Soja Plus, as qualificações começarão por Diamantino e devem percorrer outros 33 municípios. Interessados devem procurar Sindicato Rural das cidades. Esta é a nona edição dos treinamentos que são oferecidos gratuitamente.


Os cursos são baseados na Norma Regulamentadora 31 (NR31) – Qualidade de Vida no Trabalho e Saúde e Segurança no Trabalho Rural. Conforme explica a gerente de Sustentabilidade da Aprosoja-MT, Marlene Lima,  os cursos tem por principal objetivo preparar os produtores de soja e milho de Mato Grosso, quanto às questões de legislação trabalhistas, previdenciária,  gestão e segurança no trabalho, bem como prevenção de acidentes.

“Essa é uma oportunidade ímpar para o produtor rural obter informações quanto às legislações trabalhistas e evitar alguns riscos nas fazendas, como multas, notificações e até acidentes de trabalho, por exemplo”, enfatizou Marlene.

Produtores rurais que desejarem fazer o curso devem procurar os Sindicatos Rurais ou supervisores de campo da Aprosoja-MT, pois os cursos já estão programados ao longo do ano e irão percorrer os municípios de Diamantino, Vera, Ipiranga do Norte, Jaciara, Tabaporã, Lucas do Rio Verde, Tapurah, Sapezal, Cláudia, Sinop, Alta Floresta, Alto Taquari, Matupá, Porto Alegre do Norte, Confresa, Nova Mutum, Nova Maringá, Porto dos Gaúchos, Campos de Júlio, Tangará da Serra, Campo Verde, Itiquira, Rondonópolis, Sorriso, Querência, Gaúcha do Norte, Canarana, Água Boa, Nova Xavantina, Campo Novo do Parecis, Vila Rica, Primavera do Leste, Paranatinga e São José do Xingu.

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“As datas de onde os cursos vão percorrer serão disponibilizadas nos próximos dias. Este ano caso o produtor rural não consiga se adaptar ao horário das qualificações, vamos oferecer uma flexibilização. Basta procurar os supervisores de campo da sua região”, concluiu Marlene Lima.

Soja Plus

O Soja Plus é um programa de melhoria contínua das propriedades rurais, com objetivo de aumentar a eficácia da gestão e preparar o produtor rural para atender as demandas de forma mais sustentável, econômico, social e ambientalmente. O curso é um pré-requisito para os agricultores serem inseridos no programa.

 

Fonte: Ascom Aprosoja


Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215

Email: [email protected]

Fonte: APROSOJA
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