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Economia

Por onde estão os aviões com pintura Oneworld da LATAM?

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Contato Radar

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Lucas Marques

Por onde estão os aviões com pintura Oneworld da LATAM?

No final do ano passado, o mercado aéreo recebia uma notícia inesperada: a Delta Air Lines estava trocando a GOL pela LATAM. Dessa forma, um dos pontos questionados era a questão das alianças, já que a Delta é SkyTeam e a LATAM era Oneworld até então.

O caminho escolhido pela LATAM foi mais prático, iria sair da Oneworld e após, ficaria independente. Vale lembrar que, quando a LATAM Brasil ainda era TAM, a companhia pertenceu a Star Alliance, após a saída da VARIG.

Como padrão, as companhias aéreas membros tem que pintar algumas aeronaves com a marca da aliança global. Com a saída da LATAM da Oneworld selada em 1º de maio deste ano, era esperado uma rápida padronização.

Entretanto não foi o que aconteceu. Não só nas pinturas das aeronaves, mas como em diversos aeroportos ainda é possível observar ambas as marcas juntas.

Mesmo com a unificação das marcas da LAN e TAM para LATAM, algumas aeronaves ainda voavam com suas respectivas pinturas antigas. E somente duas aeronaves ganharam a pintura da LATAM com a logomarca da Oneworld. Mas, onde estão todas essas aeronaves com a pandemia?

LATAM Brasil

A principal filial do grupo, contava com três jatos com a marca Oneworld. Sendo um Airbus A321, matrícula PT-XPB e dois Boeing 767-300, matrículas PT-MOC e PT-MOH.

Este último, voou na divisão brasileira por apenas dois anos, entre 2015 e 2017. Depois, foi vendido e transformado em cargueiro, voando desde então na Atlas Air atendendo a Amazon Prime Air.

Já o PT-MOC encontra-se estocado em São Carlos, no hangar de manutenção da companhia desde o início da pandemia. Ainda encontra-se com a pintura antiga da TAM com a descrição Oneworld na fuselagem.

O PT-XPB foi o primeiro jato do Grupo LATAM a possuir a nova pintura com a marca da aliança global. Ficou estocado em Curitiba durante meses na pandemia e foi reativado no início de outubro, e continua com o Oneworld em sua fuselagem.

LATAM Chile

A matriz do grupo contava com duas aeronaves com a marca da Oneworld. O Airbus A320 matrícula CC-BAC e o Boeing 767-300 matrícula CC-CXJ. Ambos ainda possuíam as cores base da LAN. Entretanto, foram modificados e hoje não contam mais com a marca da aliança global.

No lugar foi substituído pela marca antiga da LAN, mantendo apenas o estabilizador vertical pintado. Portanto, mesmo hoje sendo LATAM, fazendo cinco anos em breve da nova marca, foram os últimos a receberem a marca LAN em pleno 2020.

LATAM Argentina e LATAM Equador

Ambas filiais contava cada uma com um jato nos padrões da aliança. Sendo assim, um Airbus A320 matrícula LV-BFO e um Airbus A319 matrícula HC-CPJ, respectivamente.

O LV-BFO ainda conta com a pintura base da LAN. Com o encerramento das operações da filial na Argentina, o jato encontra-se estocado em Buenos Aires, no aeroporto Aeroparque.

Enquanto o HC-CPJ continua voando normalmente, assim como o PT-XPB, com a pintura LATAM e logomarca Oneworld. São os dois únicos que ainda contam a marca da aliança na fuselagem, de acordo com o último registro no JetPhotos.net.

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Após assembleia, funcionários do Metrô de SP adiam greve para próxima semana

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Paralisação foi adiada para a próxima semana
Divulgação/CPTM

Paralisação foi adiada para a próxima semana

O Sindicato dos Metroviários de São Paulo  adiou a paralisação dos servidores do metrô da capital paulista para a próxima quarta-feira (19). A decisão foi tomada após assembleia com servidores na noite desta terça-feira (11) e motivada pelo início das tratativas com a empresa responsável pelo transporte.

A paralisação estava marcada para esta quarta-feira (12), no entanto, a diretoria do sindicato pediu mais tempo para organizar a greve e ouvir as propostas do Metrô SP . Em audiência realizada na tarde desta terça, os servidores recusaram a segunda proposta da empresa e manteve a possibilidade de paralisação.

