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Policia Federal

PF investiga remessas clandestinas de valores para o exterior por empresas

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Campo Grande/MS – A Polícia Federal, a Controladoria Geral da União e a Receita Federal deflagraram hoje (27/11) a sexta fase da Operação Lama Asfáltica – Computadores de Lama. As investigações foram baseadas, em especial, nas remessas clandestinas de valores para o exterior realizadas por proprietários de empresas de informática investigadas nas fases anteriores da Operação Lama Asfáltica.

Os prejuízos causados ao erário, somando-se todas as seis fases da Operação Lama Asfáltica, consideradas as fraudes, valores concedidos irregularmente como benefícios fiscais e as propinas pagas a integrantes da organização criminosa passam dos R$ 432 milhões.

Estão sendo cumpridos quatro mandados de prisão preventiva, 25 mandados de busca e apreensão, além do sequestro de valores nas contas bancárias de pessoas físicas e empresas investigadas. As medidas estão sendo cumpridas em Campo Grande/MS, Jaraguari/MS, Dourados/MS e Paranhos/MS, com a participação de mais de 100 Policiais Federais, 17 servidores da CGU e 33 servidores da Receita Federal.

A deflagração desta 6ª fase da Operação decorreu da análise de materiais apreendidos nas fases anteriores e foram confrontados com fiscalizações, exames periciais e outras diligências. As investigações também têm como objetivo apurar desvios de recursos públicos por meio do direcionamento de licitações públicas em contratações de serviços de informática, aquisição fictícia ou ilícita de produtos, simulação de contratos para o repasse de recursos ilícitos e utilização de “laranjas” para ocultação patrimonial.

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Coletiva De Imprensa – Será realizada uma entrevista coletiva para jornalistas, às 10h, no auditório da Superintendência Regional da Polícia Federal em Campo Grande/MS, com os integrantes da Força-Tarefa que compõem a investigação.

 

Comunicação Social da Polícia Federal

Contato: (67) 3368-1105
E-mail: [email protected]

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Mato Grosso

ESCÂNDALO DA SAÚDE: Caso ainda tem desdobramentos e Justiça busca presidente de Oscip

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O Escândalo da Saúde, que lesou os cofres da saúde pública em Tangará da Serra entre os anos de 2010 e 2011, segue com seus desdobramentos.

Esta semana, a juíza Celia Regina Vidotti, da Vara Especializada em Ação Civil Pública e Ação Popular de Cuiabá, tenta encontrar a presidente da Oscip Instituto de Desenvolvimento Humano, Econômico e Ação Social (Idheas), Maria Guimarães Bueno de Araújo, para intimar e citar tanto o instituto quanto sua fundadora.

Maria Guimarães Bueno de Araújo já foi condenada por fraudes em Tangará da Serra

Maria Guimarães é a peça central de supostos desvios de R$ 51 milhões via Programa Saúde da Família nas prefeituras de Tangará da Serra e Timóteo, em Minas Gerais.

A ação é um dos desdobramentos da Operação Hygeia, deflagrada pela Polícia Federal em 2010, e corre em segredo de justiça.

Conforme a ação federal, a finalidade da carta precatória é apenas a notificação dos requeridos. Na prefeitura de Tangará da Serra os esquemas causaram dano de R$ 4 milhões ao erário.

Em razão do escândalo, prefeito Júlio Cesar Ladeia foi cassado pela Câmara em 2011

Por esses crimes, em 2016 a juíza Eza Yara Ribeiro, da comarca daquele município, condenou Maria Guimarães Bueno de Araújo, o ex-prefeito Julio Cesar Davoli Ladeia, o ex-vice-prefeito José Jaconias da Silva, o ex-secretário municipal de Saúde Mario Lemos de Almeida e o empresário Abel Alves Saraiva.

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O caso, conhecido em Tangará da Serra como “Escândalo da Saúde”, também levou, no ano de 2011, à cassação de cinco vereadores. (Com ‘Notícias de Mato Grosso’)

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Policia Federal

Operação Pay Load apreende quase meia tonelada de pasta base de cocaína em Goiás

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Goiânia/GO – A Polícia Federal desencadeou na quarta-feira (15/5), com apoio da Força Aérea Brasileira e a Polícia Militar do Estado de Goiás, a Operação Pay Load, com o objetivo de desarticular célula criminosa especializada no tráfico de drogas internacional, resultando na apreensão de 464 kg de pasta base de cocaína.

A droga, oriunda da Bolívia, estava sendo transportada por um avião que pousou numa pista na região rural de Quirinópolis/GO. A abordagem policial foi procedida depois que a droga foi descarregada na pista de pouso, tendo o avião decolado logo em seguida. Houve troca de tiros. Acionada, a FAB interceptou e determinou o pouso obrigatório do avião no aeroporto municipal de Rio Verde/GO, onde equipe de Policiais Federais e Militares efetuaram a prisão do piloto e do copiloto.

Duas pessoas foram presas e autuadas em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Quatro veículos e uma aeronave, avaliada em R$ 800 mil, foram apreendidos.

 

Fonte: Polícia Federal
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