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PIB-Agro/CEPEA: Agroindústria segue impulsionando PIB do agronegócio em 2018

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Cepea, 25/06/2018 – O agronegócio brasileiro deve crescer 3,17% em PIB-volume em 2018, conforme indicam dados do primeiro trimestre do ano, analisados pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Em 2018, o impulso ao setor vem dos elos industriais, diante da relativa estabilidade prevista para o PIB-volume do segmento primário.

 

Segundo pesquisadores do Cepea, assim como mencionado no relatório anterior, a agroindústria brasileira vem demonstrando reação desde o segundo semestre de 2017, influenciada pelos sinais de recuperação da economia brasileira. Importante se avaliar que, mesmo com evolução em volume apresentada pelo agronegócio como um todo, este movimento não vem sendo acompanhado no mesmo ritmo pela evolução em número ocupações no mercado de trabalho do setor, com exceção da agroindústria, que teve crescimento mais expressivo em produção e emprego.

 

Quantos aos preços, as estimativas atuais apontam para perda de 7,6% nos preços relativos do agronegócio, indicando que os produtos do setor estão se desvalorizando frente à média da economia. Assim como observado em 2017, a pressão baixista da média de preços reais de produtos do agronegócio acabou suprimindo a evolução significativa em volume de produção e, com isso, estima-se queda de 4,7% no PIB-renda anual do setor. Entre os segmentos, a redução do PIB-renda é pressionada especialmente pelo primário, para o qual o recuo é estimado em 19,1%.

 

Ressalta-se que, como a variação é calculada a partir da comparação entre os preços do primeiro trimestre de 2018 e do trimestre de 2017, a expressiva queda atrela-se também ao fato de que esse trimestre foi o de preços mais altos em 2017. Então, à medida que a comparação anual passe a incluir mais meses (nas próximas estimativas do PIB), avalia-se que a taxa negativa terá sua magnitude amenizada ou mesmo levemente revertida. Essa avaliação é ainda reforçada pela perspectiva de aumento de preços de alguns produtos do agronegócio nos próximos meses, como o algodão, o milho, a soja, o trigo e hortifrutícolas.

 

Clique aqui e acesse relatório detalhado. 

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o PIB brasileiro aqui e por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e a pesquisadora Nicole Rennó: (19) 3429-8836 / 8837 e [email protected]

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Após “luta” de 1h30, jaú de 150 kg é pescado e solto novamente no rio em Tangará

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Foto: G1

Uma “luta” travada entre pescador e peixe levou cerca de uma hora e meia. Mas não era qualquer peixe. O animal em questão trata-se de um jaú que pesa cerca de 150 quilos. Essa história, que não é conversa de pescador, aconteceu em Tangará da Serra no rio Sepotuba e foi destaque no noticiário de Mato Grosso.

O empresário Lucas Torrente e seus amigos é que pescaram o jaú de 150 kg. Entre fisgar o bicho e levá-lo ate um barranco, se passaram uma hora e meia. Depois de toda essa peleia, o peixão foi solto e voltou para as águas do Sepotuba.

De acordo com o biólogo da Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat), Valdo Troy, em entrevista concedida ao portal G1, um peixe deste peso é uma exceção e tem um papel essencial, que é controlar a população de peixes.

“Seria humanamente impossível brigar sozinho com um peixe daquele tamanho. Foi essencial a experiência junto com meus parceiros, porque o jaú é um peixe muito forte”, disse Lucas, que fisgou o bicho, ao portal. “Ele passava tranquilamente uns 150 kg. Se a gente submetesse ele a uma balança, poderia machucá-lo. Então, nós o soltamos e a dúvida ficou”, completou.

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FRANGO/CEPEA: Demanda externa cresce; preços sobem no Brasil

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Cepea, 08/04/2022 – A maior demanda internacional pela carne de frango motivou altas nos preços domésticos da proteína, segundo informações do Cepea. Com menor disponibilidade interna de muitos produtos, como peito e filé, vendedores seguem elevando as cotações, buscando garantir a margem frente ao custo de produção ainda alto. Além das exportações, o período de início de mês, com o recebimento do salário por parte da população, também favoreceu as altas nos preços. De acordo com dados da Secex, 385 mil toneladas de carne de frango foram exportadas em março, quantidade 13,3% acima da observada em fevereiro e ainda 4,8% maior que a exportada em março/21. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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