conecte-se conosco


Política Nacional

Por ordem de Bolsonaro, PSL abandona base do governo Witzel

Publicado

source
Wilson Witzel e Jair Bolsonaro arrow-options
Marcos Corrêa/PR
Wilson Witzel, governador do Rio, em encontro com o presidente Jair Bolsonaro

Por ordem de Jair Bolsonaro , o PSL, partido com mais deputados na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), decidiu deixar a base do governador Wilson Witzel (PSC). A decisão foi
comunicada oficialmente nesta segunda-feira (16), por meio de nota. A ruptura ocorreu após Bolsonaro condenar entrevistas de Witzel à revista Época e à GloboNews nas quais o
governador fez críticas à gestão do presidente e manifestou intenção de se lançar candidato à Presidência. Por meio do Twitter, o presidente negou a informação: “Não determinei
nada. Fakenews!”

Leia também: Já em Brasília, Bolsonaro diz que reassume Presidência na terça

Todos os 12 deputados estaduais do PSL terão que entregar os cargos que mantêm no governo, inclusive a deputada federal Major Fabiana, nomeada no mês passado por Witzel para a Secretaria de Vitimização, pasta que dá assistência a policiais e vítimas de bala perdida. Vice-líder do governo Witzel na Alerj, Alexandre Knoploch (PSL) também deixará a
função.

Leia também: Frota pede desculpas a Ciro Gomes e diz que ele “tinha razão sobre Bolsonaro”

Deputados do partido aguardam orientação de Flávio Bolsonaro , presidente do PSL-RJ, para saber qual será o nível de oposição ao governo Witzel – o senador está em viagem à
China. Uma preocupação é a mudança brusca de discurso, já que dez parlamentares do PSL são próximos de Witzel. Indagado sobre a possibilidade de reaproximação, Dr. Serginho,
líder do PSL na Alerj, respondeu:

Leia mais:  ‘Juízes precisam de limites’, diz presidente do STJ sobre lei de abusos

“Nenhum dos deputados presentes na reunião manifestou qualquer discordância quanto a sair da base do governo Witzel. Todos aceitaram a orientação que foi enviada”, disse.

Leia também: Indicado à PGR por Bolsonaro, Aras promete portas abertas à oposição

Leia abaixo a íntegra da nota divulgada por Dr. Serginho. Apesar de a ordem ter partido de Jair Bolsonaro, a decisão é atribuída ao filho Flávio.


“A bancada do PSL na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), por orientação do senador Flávio Bolsonaro, presidente estadual do PSL-RJ, não está na base do
governo na Alerj a partir desta segunda-feira (16/09), por discordar de posicionamentos políticos do governador. Os 12 deputados do partido reiteram o compromisso com o Estado
do Rio de Janeiro.”

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
publicidade

Política Nacional

Eduardo Bolsonaro diz que comunismo matou mais do que nazismo

Publicado

por

source
Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) arrow-options
Jorge William / Agência O Globo
Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) criou mais uma polêmica nas redes sociais nesta segunda-feira (14), ao afirmar que o comunismo matou mais pessoas do que o nazismo. 

Leia também: PSL discute saída do clã Bolsonaro e expulsão de deputados do partido

Em sua conta do Twitter, Eduardo Bolsonaro comparou os ex-primeiros-ministros do Reino Unido, Neville Chamberlein e Winston Churchill. “Chamberlain, primeiro min. Reino Unido, se reuniu com Hitler e voltou para Inglaterra com um papel: o pacto de não agressão e disse ‘trago tempos de paz. Um ‘louco’ gritava que aquilo não daria certo. Hitler ignorou o pacto, vivemos a 2ªGM e o ‘louco’ Churchill venceu Hitler”, escreveu o deputado. 

“O comunismo matou mais do que o nazismo, ambos sistemas nefastos. Hoje pessoas parecem ter esquecido nosso passado recente e querem dialogar com aqueles que estavam nos botando nos mesmo caminho da Venezuela. Vc prefere ser um isentão como Chamberlain ou um louco como Churchill?”, completou. 




Durante o holocausto, dos nove milhões de judeus que residiam na Europa, cerca de seis milhões foram mortos. 

Leia mais:  Flordelis reforça inocência e dispara: “pessoas usam minha dor para se promover”


Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Política Nacional

Lava Jato usou denúncia contra Lula para criar distração de críticas sobre Janot

Publicado

por

source
Dallagnol arrow-options
Rodolfo Buhrer/La Imagem/Fotoarena/Agência O Globo
Procurador da República e coordenador da Força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol

Procuradores da Operação Lava Jato programaram a divulgação de uma denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para “criar distração” na população e na imprensa das críticas que atingiam a Procuradoria-Geral da República, em 2017. É o que revela mais uma série de mensagens divulgadas pelo site The Intercept Brasil  nesta segunda-feira (14).

Leia também: Após críticas, Moro altera portaria sobre deportação sumária de estrangeiro

A denúncia contra Lula  no caso do sítio de Atibaia estava pronta para ser apresentada em 17 de maio de 2017. No entanto, nesse mesmo dia, uma reportagem do jornal O Globo mostrou o vazamento de um áudio entre o executivo da JBS, Joesley Batista, e Michel Temer, em que o ex-presidente dava o aval para a compra do silêncio do então presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

O procurador-geral da República Rodrigo Janot se tornou alvo de críticas por conta do vazamento e havia suspeitas de que o material tinha sido editado. Sendo assim, o chefe da força-tarefa da Lava Jato no Paraná, Deltan Dallagnol, resolveu adiar a divulgação da denúncia. 

Quatro dias depois, procuradores discutiam sobre o áudio de Temer e Joesley em um grupo de Telegram, incomodados com a repercussão da suposta edição do conteúdo e esperando que viesse a público um laudo da PF sobre a gravação.  “Quem sabe não seja hora de soltar a denúncia do Lula. Assim criamos alguma coisa até o laudo”, escreveu o então procurador Carlos Fernando dos Santos Lima. 

Deltan, por sua vez, concordou. “Acho que a hora tá ficando boa tb. Vou checar se tem operação em BSB, que se tiver vai roubar toda a atenção”. Logo depois, enviou uma mensagem a outro grupo, intitulado “Conexão Bsb-Cwb” para se certificar de que não haveria nenhuma operação de busca e apreensão contra investigados em Brasília. 

Com a confirmação, voltou ao grupo da força-tarefa: “Nesta semana não tem op de BSB (mantenham aqui óbvio). Dá pra soltar a denúncia Lula Cf acharmos melhor”, escreveu Deltan. “Vamos criar distração e mostrar serviço”, respondeu Santos Lima. 

A denúncia foi apresentada à Justiça e divulgada para a imprensa no dia seguinte, 22 de maio. O laudo sobre os áudios de Temer foi divulgado mais de 1 mês depois e concluiu que havia cortes, mas não adulteração no conteúdo da gravação. O material foi uma das provas usadas na primeira denúncia contra o ex-presidente. 

Leia também: PSL discute saída do clã Bolsonaro e expulsão de deputados do partido

Procurado pelo The Intercept , o Ministério Público Federal do Paraná afirmou que “quando nenhuma questão legal (como a existência de prazo ou risco de prescrição) ou razão de interesse público determina o momento de apresentação de uma denúncia ou manifestação, a força-tarefa ouve a equipe de comunicação quanto ao melhor momento para sua divulgação”.


O ex-procurador Santos Lima e a Procuradoria-Geral da República não quiseram se manifestar. 

Leia mais:  Gilmar Mendes manda soltar prefeito de Mauá

Fonte: IG Política
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana