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PM invade apartamento e agride universitárias com cassetete; assista

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Reprodução / Instagram

Vídeo registrou momento em que PM e esposa invadiram apartamento das estudantes

Um apartamento de quatro estudantes da Universidade de Santa Catarina (UDESC), em Lages, foi invadido por um policial militar que mora no mesmo condomínio. As jovens foram agredidas com um cacetete na noite desta segunda-feira (3) após comemorarem a aprovação do Trabalho de Conclusão de Curso ( TCC ) de uma delas.

A comemoração não teve aglomeração, porque as mulheres moram juntas. As confraternizações são permitidas no prédio até às 22h. O policial teria invadido o apartamento às 22h01. Ainda assim, o vizinho que auta no 6º Batalhão da Polícia Militar e a esposa dele entraram no apartamento para realizar as agressões.

Um vídeo circulou na internet mostrando o momento em que o policial e a esposa aparecem agredindo e xingando as estudantes. O homem ameaça as jovens, enquanto segura um cassetete nas mãos.

Assista ao vídeo:


As jovens registraram um Boletim de Ocorrência (BO) e realizarão o exame de corpo de delito nesta terça-feira (4).

Um buzinaço foi organizado pelas alunas da UDESC contra o machismo . O percurso tem início na universidade e termina no batalhão da PM. O gesto acontece em solidariedade às colegas e tem início a partir das 18h30.

Posicionamento do Batalhão

O 6º Batalhão da Polícia Militar informou por meio de nota ao portal R7 que instaurou um inquérito para apurar os fatos.  A informação é que o policial envolvido nas agressões já estava afastado por ser do grupo de risco diante da Covid-19 .

“A Instituição afirmar tratar-se de um fato isolado que não condiz com a formação e a preparação dos policiais militares catarinenses. Ressalta ainda, que não coaduna com qualquer conduta irregular, bem como violência contra mulher “.

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Cresce em 47% o número de leitos de UTI na pandemia, mas de forma desigual

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EPA

Governo federal diz ter ampliado em 33% oferta de leitos de UTI no SUS


O número de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) disponíveis para tratar os casos do novo coronavírus (Sars-cov-2) aumentou em 47% em meio a pandemia. No entanto, a distribuição de leitos entre a rede pública e privada é desigual e boa parte dos da estrutura nova criada para enfrentar a crise sanitária pode ser fechada em brave, conforme revelou uma reportagem da Folha de S.Paulo.


O CFM (Conselho Federal de Medicina) produziu um levantamento de dados, baseado nos números apurados pelo Ministério da Saúde, que mostra que o número de leitos de UTI, tanto da rede pública quanto privada, foi de 45.427 em janeiro para 66.786 em junho de 2020. O crescimento é fruto da abertura de leitos temporários e exclusivos para tratar Covid-19 .

Dos 21.359 novos leitos criados 92% são destinados para a modalidade de leitos exclusivos ou temporários . Um terço das UTIs estão destinadas a combater a covid-19. Porém, neste universo de leitos de UTI 12.353 foram abertos em hospitais da rede privada, enquanto 9.006 ficaram sob a gestão do SUS. Os números são extraídos do Datasus e apurados pelo CFM.

O Ministério da Saúde diz que atualmente o SUS está gerindo 11.353 leitos, número maior do que o divulgado pelo Conselho. Outro fator que revela desigualdade é a concentração de quase metade desses leitos em capitais, tanto na rede pública quanto privada, segundo o estudo do CFM.

Na região Norte do país, em Roraima, Amapá e Amazonas, os leitos de UTI só estão disponíveis nas capitais. A desigualdade volta a se manifestar com a maioria dos leitos abertos concentrados na região Sudeste. O CFM defende que os leitos criados sejam mantidos por mais tempo, antes de serem desativados, por conta da curva crescente de casos.

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Doria diz que espera vacinação total dos brasileiros até fevereiro

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Governo do Estado de São Paulo

João Doria, governador do estado de São Paulo

Em entrevista concedida nesta terça-feira (04) à Rádio Bandeirantes , João Doria (PSDB) declarou que é possível que a população esteja totalmente vacinada contra o novo coronavírus (Sars-coV-2) até fevereiro de 2021.

“A vacina é salvadora, ela vai trazer a normalidade de fato na vida dos brasileiros. Tudo indica que já estaremos com uma imunização plena, da totalidade da população brasileira, até o fim de fevereiro. Olhando sempre com olhar otimista, realista”, disse João Doria .

Doria também disse que o Instituto Butantan , que está desenvolve a vacina CoronaVac em parceria com um laboratório chinês, também pode ajudar na produção de outras vacinas que se comprovarem seguras, como a de Oxford. 

“(O Instituto Butantan) Pode ajudar. Já tivemos contato com a AstraZeneca. Se tiver alguma dificuldade da Fiocruz, poderemos ajudar na produção da de Oxford. Também fomos procurados pelo outro laboratório chinês e pelo russo, mas esses estão em fases iniciais. Não podemos ficar em competição para ver quem chega primeiro, temos que ter a vacina”, continuou o governador.

Atualmente, a CoronaVac, vacina desenvolvida pelo Butantan está na terceira e última fase de testes. Caso não haja nenhum efeito colateral sério, é possível que a imunização comece a ser produzida e distribuída no início de novembro.

Segundo Doria , os profissionais da Saúde serão os primeiros vacinados. “O primeiro grupo vacinado é o da saúde. Depois, grupos de risco. O terceiro grupo é o das forças policiais. Logo na sequência, a população como um todo”, afirmou. 

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