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Policia Federal

PF investiga gerente que extorquia empresas contratadas para prestar segurança às agências bancárias

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Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (12/11) a Operação Saruman, para combater atuação de um gerente da Caixa Econômica Federal, que estaria, na qualidade de fiscal de contrato, extorquindo empresa de segurança privada contratada pelo banco para prestar segurança às diversas agências bancárias em Minas Gerais.

Foram cumpridos três mandados judiciais de busca e apreensão, dois em Belo Horizonte e um em Varginha/MG. Um dos mandados foi cumprido na gerência do banco.

O gerente era responsável pela elaboração dos editais de licitação, contratação e posterior fiscalização dos serviços de diversas empresas de segurança privada contratadas para prestar segurança às agências no Estado. Nessa função, passou a exigir vantagens de empresários, sob pena de inviabilizar o recebimento de faturas apresentadas para pagamento pelos serviços. Há, ainda, suspeitas de falsificação em guias de recolhimento de FGTS, visando a desonerar as empresas contratadas e, por conseguinte, possibilitar o pagamento de propinas. Estima-se que somente uma das empresas contratadas tenha pago em torno de R$ 1 milhão a título de propina para o investigado. Pelos serviços contratados, o banco paga mais de R$ 9 milhões por mês para prover a segurança de suas agências em Minas Gerais.

A Polícia Federal conta com o apoio da Corregedoria da CEF nesta operação, sendo que o inquérito policial visa, agora, a descobrir se outras oito empresas contratadas pelo banco no Estado também foram vítimas da atuação criminosa do investigado.

O envolvido responderá pelo crime de concussão, previsto no artigo 316 do Código Penal, com pena máxima de oito anos, havendo possibilidade de envolvimento de outras pessoas, inclusive outros servidores do banco, configurando uma associação criminosa que poderá elevar a pena para mais de 12 anos de reclusão.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Minas Gerais

[email protected] | www.pf.gov.br

(31) 3330-5270

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Policia Federal

Polícia Federal extradita libanês suspeito de crime de falsidade ideológica

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Brasília/DF – A Polícia Federal realizou na manhã desta sexta-feira (17/07) a extradição de um nacional libanês ao Paraguai.

O extraditado foi preso em território brasileiro em 2018 pelo crime de falsidade ideológica, em razão de ordem de captura internacional da INTERPOL, e teve sua extradição para o Paraguai deferida pelo Supremo Tribunal Federal.

O extraditado estava preso na Superintendência Regional da PF em Curitiba desde setembro de 2019 e, na manhã de hoje, foi levado de helicóptero para a cidade de Foz do Iguaçu/PR onde foi entregue às autoridades paraguaias na Ponte Internacional da Amizade.

Divisão de Comunicação Social da Polícia Federal
E-mail: [email protected]
Telefone: (61)20248142

 

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Policia Federal

Operação Bertholletia desarticula esquema de exploração ilegal de madeira em área de preservação florestal

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Porto Velho/RO – A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (17/7), a Operação Bertholletia, em Rondônia. Trata-se de ação ostensiva realizada nesta data, no contexto das ações da “Operação Verde Brasil 2” e em decorrência de investigação da Polícia Federal na “Operação Inimigos da Tora”, realizada no mês de maio de 2020, visando a prisão e desarticulação de organização criminosa dedicada à exploração ilegal de madeira da área de preservação da Floresta Nacional do Jacundá, em especial na região da Vila Nova Samuel, distrito de Candeias do Jamari/RO.

Policiais federais deram cumprimento a oito mandados de prisão preventiva e a oito mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 3ª Vara da Justiça Federal em Porto Velho/RO.

 As investigações tiveram início com o desmatamento e furto de madeira da Floresta Nacional do Jacundá, sendo que os mandados estão sendo cumpridos em face de organização criminosa ali instalada, que opera na extração ilegal de madeira, praticando ainda falsificação de créditos florestais a fim de dar aparência lícita a tais recursos naturais.

Após a primeira fase da operação, que contou com o apoio do Exército, ICMBio, SEDAM/RO e Polícia Militar Ambiental/RO, e teve como foco as pessoas jurídicas (madeireiras) da região, da análise de celulares e documentos apreendidos resultou a identificação de pessoas físicas que lideram o grupo da extração ilegal da FLONA Jacundá e o transporte da madeira (“toreiros”).

Os presos serão ouvidos na sede da Polícia Federal e responderão pelos crimes de organização criminosa, extração ilegal e furto de madeira, falsidade ideológica, inserção de dados falsos e lavagem de capitais.

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia/RO

Contato: (69) 3216-6242

 

*** O termo “Bertholletia” é o nome científico da árvore Castanheira, cuja extração e comercialização é vedada, mas que foi encontrada nos pátios de diversas madeireiras alvo de buscas da primeira etapa da operação.

 

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