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Polícia Civil cumpre mandado contra preso do CRC e mais dois por suspeita da morte de estudante de odontologia

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 Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil prendeu na manhã desta quinta-feira (06.06) três suspeitos do assassinato de um estudante de odontologia, ocorrido em outubro de 2018, no bairro Tijucal, em Cuiabá. Também foram cumpridos quatro mandados de buscas e apreensão nas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), sob a coordenação da delegada Jannira Laranjeira.

A vítima Jhonattan Willian de Oliveira Carvalho, 22, foi assassinada na noite do dia 06 de outubro de 2018, por volta das 20h40, após cair em um golpe de estelionato praticado por um reeducando do Centro de Ressocialização de Cuiabá (CRC).

Em cumprimento de mandado de prisão temporária (30 dias) foram presos: João Eduardo Figueiredo Silva, 20 anos, Romário Gonçalves de Amorim Delgado, e  Willian Jhony Delgado de Carvalho, que já está preso e teve o mandado de prisão cumprido dentro do Centro de Ressocialização de Cuiabá, por crime de homicídio, mas as investigações apontam para latrocínio consumado. O crime deve ser confirmado até o final do inquérito policial.

Também foram realizadas buscas na unidade 1 do CRC, local onde encontra-se  recolhido Willian, resultando na apreensão de celulares, carregadores, balança de precisão, porções de drogas, chips de celular, e outros produtos. . As buscas foram realizadas com apoio do Sistema Penitenciário.

Segundo a apuração, a vítima comercializava produtos pelo site OLX e nas redes sociais Facebook e aplicativo WhatsApp, para complementar sua renda e conseguir pagar sua faculdade de odontologia, além de ajudar sua família. Foi neste contexto que o estudante foi assassinado.

A equipe a da delegada Jannira Laranjeira apurou que um dia antes de ser assassinado  (05/10/2018), Jhonattan vendeu um relógio, no valor de R$ 1,2 mil, mas o pagamento foi ‘simulado’, pelo suspeito negociador, por meio de transação bancária denominada TED.

No dia seguinte, o suposto comprador marcou com a vítima, por meio de celular, para que ele fosse receber o dinheiro, em espécie. O ponto de encontrou foi no bairro Tijucal, uma rua atrás do Centro de Referência e Assistência Social (Cras), no bairro Tijucal, na Capital.

Durante a investigação, a Polícia Civil tomou conhecimento por populares que antes dos disparos, a vítima foi vista discutindo com a o suspeito e logo após entraram em vias de fato. Em seguida houve os disparos de arma de fogo, que culminou na morte do universitário.

A compra do relógio havia sido negociada por Willian Jhony Delgado de Carvalho, que está preso, no Centro de Ressocialização de Cuiabá, de onde pratica vários estelionatos, principalmente, de produtos anunciados a venda na internet, utilizando a patente de um coronel da Polícia Militar para dar credibilidade, sob o nome de coronel Roni.  

O reeducando, que tem condenação da justiça e responde pelos crimes de roubo, violência doméstica, estelionatos, entre outros, quando em contato com a vítima, informou que era o coronel PM Roni, e médico de plantão na cidade de Acorizal, razão pela qual não iria ao encontro da vítima para pegar o objeto adquirido.

Em seu whatsapp, o reeducando usava  fotografia do Tenente-Coronel PM, Ronnie Peterson Dias da Silva, que já havia denunciando o uso de seu nome em golpes em dois boletins de ocorrências.

O suspeito/negociador (Willian Jhony Delgado de Carvalho) também tinha informado que seu filho, de nome Rafael, que iria buscar o relógio. Todavia antes de efetuar a entrega do relógio enviou à vítima, via aplicativo WhatsApp, um comprovante de TED, realizado em nome de Marcos Santos Oliveira.

A vítima acreditou ser verdadeiro e efetuou a entrega. Mas logo depois, a vítima percebeu que o dinheiro não havia caído em sua conta corrente e entra em contato novamente com o suspeito, que por volta das 19h29, passa o contato de Rafael (suposto filho), informado que ele iria levar o dinheiro a ele.

A Polícia Civil apurou que número de celular pertence a João Eduardo Figueiredo Silva, 20 anos, que ao ser interrogado afirmou ser usuário do telefone, mas negou sua participação no crime.

Ao comparecer para em local combinado para receber o dinheiro, a vítima foi roubada, conforme a apuração da DHPP, passando o crime inicialmente apurado como  homicídio a ser latrocínio.

“Outro numeral conversa com o detento Willian, antes e depois do crime, e aponta localização nas imediações do fato criminoso. Aacreditamos que teria dado apoio à ação delituosa”, disse a delegada.

