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PIB-AGRO MG/CEPEA: Impulsionado por ramo pecuário, PIB do agro mineiro cresce 5,12% em 2019

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Cepea, 25/03/2020 – O Produto Interno Bruto (PIB) do Agronegócio de Minas Gerais, calculado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, cresceu 5,12% em 2019, representando 36% do PIB estadual. Segundo pesquisadores do Cepea, assim como observado no agronegócio brasileiro, o setor em Minas Gerais também foi impulsionado principalmente pelo ramo pecuário, cujo PIB avançou 8,51% no ano passado. O PIB do ramo agrícola também avançou, mas em menor intensidade: 2,07%.

 

 

PECUÁRIO – Segundo pesquisadores do Cepea, o excelente resultado do ramo pecuário atrelou-se especialmente ao bom desempenho das exportações de carnes, já que a demanda interna ficou enfraquecida em grande parte do ano no País. A ocorrência do surto de Peste Suína Africana (PSA) nos países asiáticos causou forte aumento na demanda mundial por carnes, com destaque para o papel da China, e os preços internacionais das proteínas animais subiram expressivamente, o que se refletiu nos preços domésticos. O setor pecuário, tanto em Minas Gerais quanto no Brasil como um todo, reagiu ao cenário favorável e expandiu a produção dentro da porteira e na agroindústria.

 

AGRÍCOLA – O resultado positivo do PIB do ramo agrícola refletiu os bons desempenhos dos segmentos de insumos, agroindustrial e de agrosserviços, enquanto o segmento primário recuou, pressionado pela cultura do café. Em termos setoriais, o destaque positivo do ramo em 2019 foi a indústria sucroalcooleira.

 

Clique aqui e acesse o relatório detalhado! 

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre índices o PIB Agro de Minas Gerais aqui e por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e os pesquisadores Nicole Rennó e Gabriel Costeira Machado: (19) 3429-8836 / 8837 e [email protected]

Fonte: CEPEA
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SUÍNOS/CEPEA: Preços do vivo e da carne caem com mais força no final de março

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Cepea, 02/04/2020 – De acordo com pesquisas do Cepea, os preços do suíno vivo e da carne caíram com um pouco mais de força no encerramento de março. A pressão veio da demanda final pela proteína, que segue fraca. Segundo colaboradores do Cepea, o recuo na procura por carne no mercado atacadista tem feito com que representantes de frigoríficos reduzam o ritmo de produção e, consequentemente, a demanda por novos lotes de suínos para abate. No mercado independente de suínos vivo, as quedas mais significativas foram verificadas nas praças mineiras. Vale lembrar que a produção suinícola em Minas Gerais atende, em sua maioria, a demanda local, escoando apenas baixo volume para outros estados – diferente do visto em regiões do Sul, especialmente. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA
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BOI/CEPEA: Mercado pecuário apresenta instabilidade no correr de março

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Cepea, 02/04/2020 – Em meio a tantas incertezas relacionadas ao operacional da cadeia e ao comportamento da demanda – seja interna ou externa –, para curto e médio prazos, o mercado pecuário esteve instável no correr de março, conforme apontam pesquisas do Cepea. Os preços da arroba do boi gordo iniciaram o mês bastante firmes, sustentados pela baixa oferta de animais para abate. Já no início da segunda metade do mês, o avanço de casos de coronavírus no Brasil trouxe incertezas aos agentes de mercado consultados pelo Cepea, que passaram a trabalhar com bastante cautela. Nesse período, os preços da arroba se enfraqueceram. No encerramento de março, entretanto, o cenário voltou a se alterar. Neste caso, o aquecimento da demanda do varejista no mercado atacadista, no intuito de abastecer os supermercados, resultou em novo movimento de elevação nos preços da arroba, de acordo com pesquisadores do Cepea, que acabaram recuperando as perdas registradas em meados do mês. A demanda para exportação também seguiu dando sustentação às compras de animais a preços maiores. Além disso, a baixa disponibilidade de boi voltou a ficar evidente, o que fez com que pecuaristas recuassem as ofertas de valores menores, levando frigoríficos a abrir preços mais altos. Em março (até o dia 31), o Indicador CEPEA/B3 registrou ligeira alta de 0,7%, fechando a R$ 203,15 na terça-feira, 31. De 25 de março a 1º de abril, especificamente, o Indicador subiu 1,75%, a R$ 203,00 no dia 1º. Fonte: Cepea – www.cepea.esalq.usp.br

Fonte: CEPEA
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