conecte-se conosco


Polícia

Polícia Civil doa 250 pares de tênis para crianças carentes de Paróquia na Capital

Publicado

Assessoria | PJC-MT

Um total de 250 pares de tênis apreendidos foi doado pela Polícia Civil, na tarde desta quarta-feira (12.06), por meio da Delegacia Especializada do Consumidor (Decon). A entrega atende cumprimento ao Alvará de Autorização de Doação de Bens, expedido pelo Juizado Especial Criminal Unificado da Comarca de Cuiabá.

A relevante quantidade de calçados foi destinada a Paróquia Universitária São José Operário, localizada no bairro Dom Aquino, na Capital. Sem fins lucrativos a entidade promove obras de assistência social e atende crianças e jovens carentes, entre 5 a 15 anos.

Nesta tarde, em meio a alegria dos menores, os policiais estiveram efetuaram a entrega dos pares de tênis, a maioria dentro de caixas. Foram: 75 da marca Nike, 40 da marca Mizuno, 40 da marca de Puma, 35 da marca Asics, 30 da marca New Balance e 30 da marca Adidas, totalizando 250 pares de calçados.

Todo material é proveniente de apreensão realizada pela Decon, em setembro de 2017, durante operação policial deflagrada visando o combate a pirataria e produtos falsificados. Na ocasião foram aprendidos em uma loja no bairro CPA 2, a quantidade de 500 pares de tênis de diferentes marcas, considerados ilegais (piratas) por não terem sido importados pelo fabricante ou autorizados a sua venda. Os produtos também estavam sem nota fiscal.

O material foi submetido à perícia, ficando constatado se tratar de calçados não originais, e após isso houve a solicitação do delegado Antônio Carlos de Araújo, para que houvesse a destinação do material em benefício de causas sociais, em atendimento a pedidos Comunidades e Igrejas que exercem papel beneficente na sociedade, para doação de materiais apreendidos como roupas e calçados.

Leia mais:  Delegado Rogério Gualda se aposenta com a sensação de dever cumprido

“Ao final das investigações e conclusão dos inquéritos policiais a Decon representa ao Poder Judiciário autorização para doação, haja vista a possibilidade das marcas requererem pela destruição do produto, ficando a critério da Justiça. No entanto, muitos Estados já adotam essa conduta no sentido de encaminhar os produtos para Instituições carentes”, explicou.

Produto ‘pirata’

O delegado titular da Decon, Antônio Carlos de Araújo, explica que com a venda ilegal de material clandestino, o comerciante autuado também promove a concorrência desleal vendendo as réplicas a um preço tão inferior quanto a sua qualidade, prejudicando assim os que andam na lei e também sonegando tributos para o Estado.

Crimes


As condutas apresentadas configuram crimes previstos nos artigos 190, inciso i, da lei 9.279/96 do Código de Propriedade Industrial, artigo 7, inciso 7, VII da lei 8.137/90 da Lei Contra as Relações de Consumo; e artigos 175, inciso i do Código Penal Brasileiro. Também estão presentes na ocorrência, infrações praticadas dentro do Código de Defesa do Consumidor Lei 8.078/90, em seu artigo 67. O Procon Municipal realizou autos de constatação e de infração.

 

Fonte: PJC MT
Comentários Facebook
publicidade

Polícia

Mato Grosso registra 2.313 casos de estelionato entre janeiro e abril

Publicado

por

Hérica Teixeira e Luciene Oliveira | Sesp-MT e PJC-MT 

Foto por: Gabriel Aguiar/Sesp-MT

Mato Grosso registrou 2.312 casos de estelionato no primeiro quadrimestre deste ano. O dado se manteve quase igual no mesmo período do ano passado, quando foram contabilizados 2.311 registros. Os dados são da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal (Ceac) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) e abrange todas as modalidades praticadas do crime, dentre elas, internet e telefone.

O Código Penal Brasileiro define estelionato como crime contra o patrimônio com o objetivo de obter vantagem ilícita em prejuízo alheio. Em 2018 foram registrados em Mato Grosso 6.578 casos de estelionato. Já no mesmo período de 2017 foram 6.390 ocorrências.