Os servidores solicitam o aumento salarial de 10%, valor calculado pela inflação acumulada dos últimos dois anos, e reajustes de direitos, como adicional noturno e férias. Se confirmada, a greve poderá paralisar os serviços das linhas 1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata.

A expectativa do sindicato é que 100% dos trabalhadores das linhas façam parte da manifestação.

Em nota, o Metrô SP rebateu as acusações do sindicato e afirmou que a paralisação vai prejudicar os cidadãos. A empresa ressaltou que os funcionários do metrô foram colocados na lista de prioridades no calendário de vacinação.

O iG entrou em contato com a Secretaria de Transportes Metropolitanos de São Paulo , mas não obteve retorno.

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Economia

Reforma administrativa tira atribuições do Congresso e dá mais poder à Bolsonaro

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Reforma será analisada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)
Marcelo Jorge Vieira de Brazil – Flickr

Reforma será analisada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)

O relator da reforma administrativa na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, Darci de Matos (PSD-SC), protocolou documento votando pela admissibilidade da proposta, mas com duas ressalvas: ao poder do presidente de extinguir órgãos por decreto e à proibição de acumulação de cargo público com outras atividades.

O documento, obtido com exclusividade pelo GLOBO, foi finalizado após audiência pública com o ministro da Economia, Paulo Guedes , e deve ser votado na próxima semana. O relatório ainda considera que a proposta de emenda à Constituição (PEC) apresenta pontos polêmicos, mas que envolvem questões de mérito a serem discutidas na comissão especial.

O relator, que já havia adiantado que seu parecer seria favorável, justificou porque recomendou as duas alterações.

No caso da alteração que daria mais poder ao presidente da República para mudar a estrutura do Poder Executivo sem aval do Congresso Nacional, permitindo a extinção de órgãos e reorganização de autarquias e fundações por decreto, a avaliação é de que as “entidades desempenham atividades administrativas de forma descentralizada”, não sendo subordinadas a ministérios.

“A possibilidade de extinção dessas entidades mediante decreto do chefe do Poder Executivo acarretaria grave alteração no sistema de pesos e contrapesos, ínsito ao modelo de separação de poderes e ao controle da Administração Pública pelo Poder Legislativo”, escreveu Matos no relatório.

Ele citou como exemplos o INSS, Banco Central, agências reguladoras e outras autarquias para recomendar a retirada desse trecho. “Admitir esse ponto específico da Proposta de Emenda à Constituição daria margem a medidas arbitrárias pelo chefe do Poder Executivo sem o controle do Congresso Nacional. Assim, o impacto no sensível equilíbrio da separação de Poderes restaria comprometido”, escreveu.

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Já em relação ao acúmulo de cargos públicos com outras atividades, que seria proibido aos servidores ocupantes de cargos típicos de Estado, uma modalidade que seria criada com a reforma para garantir estabilidade a determinadas funções públicas, a avaliação foi de que não se pode proibir outro trabalho.

Em uma primeira análise, o texto com a expressão ‘qualquer outra atividade remunerada’ não revela o necessário conflito de interesses, mas impede, a título de exemplificação, que determinado ocupante de cargo típico de Estado possa exercer uma atividade remunerada de músico, mesmo que essa atividade não comprometa sua jornada e suas atividades no cargo público”, justificou.

Votação na próxima semana

Em seu relatório, Matos ainda destacou que outros pontos polêmicos, que foram levantados durante as audiências públicas, devem ser discutidos no âmbito da comissão especial, a ser instalada. Ele citou como exemplos os vínculos de experiência e por tempo determinado e a ausência de membros de poderes, como magistrados, promotores e parlamentares.

O relatório deve ser votado na próxima semana, de acordo com Matos.

“Essa reforma é fundamental. Nós temos que modernizar, adequar o serviço público aos novos tempos. A reforma promove uma economia de R$ 300 bilhões em dez anos, dinheiro que vai ser usado na saúde, no hospital, na escola, e até pra pagar os servidores. E ela não mexe num ponto fundamental, não mexe em nenhum direito dos servidores atuais”, defendeu Matos ao GLOBO 

De acordo com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), na comissão especial a relatoria da proposta da reforma adminsitrativa ficará a cargo do deputado Arthur Maia (DEM-BA).


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