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Política Nacional

Por engano, tribunal mandar soltar Paulo Melo e Albertassi da prisão

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Fachada do TRF-2 arrow-options
Reprodução

Tribunal falou em “erro material” nos pedidos de soltura

Por um erro, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região ( TRF-2 ) mandou soltar os ex-deputados Paulo Melo e Edson Albertassi da cadeia, conforme publicou o colunista Lauro Jardim. Na última quarta-feira (11), a 1ª Turma Especializada do Tribunal liberou os dois ex-parlamentares da prisão preventiva na operação Furna da Onça , que levou outros deputados para a cadeia. Como eles estão presos também por conta da operação Cadeia Velha , na prática, a situação deles não muda.

O TRF-2 informou que, por um erro material, o alvará de soltura saiu com os números dos processos da Furna da Onça e, indevidamente, com o da Cadeia Velha. O erro será corrigido pelo tribunal, que ainda não explicou como procedimento. Eles foram soltos nesta sexta-feira, mas terão de voltar a cumprir a prisão.

Leia também: Tribunal Superior Eleitoral aprova criação do 33º partido do país 

Em paralelo à decisão do TRF-2 e antes da confusão, o juiz da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro, Rafael Estrela, autorizou que Paulo Melo cumpra o restante de sua pena no regime semiaberto. A informação foi publicada pela coluna de Lauro Jardim. A justificativa é de que Melo “cumpriu o tempo de pena necessário para progredir de regime em 07/12/2019”, e que “sua ficha disciplinar atual não noticia faltas graves”. Albertassi terá direito ao mesmo benefício a partir de fevereiro. Picciani está em prisão domiciliar por conta de problemas de saúde.

A operação Cadeia Velha ocorreu em novembro de 2017, apurou pagamentos de propina pela Fetranspor e teve Picciani, Albertassi e Paulo Melo como alvos. A Furna da Onça expandiu as investigações da Cadeia Velha, aconteceu um ano depois e levou outros sete deputados para a prisão.

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Política Nacional

Gilmar Mendes diz que mortes por Covid-19 são ‘macabras’ e vê ‘crise de gestão’

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Ministro do STF Gilmar Mendes
Agência Brasil

“Estamos vivendo também crises de gestão muito graves na cabeça do próprio sistema”, afirmou Gilmar Mendes


Em um debate on-line nesta quinta-feira (30), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, disse que as 90 mil mortes causadas pela Covid-19  no Brasil marcam um número “macabro”.


Ele ainda fez críticas à resposta do Governo Federal diante da pandemia do novo coronavírus e afirma ver “crise de gestão” no sistema público de saúde.

“É claro que nós vamos ter que debater no pós-Covid-19, nós temos que discutir a sustentação desse sistema de saúde. E, claro, estamos vivendo também crises de gestão muito graves na cabeça do próprio sistema”, disse o ministro.

Mendes também se referiu ao Sistema Único de Saúde (SUS) como “um experimento institucional que deu certo”. “Há um consenso entre as pessoas de que o SUS tem sido um grande e importante ativo”, disse.

O ministro afirmou ainda que o Brasil talvez pudesse estar em uma posição melhor, caso tivesse tomado ações melhores antes.

“Estamos nos avizinhando dessa marca bastante triste, e eu diria até mesmo macabra, de 90 mil mortes causadas pela Covid-19. Acho que isso por si só fala da gravidade da pandemia”, constatou.

“Há um consenso entre os especialistas de que nós poderíamos ter tido um outro manejo dessa crise, que talvez pudéssemos ter reduzido significativamente os danos causados por essa pandemia entre nós”, acrescentou.

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Política Nacional

Bolsonaro elogia Pazuello e diz que gestão de Mandetta na Saúde foi “desgraça”

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Bolsonaro em transmissão ao vivo
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Bolsonaro disse que o general faz um “excelente trabalho” no Ministério da Saúde

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou nesta quinta-feira (30) o ex-ministro Luiz Henrique Mandetta e disse que a gestão dele à frente da pasta da Saúde foi uma “desgraça”. O comentário foi feito pelo presidente em sua tradicional live semanal realizada no Facebook. Bolsonaro também elogiou o general Eduardo Pazuello, que comanda interinamente o ministério.

Nesta quinta, o  Brasil chegou à marca de 91 mil mortos pela Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), mas ele não fez comentários sobre os óbitos. Bolsnaro se limitou a dizer que Pazuello faz um “excelente trabalho”.

Ao falar sobre ter um militar à frente do ministério da Saúde, Bolsonaro criticou Mandetta, que foi demitido no dia 16 de abril após ir contra a recomendação da cloroquina e defender o isolamento no combate à Covid-19. “Tivemos um médico e olha a desgraça que foi”, disparou.

Para Bolsonaro, o general da ativa que assumiu após a saída de Nelson Teich é um bom gestor e isso justifica sua permanência. “Sem ele, a Olimpíada do Rio não teria acontecido”, avaliou o presidente. “Ele também organizou a operação Acolhida em Roraima, com quem fugiu da ditadura venezuelana”, completou.

Cloroquina

Bolsonaro também falou sobre como a cloroquina foi importante no seu processo de recuperação e voltou a associá-la diretamente a sua cura da Covid-19. Ele agradeceu “primeiro a Deus e depois à medicação que foi dada, que foi a hidroxicloroquina”.

Segundo o presidente, após tomar o medicamento, ele “já estava bom”. “Se foi coincidência ou não, eu não sei, mas funcionou”, afirmou Bolsonaro.

Ele ainda complementou dizendo que outros ministros que também foram diagnosticados com a Covid-19 fizeram uso do medicamento e apresentaram melhora no quadro clínico.

“Acabei de fazer um exame de sangue, né? Estava com um pouco de fraqueza ontem. Acharam até um pouco de infecção também. Estou agora no antibiótico, deve ser… agora depois de 20 dias dentro de casa, a gente pega outros problemas. Eu peguei mofo, mofo no pulmão”, disse o presidente.

Ainda durante sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro fez elogios à vacina de Oxford, que está sendo desenvolvida na Inglaterra. Parte da pesquisa está sendo desenvolvida aqui, com testes em pacientes, pois o governo entrou em um consórcio para o desenvolvimento da vacina.

“Se fala muito sobre a vacina da Covid-19. Nós entramos naquele consórcio de Oxford, e pelo que tudo indica (a vacina) vai dar certo e 100 milhões de unidades chegarão para nós. Não é daquele outro país, não. Tá ok, pessoal?”, disse o presidente, fazendo referência à vacina chinesa.

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