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PIB-Agro/CEPEA: PIB-volume deve crescer 1,7% em 2018, mas preço relativo cai 4,8% e pressiona renda

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Cepea, 28/09/2018 – A estimativa de crescimento do PIB-volume do agronegócio brasileiro para 2018 foi reajustado em junho para 1,7%, segundo estudos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil).

 

Segundo pesquisadores do Cepea, entre os segmentos (insumos, primário, indústria e agrosserviços), o destaque se mantém com os elos industriais e de serviços, embora também se estime crescimento dentro de porteira.

 

As atuais estimativas sobre os preços relativos do agronegócio, por sua vez, apontam para perda de 4,8% – esse contexto indica que os produtos do setor estão se desvalorizando frente à média da economia brasileira. No balanço dos determinantes da renda, a redução em preços relativos se sobrepôs ao aumento estimado no volume, de modo que, para o PIB-renda do agronegócio, estima-se queda de 3,2%.

 

CONTEXTO MACROECONÔMICO BRASILEIRO – O PIB total, calculado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cresceu 1,1% no primeiro semestre de 2018 com relação ao mesmo período do ano passado – resultado aquém do esperado pelo mercado. Segundo o último relatório Focus do Banco Central, a estimativa de crescimento para o PIB, conforme média da análise de agentes do mercado, está em 1,4% para 2018, bastante abaixo dos 3,14% esperados no primeiro relatório Focus do Banco Central, divulgado no início de janeiro.

 

Segundo pesquisadores o Cepea, esse baixo crescimento econômico segue acompanhado pela manutenção do elevado déficit público, da alta taxa de desemprego e da tendência de queda do poder de compra da população brasileira, além das instabilidades do mercado associadas a especulações quanto às eleições. Este cenário é preocupante para todos os setores produtivos brasileiros, com destaque ao agronegócio, que também tem sofrido pressão de custos, notadamente no que se refere aos impactos da política de tabelamento de fretes imposta pelo governo federal em resposta à greve dos caminhoneiros em maio.

 

Clique aqui e confira relatório completo!

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o PIB brasileiro aqui e por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e a pesquisadora Nicole Rennó: (19) 3429-8836 / 8837 e [email protected]

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Após “luta” de 1h30, jaú de 150 kg é pescado e solto novamente no rio em Tangará

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Foto: G1

Uma “luta” travada entre pescador e peixe levou cerca de uma hora e meia. Mas não era qualquer peixe. O animal em questão trata-se de um jaú que pesa cerca de 150 quilos. Essa história, que não é conversa de pescador, aconteceu em Tangará da Serra no rio Sepotuba e foi destaque no noticiário de Mato Grosso.

O empresário Lucas Torrente e seus amigos é que pescaram o jaú de 150 kg. Entre fisgar o bicho e levá-lo ate um barranco, se passaram uma hora e meia. Depois de toda essa peleia, o peixão foi solto e voltou para as águas do Sepotuba.

De acordo com o biólogo da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), Valdo Troy, em entrevista concedida ao portal G1, um peixe deste peso é uma exceção e tem um papel essencial, que é controlar a população de peixes.

“Seria humanamente impossível brigar sozinho com um peixe daquele tamanho. Foi essencial a experiência junto com meus parceiros, porque o jaú é um peixe muito forte”, disse Lucas, que fisgou o bicho, ao portal. “Ele passava tranquilamente uns 150 kg. Se a gente submetesse ele a uma balança, poderia machucá-lo. Então, nós o soltamos e a dúvida ficou”, completou.

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FRANGO/CEPEA: Demanda externa cresce; preços sobem no Brasil

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Cepea, 08/04/2022 – A maior demanda internacional pela carne de frango motivou altas nos preços domésticos da proteína, segundo informações do Cepea. Com menor disponibilidade interna de muitos produtos, como peito e filé, vendedores seguem elevando as cotações, buscando garantir a margem frente ao custo de produção ainda alto. Além das exportações, o período de início de mês, com o recebimento do salário por parte da população, também favoreceu as altas nos preços. De acordo com dados da Secex, 385 mil toneladas de carne de frango foram exportadas em março, quantidade 13,3% acima da observada em fevereiro e ainda 4,8% maior que a exportada em março/21. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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