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PIB-Agro/CEPEA: PIB-agro recua 0,22% em set/18, pressionado pelo ramo pecuário

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Cepea, 19/12/2018 – O PIB do Agronegócio Brasileiro registrou nova queda em setembro, de 0,22%, segundo estudos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). No acumulado de janeiro a setembro, o cenário continua negativo para a renda do setor, com baixa de 1,63%. Pesquisadores do Cepea/CNA indicam que esse resultado da renda gerada no agronegócio em 2018 está ligado à elevação de custos de produção e à redução de preços de produtos agropecuários, notadamente no mercado pecuário ao longo do ano.

Quanto aos preços, no caso dos produtos agrícolas, verificou-se recuperação, com resultados positivos desde junho, na média das atividades acompanhadas. Porém, o efeito inercial no começo do ano, advindo do baixo patamar registrado no final de 2017, a lenta recuperação da atividade econômica brasileira e a oferta elevada para alguns produtos têm sido fatores limitantes para a recuperação dos preços.

No caso dos pecuários, a demanda interna enfraquecida e o fechamento abrupto de importantes mercados externos destinos da carne – bovina, suína e de aves – do Brasil prejudicaram os preços com maior intensidade ao longo do ano. Porém, a disputa comercial entre China e Estados Unidos, além do câmbio favorável à elevação da competitividade da proteína brasileira no mercado externo, surtiu efeitos favoráveis às exportações da carne brasileira em setembro, notadamente com destinação a mercados asiáticos, o que resultou em certa sustentação de preços ao longo do mês (no acumulado, o resultado segue negativo).

No caso do incremento nos custos de produção, destacam-se as elevações de preço para os fertilizantes (encarecidos pela desvalorização do Real frente ao Dólar), para o diesel (com as mudanças na política de preços da Petrobras e do próprio tabelamento de fretes) e também para o milho, que influencia as atividades primárias pecuárias.

PIB-VOLUME – Em termos de produção, as projeções para 2018 do PIB-volume do agronegócio, calculado pelo critério de preços constantes, seguem apontando crescimento em todos os segmentos. O PIB-volume do agronegócio deve crescer 2,36% em 2018, com altas de 4,43% para insumos, de 1,18% para o segmento primário, de 2,58% para a agroindústria e de 2,70% para os agrosserviços.

Clique aqui e confira o relatório completo!

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o PIB brasileiro aqui e por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e a pesquisadora Nicole Rennó: (19) 3429-8836 / 8837 e [email protected]

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Após “luta” de 1h30, jaú de 150 kg é pescado e solto novamente no rio em Tangará

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Foto: G1

Uma “luta” travada entre pescador e peixe levou cerca de uma hora e meia. Mas não era qualquer peixe. O animal em questão trata-se de um jaú que pesa cerca de 150 quilos. Essa história, que não é conversa de pescador, aconteceu em Tangará da Serra no rio Sepotuba e foi destaque no noticiário de Mato Grosso.

O empresário Lucas Torrente e seus amigos é que pescaram o jaú de 150 kg. Entre fisgar o bicho e levá-lo ate um barranco, se passaram uma hora e meia. Depois de toda essa peleia, o peixão foi solto e voltou para as águas do Sepotuba.

De acordo com o biólogo da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), Valdo Troy, em entrevista concedida ao portal G1, um peixe deste peso é uma exceção e tem um papel essencial, que é controlar a população de peixes.

“Seria humanamente impossível brigar sozinho com um peixe daquele tamanho. Foi essencial a experiência junto com meus parceiros, porque o jaú é um peixe muito forte”, disse Lucas, que fisgou o bicho, ao portal. “Ele passava tranquilamente uns 150 kg. Se a gente submetesse ele a uma balança, poderia machucá-lo. Então, nós o soltamos e a dúvida ficou”, completou.

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FRANGO/CEPEA: Demanda externa cresce; preços sobem no Brasil

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Cepea, 08/04/2022 – A maior demanda internacional pela carne de frango motivou altas nos preços domésticos da proteína, segundo informações do Cepea. Com menor disponibilidade interna de muitos produtos, como peito e filé, vendedores seguem elevando as cotações, buscando garantir a margem frente ao custo de produção ainda alto. Além das exportações, o período de início de mês, com o recebimento do salário por parte da população, também favoreceu as altas nos preços. De acordo com dados da Secex, 385 mil toneladas de carne de frango foram exportadas em março, quantidade 13,3% acima da observada em fevereiro e ainda 4,8% maior que a exportada em março/21. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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