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Polícia

Polícia Civil pede prisão de homem que matou cliente em bar por conta de farol alto

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil representou pela prisão do suspeito de assassinar a vítima, Fábio Batista da Silva, 41 anos, na madrugada de domingo (18.11), em Rondonópolis (212 km ao Sul). O autor trata-se de Maruan Fernandes Haidad Ahmed, que teve a prisão temporária (30 dias), 18 anos. O mandado foi expedido pela 1ª Vara Criminal, na segunda-feira (19).

A representação foi feita pelo plantão da 2ª Delegacia de Polícia, visando apurar a morte ocorrida no bairro Vila Aurora. Segundo testemunhas, a vitima estava na mesa de uma  lanchonete  da conveniência de um posto de combustível, quando um veículo  parado de frente para o estabelecimento  (Amarok de cor branca), mantinha o farol alto  em direção as pessoas. A vítima se aproximou do veículo pedindo para que baixasse o farol, houve discussão e no momento que vítima retornava à  mesa foi alvejada com um disparo de arma de fogo desferido pelo condutor da Amarok. Foi acionado o Samu e constatado pelo médico óbito da vitima.

O veículo usado pelo suspeito foi localizado pela Polícia Militar, abandonado no aeroporto da cidade, indicando possível fuga do suspeito. Ainda no plantão, testemunhas ouvidas, confirmaram que o suspeito havia chegado no local, permanecendo com a luz do farol em direção as pessoas, incomodando os clientes. A vítima foi conversar com o motorista, e após dar as costas recebeu um disparo fatal, logo em seguida saiu do local de maneira tranqüila. “O suspeito estava na companhia de uma pessoa que até o momento não foi identificada”, informa o relatório policial.

O suspeito tem passagem pela polícia pelos crimes de porte ilegal de arma fogo (2 pistola calibre  380 e mais de 60 munições) e também embriaguez ao volante.  

Cidades

Filhos de 2 e 3 anos viram pai esfaqueando o avô até a morte

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A família de Gilvanir Germano Neto, de 43 anos, ainda não consegue acreditar na forma brutal como ele foi assassinado pelo próprio genro na noite de domingo, 07, em Brasnorte. Os netos da vítima e filhos do agressor, de 2 e 3 anos, testemunharam o crime.

Devido à relação de proximidade entre os dois, o caso para eles se torna ainda mais emblemático.

“Ele se dava tão bem com o genro. Todo mundo está chocado, ninguém esperava por isso. Foi uma fatalidade que ninguém sabe explicar”, afirmou a técnica em enfermagem Sueli Germano Neto, irmã de Gilvanir.

Segundo ela, onde estava o irmão estava também o genro. O agressor chegou a morar com esposa – filha de Gilvanir – e os filhos na casa da vítima quando ficou desempregado. Só recentemente, depois de conseguir um emprego, o casal alugou um imóvel só para eles. “Esse genro morava dentro da casa dele, usava o carro dele. Eles tinham uma convivência muito boa, ninguém sabe como isso aconteceu”.

Sueli ouviu de testemunhas no hospital que o genro chegou dizendo que havia feito uma loucura e pediu para ser morto, tal como fez com o sogro. “O Samu chegou para estabilização, mas ele [Gilvanir] já estava sem vida. O genro pedia para as enfermeiras matarem ele, pedia para os policiais matarem ele, foi juntando muita gente, foi uma loucura”.

Último encontro em família

A família se reuniu e passou o domingo, 07, na casa dos sogros de Gilvanir. Tudo estava em harmonia quando, de forma repentina durante um jogo de baralho, o genro da vítima começou a xingar a esposa. O homem estava alcoolizado nesse momento.

Desconsertada com a situação, a jovem pediu para que fossem embora. “Ele saiu com o carro em desespero, cantando pneu e daí os parentes foram atrás para ver o que estava acontecendo”.

À família, a jovem relatou que o marido dava freadas bruscas que faziam com ela batesse o rosto no painel do carro. Enquanto tentava consolar os filhos que choravam no banco de trás, chegou a receber um soco no rosto.

A jovem teria pedido ao marido para parar, pois estava muito alterado, que dessa forma era para ele pegar as suas coisas e ir embora. “Em casa ele falou pra ela que não não ia embora, ou ele matava ela ou ela o matava”, afirmou Sueli.

Assim que essa conversa aconteceu, chegou uma familiar e, em seguida, Gilvanir, para tentar intervir. “Já foi recebendo meu irmão na porta com duas facas, quando ele [Gilvanir] perguntou o que estava acontecendo, já foi ferindo ele”, contou. Mesmo depois de cair no chão, Gilvanir continuou sendo golpeado.

A vítima foi atingida em várias partes do corpo, alguns dos ferimentos foram no rosto e pescoço. “Ele morreu sem nenhuma defesa”. O crime foi cometido diante da família, incluindo as crianças, mas ninguém conseguiu intervir. “A esposa, os filhos, todos viram acontecer e ninguém conseguiu conter ele, foi tudo muito rápido, muito mesmo, foi uma coisa desesperadora”.

O agressor foi preso e responderá pelo crime de homicídio.

Fonte: Mídia News

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Cidades

Bandidos invadem casa, roubam armas e morrem em troca de tiros com a PM

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Dois bandidos morreram em um confronto com a Polícia Militar, realizado na noite de quarta-feira (03), minutos após eles invadirem uma casa e roubarem armas de fogo, na cidade de Diamantino (154 km de Tangará da Serra). O terceiro envolvido na ação criminosa foi preso.

Narra o boletim de ocorrência, que a PM foi acionada sobre uma situação de roubo à residência na região de Novo Diamantino. Três homens, sendo dois armados, invadiram a propriedade onde renderam os moradores e roubaram armas, joias, três armas e uma caminhonete S10.

No trajeto para o local do crime, os militares avistaram a caminhonete S10 roubada, dando início à perseguição. Durante a fuga, os bandidos chegaram a atirar contra a viatura da PM. Os policiais por sua vez, revidaram os tiros, mas ninguém foi atingido.

Em alta velocidade, os assaltantes atropelaram uma motocicleta, perderam o controle da direção e bateram no muro de uma casa. Sem ter como fugir, eles voltaram a atirar contra os PMs dando início à troca de tiros. No confronto, dois dos bandidos foram baleados.

Eles chegaram a ser socorridos e encaminhados ao hospital, mas não resistiram e vieram a óbito. Já o terceiro envolvido no assalto resolveu se entregar, foi algemado e encaminhado para a delegacia.

Com os criminosos foram apreendidas cinco armas de fogo, sendo três revólveres calibre 38, duas espingardas, 20 munições intactas e quatro deflagradas. O caso foi registrado e deverá ser investigado pela Polícia Civil.

Fonte: Repórter MT

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