Essa pessoa, segunda a delegada, foi identificada como sendo Romário Gonçalves de Amorim Delgado, que é primo de Willian Jhony. Ele confessou ser o único usuário do telefone e ser primo do suspeito do reeducando (Willian) do Centro de Ressocialização de Cuiabá, que é contumaz em crime de estelionato praticado de dentro do presídio.

 

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Em Denise, PM desmonta grupo suspeito de praticar estelionato com venda de filtros de água

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Policiais do Núcleo de Polícia Militar de Denise (a 211 km de Cuiabá) prenderam na tarde desta quinta-feira (30.07) seis suspeitos, todos do sexo masculino, pela prática de estelionato, usando como atrativo a venda de filtros de água.

No carro em que os homens estavam, um Corsa branco com placa de Tangará da Serra, foram apreendidos 11 purificadores de água de dois modelos, além de sete torneiras. A abordagem do veículo ocorreu na Avenida São Paulo, uma das principais vias da cidade, logo após a comunicação da denúncia via telefone.

A unidade policial foi informada da presença de suspeitos em residências vendendo filtros de água e fazendo questionamentos que preocupavam os moradores. Além de fotografar documentos pessoais e endereços, os “vendedores” faziam visitas longas e queriam saber se o morador estava sozinho em casa, se era aposentado ou pensionista, valor da renda, entre outras informações pessoais e financeiras.

De acordo com comandante local da PM, subtenente Idoardo do Carmo Pereira, após a prisão dos suspeitos as vítimas relataram que não era um único vendedor a fazer a visita. E que enquanto um continuava conversava com o morador, “com um papo agradável e cativante”, o outro saia da casa, já levando consigo as fotos da documentação.

Esse vendedor que saia da casa estaria usando a documentação de vítima para gerar boletos e até fazer empréstimos bancários no valor de R$ 3 mil, segundo comandante do Núcleo da PM. Esse seria o valor da dívida supostamente contraída com a compra do filtro.

O subtenente Do Carmo disse que ao serem abordados pelos policiais os “vendedores” não conseguiram explicar qual era o valor do filtro e porque estavam cobrando R$ 3 mil.

No Boletim de Ocorrência das prisões foram listadas quatro vítimas, porém mais de 20 compareceram a delegacia denunciando os falsos vendedores. O subtenente explicou que decidiu levar a publico a venda suspeita de filtros usando uma emissora de rádio local e isso fez com que dezenas de pessoas fossem até a delegacia.

Os seis suspeitos e todo o material apreendido ficaram à disposição da Delegacia de Polícia de Barra do Bugres, a 44 quilômetros de Denise.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque-denúncia 0800.65.3939. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes.

Fonte: PM MT

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Ação da Polícia Civil em parceria com PRF resulta na apreensão de 186 quilos de pasta base

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Assessoria/Polícia Civil-MT

A Polícia Civil, por meio de investigação da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) e a Polícia Rodoviária Federal de Mato Grosso apreenderam um carregamento de 180 tabletes de pasta base de cocaína e prenderam uma pessoa em flagrante no município de Ipiranga do Norte.

O carregamento, que totalizou 186,36 quilos do entorpecente, foi apreendido na manhã desta quinta-feira (30) após os policiais abordarem um veículo Ford F350 que seguia de Ipiranga do Norte para Sorriso.

No momento da abordagem, o veículo trafegava sem a placa dianteira e o condutor, de 31 anos, informou que havia saído de Juara e seguiria para a cidade de Itaberaí, no interior de Goiás. Contudo, o homem estava bastante nervoso ao ser abordado e os policiais iniciaram os procedimentos de busca no veículo e identificaram um fundo falso preparado sob a carroceria do compartimento de carga, onde estavam os tabletes da droga.

Após receber voz de prisão, o suspeito relatou aos policiais que fez o transporte de drogas em duas ocasiões anteriores e que em cada uma das viagens recebeu o valor de R$ 15 mil.

 

O delegado titular da DRE, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, explica que a apreensão é fruto de uma  investigação que já vinha em andamento na unidade policial e contou com a parceria da PRF para que fosse possível abordar e prender o condutor do veículo e a droga. “Essa parceria que estamos firmando com a PRF para que possamos reforçar a atuação em prol da segurança pública de nosso estado e no combate ao tráfico de entorpecentes”.

Após a abordagem, o veículo com a droga e o traficante preso foram encaminhados em escolta até a sede da DRE em Cuiabá.

 

 

O diretor de Atividades Especiais da Polícia Civil, Fernando Vasco Spinelli Pigozzi, destaca a interação da DRE com as instituições, que tem resultado em apreensões constantes e trabalho investigativo de repressão ao crime de tráfico de entorpecentes. “A repressão qualificada ao tráfico de drogas no estado é constante, inclusive no tráfico doméstico, e a integração com as forças de segurança vem dando a resposta esperada pela sociedade”, destaca o diretor.

 

Fonte: PJC MT

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