Uma prática que tem lesado algumas pessoas é a fraude mediante clonagem do aplicativo de mensagens WhatsApp. Neste modelo, o suspeito se utiliza da rede de contatos da vítima e pede que quantias em dinheiro sejam transferidas na conta de uma terceira pessoa. Por se tratar de um contato conhecido da vítima, a mesma repassa valor e só depois descobre que caiu em um golpe.

O analista de tecnologia da Sesp, Manoel Amorim, explica que a clonagem não é uma prática nova, mas tem vitimado muitas pessoas por falta de adoção de medidas primárias. “Uma saída para evitar cair no golpe é ao quando receber este tipo de pedido, ligar para o solicitante e confirmar a veracidade da história. Porque muitas vezes o suspeito pede para transferir na conta de outra pessoa que não está na rede de contatos”, destaca.

Leia mais:  Segunda Corrida Maria da Penha envolve comunidade de Barra do Garças pelo fim da violência doméstica

Ainda segundo o analista, outras práticas podem ser adotadas, por exemplo, a de realizar a verificação em duas etapas do celular. Para isso, basta entrar em configurações do aparelho e habilitar um e-mail de uso pessoal. Com esta medida, será pedida uma senha e toda vez que houver perigo na rede, um e-mail será enviado como sinal de alerta. Tal ação garante também ao usuário trocar a senha e realizar autenticação.

Orientações

O delegado chefe da Gerência de Crimes de Alta Tecnologia (Gecat), Eduardo Botelho, orienta que em caso de clonagem do cartão Simcard, a vítima deve imediatamente registrar um boletim de ocorrência e na sequência avisar seus contatos e familiares sobre a fraude, e bloquear o cartão junto à operadora de telefonia.

Conforme o delegado, se o criminoso tiver conseguido habilitar a verificação em duas etapas, reinstale novamente o aplicativo e digite erroneamente códigos sucessivos até bloquear a conta.

Outro passo importante, após ter a conta do aplicativo WhatsApp invadida por um criminoso, é encaminhar um email para [email protected], em português mesmo, solicitando  o bloqueio da conta. No corpo da mensagem, o usuário deve colocar o código do país, ex: +55 9999-9999. A empresa vai desativar a conta do aplicativo, que somente poderá ser utilizada em sete dias.

 “É sempre importante, ao iniciar uma conta no whatsapp, fazer a verificação de segunda etapa do aplicativo. Não repassar nenhum código fornecido por SMS, ficar atendo a dados conflitantes na mensagem recebida”, orienta o delegado.

Leia mais:  Dois presos do regime fechado fogem do CDP de Barra do Bugres

Como regra, as grandes empresas de compra e venda na internet não mantém contato com os clientes via aplicativo de mensagem. Os golpes mais comuns, geralmente iniciam após a vítima confirmar dados cadastrais via mensagem recebida pelo aplicativo, e induzida a fornecer o código de seis dígitos, repassados por SMS, e a partir daí ocorre a clonagem do número no aplicativo. 


A Gecat é ligada à Coordenadoria de Inteligência Tecnológica, da Diretoria de Inteligência, que atua no assessoramento às delegacias da Polícia Judiciária Civil, e trabalha com investigações complexas que envolvem o uso da tecnologia de ponta ou a utilização de recursos tecnológicos, mais especificadamente, a internet.

Fonte: PJC MT
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Coordenadores de Grupos de Operações Especiais discutem técnicas em encontro nacional

Publicado

por

Assessoria |PJC-MT

O Comitê Nacional dos Coordenadores de Operações Especiais (CNCOPE), em 2018, foi reconhecido como unidade de assessoramento técnico-operacional do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC), ressaltando sua importância perante as Polícias Civis dos estados.

Com o objetivo de promover o intercâmbio de boas práticas, padronização das técnicas e fardamento, que coordenadores de 17 unidades operacionais dos estados da federação e mais o Distrito Federal, estão reunidos nesta semana em Cuiabá, no 5º Encontro Nacional dos Coordenadores de Operações Policiais (CNCOPE).

O delegado chefe da Gerência de Operações Especiais, Ramiro Mathias Ribeiro Queiroz, falou da satisfação em receber os convidados para o encontro nacional, que iniciar nesta terça-feira, 25 de junho, e segue até quinta-feira, 27 de junho.

