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Polícia

Polícia Civil de Sorriso prende casal que obrigava filha adotiva participar de relações sexuais

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Assessoria | PJC-MT

Pai e mãe acusados de abusar sexualmente da filha adotiva há mais de 08 anos foi preso pela Polícia Judiciária Civil, nesta sexta-feira (15.03), em ação do Núcleo de Defesa da Mulher e Crimes Sexuais de Sorriso (442 km ao Norte). Na residência do casal, investigado pelos crimes de estupro de vulnerável e pedofilia, foram apreendidos aparelhos e mídias digitais relacionadas ao crime.

Os suspeitos, V.H.S., 51, e D.A.R.S., 46, tiveram mandados de prisão decretados pela Justiça por estupro de vulnerável, em virtude de investigação da Delegacia de Sorriso, coordenadas pelo delegado, Nilson André Farias de Oliveira.

Segundo as investigações, os pais adotivos obrigavam a filha, atualmente com 14 anos de idade, a participar de relação sexual com eles desde os 06 anos de idade. De acordo com as informações levantadas, há 20 anos, o suspeito V.H.S. também estuprou o próprio irmão, que à época ainda era criança.

Após o Ministério Público e o Poder Judiciário acatarem o pedido de prisão preventiva, os policiais do Núcleo de Defesa da Mulher e Crimes Sexuais de Sorriso diligenciaram até a propriedade dos suspeitos, no município de Ipiranga do Norte, onde foi dado cumprimento aos mandados.

Na residência do casal, foram apreendidos 10 aparelhos celulares, duas máquinas digitais e uma CPU, que passarão por perícia, para apurar o envolvimento do casal com crimes de pedofilia.

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Fonte: PJC MT
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Polícia

Polícia Judiciária Civil realiza seminário em Alta Floresta

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 Assessoria | PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil, por meio da Academia de Polícia (Acadepol), em parceria com outras instituições, realiza o 1º Seminário de Direito de Polícia Judiciária, na cidade de Alta Floresta (803 km ao Norte). O evento acontece nos 02 e 03 de abril, no auditório da Faculdade de Direito de Alta Floresta, na região central.

A abertura do seminário será às 08h, para o publico formado por policiais e estudantes universitários, que terão 20h/aulas.

No decorrer do dia serão ministradas quatro palestras com representantes do Ministério Público Estadual, Poder Judiciário, Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Mato Grosso (OAB/MT), encerrando às 18h.

No segundo dia do evento, as palestras serão realizadas pelos Sindicados dos Delegados, Escrivães e Investigadores de Polícia com início às 08h. No período da tarde, acontece também a oficina com a temática: A atuação das Polícias Judiciárias como Instituição Essencial a Promoção da Justiça Criminal.

Ainda no segundo dia de seminário, no período noturno, será apresentado o Workshop em Armas de Fogo e Tiro Policial, das 18 às 21 horas, encerrando os dois dias de discussão acerca do Direito de Polícia Judiciária em Alta Floresta.

Para o diretor-adjunto da Acadepol, delegado Bruno Lima Barcellos, os temas abordados demonstram a sua atualidade e importância. “Devemos dar o devido valor ao instrumento de investigação da Polícia Judiciária Civil, ou seja, o inquérito policial”, ressaltou o delegado.

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Fonte: PJC MT
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Polícia

Ação conjunta fiscaliza academias em Cuiabá

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 Assessoria | PJC-MT

Uma ação conjunta da Delegacia Especializada do Consumidor (DECON), com o Conselho de Educação Física da 17ª Região (CREFI17), e o Procon Municipal foi realizada na manhã desta terça-feira (26.03), em três academias de ginásticas de Cuiabá.

Na primeira academia, a Soldiers, não foi constatada nenhuma irregularidade e foi emitido um termo de visita. Já na academia Killer Bees foram realizadas duas visitas, porém, o estabelecimento estava fechado, embora esteja funcionando, sendo assim também emitido um termo de visita.

A terceira academia visitada, Cultura Física Musculação apresentou  uma irregularidade constatada por parte dos profissionais do CREFI 17. O professor de Educação Física C.E.C.A. estava ministrando aulas sem o devido registro no órgão competente, sendo ele encaminhado à Delegacia de Defesa do Consumidor.

Ele foi autuado por infração ao crime de exercício ilegal de profissão. Uma audiência no âmbito do Juizado Especial Criminal será marcada para comparecimento obrigatório dele.

O responsável pela academia também deverá responder pelo crime, em razão de permitir pessoa não habilitada em concurso de pessoa.

Na área criminal, a conduta está tipificada na Lei das Contravenções penais (exercer profissão ou atividade econômica ou anunciar que a exerce, sem preencher as condições a que por lei está subordinado o seu exercício). Uma audiência no âmbito do Juizado Especial Criminal será marcada para comparecimento obrigatório do investigado.

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Fonte: PJC MT
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