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Saúde

Por falta de sedativos, pacientes com Covid são amarrados em macas, no Amazonas

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Pacientes são amarrados em macas por falta de sedativos
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Pacientes são amarrados em macas por falta de sedativos

Com falta de sedativos, pacientes graves de Covid-19 do Hospital Regional Dr. Jofre Matos Cohen, em Parintins, no interior do Amazonas, estão sendo amarrados com gazes nas próprias macas. O caso foi divulgado nesta segunda-feira (22) no “Jornal Nacional”, da TV Globo.

A Secretaria de Saúde do estado nega ter recebido qualquer denúncia sobre a situação, mas o caso será investigado pela Defensoria Pública. 

O JN entrevistou a presidente da Associação Brasileira de Medicina Intensiva (AMIB), Suzana Lobo, que explicou que o procedimento não é errado. Lobo disse, ainda, que intubar pacientes sem sedação seria desumano,

“[Sem sedativos] A primeira coisa que pode acontecer é uma autoextubação, ele [paciente] tira o tubo. Isso pode levar a uma parada cardíaca (…)É desumano a gente imaginar uma pessoa que vai ser mantida numa ventilação mecânica sem estar sob analgesia e uma boa sedação. Ela vai sentir desconforto, ela vai sentir ansiedade, ela vai sentir medo… E tudo isso vai levar a consequências muito graves.” 

A prefeitura de Parintins  afirmou à reportagem que trata-se de um caso isolado que se deu por conta de um “surto psicótico” em um doente, e que este foi preso “por sua segurança”.

A Secretaria de Saúde de Parintins negou a falta de sedativos, apesar da alta demanda. No entanto, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-AM) confirmou ter recebido no sábado (20) um pedido por sedativos de Parintins, que, segundo órgão, foi cumprido no mesmo dia. 

Parintins é hoje o terceiro município amazonense mais atingido pela covid-19, com 8.269 casos de Covid-19 e 260 mortes.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Cidades do ABC paulista decretam lockdown mais rígido que restrições do estado

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Sete cidades da ABC Paulista vão aderir a medidas mais rígidas
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Sete cidades da ABC Paulista vão aderir a medidas mais rígidas

A partir do próximo sábado (27), cinco cidades da região do ABC paulista vão restringir a circulação de pessoas nas ruas entre as 22h e as 4h. A medida é mais rígida do que o toque de restrições anunciado na quarta-feira (24) pelo governador João Doria (PSDB), que determina a circulação restrita entre as 23h e 5h em todo o estado.

De acordo com o anúncio do governador, a medida estadual segue até o dia 14 de março para restringir aglomerações diante do risco de colapso no sistema de saúde do estado. Na região do ABC, porém, o decreto tem validade até o dia 7 de março. Apesar do período mais curto, a medida permite apenas a abertura de farmácias e equipamentos de saúde, além de interromper a circulação do transporte público no horário estabelecido.

As sete cidades do ABC que serão afetadas pelo lockdown são: Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. 

A decisão dos prefeitos aconteceu após reunião na tarde da quarta-feira, imediatamente após o anúncio das medidas mais restritivas no estado. Em nota, a Secretaria de Desenvolvimento Regional do Estado afirmou que o ideal é que as cidades sigam o estabelecido pelo Plano São Paulo. “Reavaliações locais só são possíveis no caso de adoção de maiores restrições no enfrentamento à pandemia”, diz a nota.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

“Não há vaga nem para a sua mãe”, diz secretário de Saúde; veja vídeo

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Fernando Máximo alerta ainda que a rede privada também está cheia e que o governo do estado não está conseguindo ampliar o número de leitos de UTI no estado
Foto: Facebook/Reprodução

Fernando Máximo alerta ainda que a rede privada também está cheia e que o governo do estado não está conseguindo ampliar o número de leitos de UTI no estado

O secretário de Saúde de Rondônia, Fernando Máximo, publicou um alerta em suas redes sociais afirmando que nesta quinta-feira (25)  não há mais vagas em UTIs para pacientes com Covid-19 em Rondônia. Em um vídeo, Fernando destaca que todos os mais de 300 leitos criados para atender especificamente pacientes com o novo coronavírus estão ocupados, atingindo assim a marca de 100% de lotação. “O meu recado é para você que aglomera, que tá fazendo festinha e não usa máscara. Nós não temos leito de UTI para sua mãe, não tem leito para o seu pai, tio, filho, namorada… Nós não temos leito de UTI para você, seja rico ou pobre”, desabafou.

O secretário alerta ainda que a rede privada também está cheia e que o governo do estado não está conseguindo ampliar o número de leitos de UTI no estado, por falta de profissionais de saúde. “‘Ah, mas eu tenho condição financeira, vou para o particular’. Lá está cheio também. ‘Então eu vou para São Paulo’. Os grandes hospitais de São Paulo estão todos lotados. Nós precisamos nos cuidar. A cepa nova está aí, os leitos lotados, não estão aceitando pacientes fora. Eu não estou conseguindo aumentar leito”, completou. “Essa noite tivemos que fechar cinco leitos de UTI por falta de médico no Cero, em Porto Velho. Lá tem 50 leitos de UTI, mas dez médicos estão com Covid-19, pois a vacina ainda não fez efeito. Demora-se uns dias para fazer efeito”, acrescentou.

Até agora, o estado contabiliza 145.427 casos e 2.787 óbitos, 42 deles registrados ontem. “Mas não adiante o governo e o governador trabalharem 24 horas por dia, a Secretaria de saúde trabalhar 24h, se você não fizer a sua parte. Preciso contar com você, cidadão, e eu não sei mais o que fazer para contar com você. Já fizemos apelos, mas tenho visto gente que não tem obedecido. Mas eu preciso falar de novo! Repito: não tem vaga de UTI para você, rico ou pobre; homem ou mulher; novo ou velho”, finalizou.

Fonte: IG SAÚDE

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