 “É de suma importância, tendo em vista ser este o 5º Encontro e já estarmos sediando em nosso Estado de Mato Grosso. Isso mostra a importância da nossa Gerência, agrega valor e conhecimento para toda a polícia”, disse.

O presidente do CNCOPE, delegado André Corteze Ganga, que há 13 anos está na coordenação do Grupo Tático 3 (GT3) do Estado de Goiás,  disse que o evento é realizado a cada seis meses, em média, buscando, sobretudo, promover o intercâmbio entre as unidades operacionais do Brasil, trocar experiências e expertises das ações desenvolvidas, com uma padronização mínima da base curricular dos cursos realizados, visto que cada estado tem suas peculiaridades

“A única coisa que queremos aqui é que se melhorem nossas atividades. Desde 2017 nossos encontros estão tomando corpo e conseguimos dar apoio a outros estados na formação de novos operadores, na padronização de cursos e conseguimos criar algumas doutrinas a nível nacional. Organizamos-nos num tempo muito curto em nível nacional”, destacou.

Leia mais:  Suposta tentativa de roubo mobiliza bombeiros e a polícia militar

O delegado geral da Polícia Civil mato-grossense, Mário Dermeval, agradeceu a presença dos coordenadores dos estados e destacou o papel relevante sa Gerência de Operações Especiais (Goe), atualmente, chefiada pelo delegado Ramiro Mathias, mas que por muitos anos foi comandada pelo delegado Marcos Veloso e também o delegado recém-aposentado, Wladimir Fransosi,

“Todos tiveram grande desempenho na infraestrutura da unidade, formação dos policiais do grupo e padronização das técnicas operacionais. São pessoas de extrema competência e perseverança. Talvez esse encontro possa estar existindo, justamente, devido essas qualidades. Na formação da filosofia, na organização e depois na infraestruturação do local de trabalho, cada um cumpriu dignamente com o seu papel”,  disse.

O delegado e vereador por Cuiabá, Marcos Veloso, que em 1998 fez seu primeiro curso de atividades especiais, contou que já naquela época tinham um desafio e um sonho. O delegado foi quem padronizou o uniforme usado na unidade até hoje, do tipo Multicam que é a vestimenta ideal para atividades operacionais táticas.

 “No ano de 2000 nos reunimos no parque Barigui, em Curitiba, e fizemos o primeiro simpósio de operadores de operações especiais do Brasil, policiais militares e civis juntos. (…) um dia sempre em sonhei em falar para nossos policiais o tanto que sinto-me feliz, o tanto que lutei para ter a unidade que temos hoje”, afirmou Marcos Veloso.  

O investigador da Polícia Civil do Pará, Élzamo Lobato, é o coordenador do Grupo de Pronto-Emprego da Polícia Civil/PA, que existe há 12 anos naquele estado. O policial contou que o grupo está vinculado diretamente ao delegado geral, que tem buscado a reestruturação de equipamentos, bem como das técnicas operacionais. “Aqui eu destaco o espaço próprio da GOE/MT, que já colocam eles à frente de muitos outros grupos. Vejo esse encontro como importante porque discutimos a padronização do nosso fardamento, técnicas operacionais e o intercambio entre os grupos operacionais de todo o Brasil”, afirmou.

Leia mais:  Dois presos do regime fechado fogem do CDP de Barra do Bugres

O também investigador André Suzate, que é o chefe de operações do Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), do Paraná, contou que a ideia de reunir todos os coordenadores nasceu em 2017, durante a feira de armamento e tecnologias de segurança realizada anualmente no Rio de Janeiro.

“O primeiro foi na Bahia e tivemos a presença de 15 estados. Nesses simpósios discutimos a padronização entre as unidades de operações especiais visando que se crie uma uniformização de trabalhos, discutimos nossas técnicas-táticas de procedimentos, os cursos, criado assim todo um sistema para que tenhamos um norte a ser seguido”, explicou.


Durante o evento, a Gerência de Operações Especiais  entregou certificados de conclusão do 1º Curso de Atirador de Precisão Policial aos investigadores Edcarlos da Silva Campos e Fausto Juliano Moura, e o descerramento da placa do curso.

 

Fonte: PJC MT
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana