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Polícia

Polícia Civil esclarece morte de advogado, ocorrida em 2018, e prende dois suspeitos

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Assessoria/PJC-MT

A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá prendeu duas pessoas suspeitas pelo homicídio que vitimou o advogado Evandro Morales Fernandes, ocorrido em 18 de fevereiro de 2018, na Capital. A arma utilizada no crime também foi apreendida. Os mandados de prisões, deferidos pelo juiz Flávio Miraglia, da 12ª Vara Criminal, foram cumpridos em Cáceres e Várzea Grande na tarde desta terça-feira (11).

O delegado Marcel Gomes de Oliveira, que preside o inquérito, realizou acareações entre os suspeitos e também oitivas de testemunhas identificadas nas investigações. O delegado concluiu que a morte teve como motivação o roubo da motocicleta que os suspeitos tentaram levar da vítima, que reagiu à investida criminosa e foi morta.

A arma utilizada no crime, um revólver calibre 38 localizado durante as diligências, foi roubada de uma empresa de segurança do estado de Goiás, em 2013. O confronto balístico realizado pela perícia Politec, com os projéteis extraídos do corpo da vítima, confirmou se tratar da arma usada para praticar o roubo seguido de morte.

Com a localização da arma, as investigações caminharam para a identificação dos suspeitos, que foram presos nas cidades de Cáceres e Várzea Grande. Em depoimento, eles afirmaram integrar um grupo criminoso especializado em delitos patrimoniais, sendo responsável pela prática de, em média, 15 roubos por dia a pessoas, residências e comércio na cidade, atuando com equipes definidas a quem cabiam praticar um número determinado de crimes.

Denúncias, testemunhas e imagens coletadas ao longo da investigação demandaram um trabalho complexo para reunir evidências que levassem à identificação dos suspeitos. “Com técnicas investigativas conseguimos chegar à localização da arma, o que possibilitou nos levar aos suspeitos. A arma havia sido apreendida com os suspeitos dois dias após o latrocínio, em outra situação criminosa”, explicou o delegado Marcel Oliveira.

“O que podemos afirmar é que os suspeitos são pessoas voltadas à prática reiterada de crimes patrimoniais. E com a prisão damos uma resposta aos familiares da vítima e à sociedade”, acrescentou o presidente do inquérito.

Informações coletadas no inquérito da DHPP poderão colaborar com outras investigações que estejam em andamento de unidades especializadas que apuram delitos patrimoniais.

Um dos suspeitos responde a duas tentativas de homicídios praticadas em Cáceres.

Crime

O advogado de 41 anos também atuava como professor na rede municipal de educação de Várzea Grande. Ele foi encontrado morto, com marcas de tiros, ao lado de sua motocicleta na noite de 18 de fevereiro, próximo ao Parque Zê Bôlo Flor, em Cuiabá. Conforme familiares relataram à polícia, a vítima teria saído de sua residência, no bairro Jardim Gramado, na região do parque, para ir à residência de um compadre, quando foi abordado por duas pessoas em uma motocicleta, que efetuaram os tiros.

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Polícia

Motorista que atropelou a matou idoso se apresenta à Polícia Civil em Tangará

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O motorista de um carro apontado como autor de um acidente de trânsito que resultou na morte de um idoso de 63 anos no último domingo (31), se apresentou nessa tarde, à Polícia Civil de Tangará da Serra.

 

De acordo com os investigadores, o suspeito se apresentou no início da tarde para esclarecimentos. Ele estava acompanhado de um advogado, prestou depoimento e foi liberado. Segundo declarou à polícia, o atropelamento teria acontecido por distração, ele tirava uma foto, quando atropelou o idoso, João Bosco Ferreira que estava de bicicleta, foi socorrido pelo SAMU, mas morreu a caminho do hospital. O motorista alegou ter fugido por medo de retaliação.

Conforme a polícia, após as imagens que identificavam o automóvel responsável pelo acidente serem divulgadas, foram recebidas denúncias que apontaram o condutor suspeito do crime de trânsito. O motorista deverá ser indiciado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

 

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Polícia Civil cumpre mandados de prisão contra investigados por sequestro e extorsão de prefeito

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil de Mato Grosso cumpriu nesta sexta-feira (31.07) três mandados de prisão contra alvos investigados em inquérito que apura os crimes de sequestro e extorsão praticados contra o prefeito do município de Colniza (1.065 km a noroeste de Cuiabá).

