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Polícia prende quatro suspeitos do assassinato de indígena Guajajara no Maranhão

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Reprodução/TV Globo

Os homens foram presos neste sábado (14) suspeitos de assassinas Erisvan Guajajara


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A Polícia Militar prendeu neste sábado (14) quatro suspeitos do assassinato do indígena Erisvan Guajajara, de 15 anos, morto a golpes de faca durante uma festa na madrugada de sexta-feira (13), no município de Amarante do Maranhão, localizado a 687 km de São Luís.

A Fundação Nacional do Índio havia divulgado que a vítima era Dorivan Soares Guajajara, de 28 anos, que na verdade é o irmão de Erisvan. A informação foi corrigida hoje. Além do jovem, o não indígena José Roberto do Nascimento Silva, de 23 anos, também foi morto.

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Segundo a Polícia Militar, a suspeita é que as vítimas tenham sido mortas por envolvimento com roubos e tráfico de drogas na região.

“Eles têm histórico de roubos e furtos de celulares e envolvimento com o tráfico de drogas. Estamos com a Polícia Civil buscando com os nossos serviços de inteligência mais informações para resolver essa questão e dar reposta a essa comunidade de Amarante”, disse o coronel Jorge Araújo, comandante do 34º Batalhão de Polícia Militar de Amarante do Maranhão.

De acordo com um dos irmãos do jovem indígena, Erisvan havia saído há 25 dias da Terra Indígena Araribóia, localizada a 20 quilômetros do centro de Amarante.

Os corpos de Erisvan Guajajara e José Roberto Nascimento foram liberados pelo Instituto Médico Legal de Imperatriz (IML) na noite dessa sexta (13) após passarem por exames.

A Funai divulgou uma nota sobre a morte do indígena e descartou a possibilidade do assassinato ter sido motivado por crime de ódio, disputa por madeira ou por terras. O órgão disse estar à disposição para contribuir nas investigações. Fotos que circularam em grupos de WhatsApp mostram dois corpos em uma área de gramado com ferimentos compatíveis com golpes de facão.

A região onde a nova morte foi registrada é marcada pela tensão entre índios e madeireiros. O assassinato de indígenas nos últimos dois meses começaram em novembro, quando Paulo Paulino Guajajara foi morto a tiros enquanto caçava. Ele era integrante de um grupo de indígenas conhecido como “guardiões da floresta”, que tentava impedir a invasão de terras indígenas por madeireiros.

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No último sábado, outros dois índios da etnia guajajara foram mortos em um atentado no município de Jenipapo dos Vieiras (MA). Outros quatro índios ficaram feridos. Foi depois dessas mortes que o ministro da Justiça, Sergio Moro, autorizou o envio da Força Nacional à região.

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Dia ensolarado e queda na qualidade do ar em São Paulo

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Guilherme Cunha/SMTUR

Sede da Prefeitura de São Paulo


Tempo limpo e sem chuvas durante todo o dia marcam a previsão do tempo desta quarta-feira (5), na capital paulista. A temperatura permanecerá quente. O Centro de Gerenciamento de Emergências Climáticas (CGE) divulgou que a mínima será de 11ºC e a máxima de 24ºC.

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Qualidade do ar cai e tempo deve ficar seco. A umidade do ar em São Paulo oscila entre 35% e 90%.

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Crime: Perícia descarta que marmitas tenham sido envenenadas em igreja

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morador de rua
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O alimento foi doado por um homem ainda não identificado

A perícia descartou, nesta terça-feira (4), que as marmitas que intoxicaram e mataram dois moradores de rua, há aproximadamente duas semanas, tenham sido envenenadas em uma igreja evangélica em Itapevi, na Grande São Paulo.

O Instituto Médico Legal já havia encontrado veneno de rato na comida na última semana e as investigações tentam achar os reponsáveis pelo crime. Segundo os investigadores, há a possibilidade que o alimento tenha sido envenenado por vingança, após um dos moradores de rua ter se envolvido com uma briga com um homem ainda desconhecido.

Ainda segundo a perícia, não foram encontrados vestígios de veneno na cozinha da igreja evangélica, ou qualquer outro indício de negligência que pudesse estar relacionado ao crime.

Entenda

O crime aconteceu no último dia 21 de julho.  Após receberem marmitas doadas por voluntários de uma igreja evangélica, dois moradores de rua, identificados como José Luiz de Araújo Conceição, de 61 anos, e Vagner Aparecido Gouveia de Oliveira, de 37, morreram por envenenamento de ‘chumbinho’, subustância usada popularmente para matar ratos.

O cachorro das vítimas também morreu após ingerir a mistura com arroz, feijão, salada e salsicha. A pastora que preparou a comida procurou a polícia para dizer que não havia problemas nas marmitas e no preparo dos alimentos, como a perícia de fato comprovou nesta terça-feira.

A polícia ainda está investigando se a marmita foi envenenada no posto onde foi consumida, e que também servia de abrigo aos moradores, ou na hora do preparo e quem foi responsável pela contaminação. O caso está sendo investigado como homicídio doloso, quando há intenção de matar.

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