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Polícia

Polícia Militar prende mulher por crimes de homofobia, ameaça e dano

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A Polícia Militar prendeu uma mulher de 42 anos por crime de homofobia, ameaça, dano, injúria mediante preconceito, lesão corporal e tráfico de influência, na tarde do último domingo, em Lucas do Rio Verde. A suspeita agrediu um funcionário de uma agência de viagem no terminal rodoviário do município.

Por volta das 13h30, policiais foram acionados via 190 para deter uma mulher que estava agredindo o funcionário de uma agência de viagem e danificando o estabelecimento. Ao verificar a denúncia no Terminal Rodoviário, os policiais constataram que a suspeita estava alterada e tentou verbalizar com a mulher.

A vítima relatou que a suspeita chegou na agência a procura de passagem e que ela havia ultrapassado o limite de distância recomendável pelas autoridades sanitárias para a prevenção da Covid- 19, que delimita um espaço entre duas pessoas para garantir o distanciamento social, distância demarcada na empresa por correntes.

O jovem, na tentativa de orientá-la, passou a ser ofendido pela mulher que não obedeceu ao limite demarcado e passou a danificar objetos da empresa.

Segundo testemunhas e a vítima, a mulher então passou a quebrar máquinas de cartão, cones, teclado e monitor de um computador, o celular de um mototaxista, o balcão da agência. A suspeita passou a ameaçar de morte o funcionário e cometendo crime de injúria e homofobia pela escolha sexual da vítima, proferindo ofensas como “veadinho, bicha, odeio veado, vou te matar e veado não entra no céu”.

Descontrolada, a mulher agredia quem se aproximava, inclusive os policiais. Resistindo a prisão, a suspeita chegou a dizer que era parente de uma autoridade do Estado, na tentativa de intimidar a ação dos policiais.

A suspeita foi conduzida à Central de Flagrantes.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.65.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes.

Fonte: PM MT

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Polícia

Polícia Civil lamenta morte de escrivão e destaca dedicação do profissional à instituição

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

É com tristeza que a Polícia Civil de Mato Grosso comunica o falecimento de mais um policial que perdeu sua batalha para a covid-19, mas deixa entre seus familiares, amigos e colegas de trabalho a certeza da missão cumprida com honra e dignidade. O escrivão Celso Luiz Ferreira, 58 anos, morreu no início da manhã deste sábado, 11 de julho, em decorrência de complicações causadas pela doença, em uma unidade de saúde de Tangará da Serra, após ficar mais de mês hospitalizado desde que foi diagnosticado com covid.

Foram 18 anos de dedicação à função de escrivão policial na instituição que honrou com dedicação e presteza. Atuava no plantão da 1ª Delegacia de Tangará da Serra, onde fez inúmeros amigos entre os profissionais da Polícia Civil e também na cidade.

“Hoje perdemos mais um guerreiro de nossa corporação, o escrivão Celso Luiz Ferreira, que laborou com eficácia e dedicação nessa nobre instituição por mais de dezoito anos, cumpriu seu propósito, findou um ciclo. A nós restará a lembrança dos momentos que compartilhamos juntos”, disse o também escrivão José Erasmo da Costa. Ambos ingressaram na carreira no mesmo concurso.

Valmir Castrillon, investigador e líder de equipe na 1ª Delegacia de Tangará, trabalhou com Celso desde que foi para a unidade policial e destaca a dedicação do escrivão frente ao trabalho. “Um servidor sempre disposto a ajudar os colegas. Era uma pessoa extremamente competente e dedicada, muito humano e um pai de família exemplar. Foi uma honra conhecer e poder trabalhar com ele. Vai deixar muitas saudades e aprendizados a todos que conviveram com o Celso. Toda a regional lamenta essa perda”.

Em virtude das restrições sanitárias, não ocorreu velório do escrivão. O cortejo com o corpo de Celso Ferreira saiu direto da UPA de Tangará da Serra para o cemitério municipal.

Em nome da diretoria da Polícia Civil, o delegado-geral Mário Dermeval lamenta a perda de mais um profissional, que dedicou seus 18 anos a honrar a instituição. “Teve uma postura profissional exemplar e com destaque exerceu sua atividade. nos deixa em um momento difícil, em que muitas famílias são surpreendidas por esse vírus. Só nos resta agradecer profundamente ao profissional Celso e desejar que toda a família que possa superar este momento e guardem na lembrança a pessoa exemplar que ele sempre foi enquanto esteve conosco”.

Fonte: PJC MT

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Amigos fazem cortejo em homenagem à Policial Civil vítima da Covid-19 em Tangará

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Amigos do escrivão Celso Luiz Ferreira, que morreu neste sábado (11), em decorrência da Covid-19, fizeram um cortejo em homenagem ao profissional em Tangará da Serra.

Segundo informações, ‘Celsinho’ como era conhecido, já apresentava quadro sintomático da Covid-19 há alguns dias. O escrivão foi afastado das funções e internado no hospital municipal. O estado de saúde era grave e nesta manhã, o policial morreu. Devido ao caso de Covid-19, o velório foi restrito. Apenas familiares participaram do sepultamento.

Em cortejo, amigos seguiram o carro da funerária que levou o corpo de Celso até o cemitério. O escrivão trabalhou por 20 anos na corporação. A Polícia Civil deverá emitir nota de pesar pela morte do escrivão. Essa é 12ª morte por Covid-19 em Tangará.

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