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Polícia

Polícia Civil fecha fábrica de panelas em Várzea Grande suspeita de poluir meio ambiente

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Uma fábrica de panelas que utilizava óleo queimado para fundição de alumínio foi fechada pela Polícia Civil, em uma ação conjunta realizada no início da semana, pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), Secretaria de Municipal de Meio Ambiente de Várzea Grande (SEMMA-VG) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

A ação resultou na apreensão de um tambor com mais de 10 litros de óleo queimado. Um homem responsável pelo local responderá pelo crime de funcionar estabelecimento potencialmente poluidor sem autorização.

As diligências iniciaram após a equipe da Dema receber denúncia de uso de óleo queimado em uma fábrica de panelas, no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande.

Os policiais foram até o local, onde foram informados que parte da fábrica estava fechada, mas após algum tempo chegou uma pessoa responsável que abriu o estabelecimento, onde funcionava um ferro-velho e uma loja de panelas.

No local, os policiais encontraram dois tambores plásticos vazios, porém, sujos de líquido aparentando ser óleo queimado. No tambor da forja que faz a queima do alumínio também havia liquido com características e óleo queimado.

Questionado, o responsável pela fundição do alumínio revelou aos policiais que estava usando uma mistura de óleo vegetal e óleo queimado para realizar o trabalho. Apesar de ter mostrado aos policiais a nota fiscal recente de compra de óleo vegetal, o suspeito não tinha a quantidade do produto mencionada armazenado no estabelecimento.

Diante dos fatos, foi acionada a Secretaria de Municipal de Meio Ambiente de Várzea Grande (SEMMA-VG) e a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) sendo realizado o embargo a fábrica de panelas.

Fonte: PJC MT

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Barra do Bugres

Pai e filhos são presos na Barra por matar homem com tiro e golpes de facão em Alagoas

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O Núcleo de Inteligência da Delegacia Regional de Tangará da Serra, coordenado pelo Delegado Adil Pinheiro de Paula, com apoio da Delegacia de Barra do Bugres e atendendo a uma solicitação do Núcleo de Inteligência da SSP de Alagoas, cumpriu nesta manhã de quinta-feira, 30, três mandados de prisão pelo crime de homícidio.

Os três indivíduos presos são pai e filhos. O crime aconteceu no Assentamento São Luiz, Povoado de Ouricuri, zona rural da cidade de Atalaia no Estado de Alagoas.

Segundo o Delegado Adil Pinheiro, os suspeitos em dezembro de 2012 assassinaram a vítima Jakson Batista da Silva com disparo de arma de fogo e golpes de facão. Os criminosos estavam escondidos em Barra do Bugres.

De acordo com a PJC, os presos passaram por exame de corpo delito e foram encaminhados para a Cadeia Pública de Barra do Bugres, onde ficam a disposição da justiça.

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Polícia

Repressão a organizações criminosas resulta em 82 prisões no primeiro semestre

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O enfrentamento da Polícia Civil a organizações criminosas no estado resultou em 82 prisões no primeiro semestre deste ano em ações realizadas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO), em especial na repressão a roubo e furto de cargas e de defensivos agrícolas em Mato Grosso. A Polícia Civil também registrou a apreensão de 22 toneladas de defensivos, número superior ao total apreendido no ano passado.

Como parte da atribuição da unidade especializada estão investigações sobre organização criminosa, sequestro, roubos/furtos contra instituições financeiras e de defensivos agrícolas e de cargas. As ações englobaram ainda prisões de integrantes de organizações criminosas que estavam foragidos há muito tempo.

Nos seis primeiros meses deste ano foram apreendidos 21 veículos (12 carros, duas motocicletas, três caminhões e quatro semirreboques), 12 armas de fogo, mais de R$ 46 mil em dinheiro e 276 munições de diferentes calibres.

As ações também resultaram na apreensão de três emulsões de explosivos, 22 toneladas de defensivos agrícolas, número que supera a apreensão do ano passado inteiro, além de uma carga de 50 toneladas de soja, outra de 39 toneladas de sal e 62 litros de óleo.

O delegado titular da GCCO, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, destaca que o resultado é um somatório de investigações realizadas pela própria unidade e também fruto da proximidade com delegacias do interior e parcerias com outras instituições.

Defensivos agrícolas

As ações de combate a roubos, furtos, desvios e adulteração de defensivos agrícolas foram um dos focos de atuação da GCCO no primeiro semestre do ano. Neste primeiro semestre foram apreendidas 22 toneladas de defensivos agrícolas, número superior ao total apreendido em 2021, quando 19 toneladas foram recolhidas durante operações especializadas.

Roubo e furto de cargas

Passando a ser atribuição recente da GCCO, as investigações de roubos de cargas já apresentaram resultados positivos, com a apreensão de mais de 50 toneladas de soja, 39 toneladas de sal e 62 litros de óleo apenas nos seis primeiros meses deste ano.

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