Um dos alvos foi preso na zona rural do município de Novo Mundo, na região norte do estado. As outras ordens judiciais foram cumpridas contra pessoas que já estão presas por outros crimes, em unidades do Sistema Penitenciário estadual em Lucas do Rio Verde e em Cuiabá.

A ação para cumprimento dos mandados contou com apoio das regionais da Polícia Civil em Nova Mutum e Guarantã do Norte e da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO).

O delegado regional de Juína, Carlos Francisco de Morais, destaca o empenho da equipe de Colniza para investigação e esclarecimento do crime e a integração das unidades da Polícia Civil para o cumprimento dos mandados.

Investigação

Em abril deste ano, o prefeito de Colniza, Celso Leite Garcia, 50 anos, procurou a Polícia Civil relatando que no dia 17 daquele mês, por volta das 18h, foi abordado quando chegava a sua residência. Um veículo modelo Ônix parou na frente da casa e dois homens desceram do carro e o renderam. Armado com uma pistola, um dos homens pediu que a vítima dirigisse para fora da cidade, sendo acompanhado pelo Ônix. No trajeto, o homem que estava com o prefeito no carro ligou para uma terceira pessoa perguntando o que era para fazer com a vítima. A pessoa ao telefone, que foi identificada nas investigações como a mandante do crime, disse que o prefeito deveria pagar um valor e que estava no cargo somente em virtude da morte do gestor anterior, ocorrida em 2017.

Após esse contato, a vítima foi levada a uma chácara fora da cidade, onde os dois suspeitos esconderam os carros e continuaram cobrando dinheiro do prefeito e insinuando que poderiam matá-lo. A vítima relatou ainda que ficou com os suspeitos por aproximadamente três horas e disse que pagaria o que eles pediram, mas que não conseguiria tudo de uma vez. Após o acordo, os dois homens liberaram o prefeito informando que enviariam uma conta para a transferência do dinheiro e o ameaçaram caso a promessa de pagamento não fosse cumprida ou fizesse denúncia.

Prisões

A partir das informações coletadas, a equipe da Polícia Civil de Colniza, coordenada pelo delegado Henrique Madureira Espíndola, iniciou a investigação e chegou à identificação dos executores e da mandante dos crimes, que está presa na Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. A mulher é indiciada em outro inquérito sobre o homicídio do ex-prefeito de Colniza, Esvandir Antônio Mendes, ocorrido em dezembro de 2017.

Um dos suspeitos presos nesta sexta-feira pela equipe da Polícia Civil de Guarantã do Norte foi localizado na zona rural de Novo Mundo, na região norte do estado.

O outro suspeito teve o mandado de prisão cumprido no Centro de Detenção Provisória de Lucas do Rio Verde, onde já estava custodiado por outra ocorrência criminal quando foi preso com o carro Ônix utilizado no crime em Colniza.

Além dos mandados de prisão, a Polícia Civil de Colniza cumpriu também buscas na casa da mulher investigada como mandante do crime.

As investigações sobre os crimes praticados contra o atual prefeito de Colniza prosseguem para identificar se há o envolvimento de outras pessoas.

Homicídio de Esvandir Mendes

O ex-prefeito de Colniza, Esvandir Mendes, conduzia uma Toyota SW4 preta quando foi interceptado por dois criminosos em um veículo SUV preto, a cerca de sete quilômetros da entrada da cidade. O veículo dos criminosos foi ao encontro da caminhonete, momento que foram efetuados vários disparos contra Esvandir, que ainda conseguiu dirigir, mas, acabou morrendo dentro do veículo. Outros dois disparos feriram o secretário municipal de Finanças que estava no mesmo veículo. O fato ocorreu por volta das 18h40 do dia 15 de dezembro de 2017.

Cinco pessoas foram indiciadas por envolvimento na morte do ex-prefeito, sendo uma delas a mulher que teve o mandado de prisão cumprido nesta sexta-feira.

Fonte: PJC MT

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