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Policia Federal

PF investiga comercialização anabolizantes em academia de ginástica

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Curitiba/PR – A Polícia Federal cumpriu nesta sexta-feira, 22/5, dois mandados de busca e apreensão em residência e academia de ginástica vinculadas a suspeito de venda ilegal de anabolizantes.

A investigação teve início a partir da retenção de objetos postais no Centro de Encomendas Internacionais dos Correios em Pinhais/PR, que tinham como conteúdo os anabolizantes TESTOSTERONA, NANDROLONA, TREMBOLONA DROSTANOLONA e OXANDROLONA, a fim de investigar conjuntamente a prática do delito previsto no art. 273, §1°-B do Código Penal.

Laudos periciais confirmaram a presença dos produtos que estão inseridos na Lista das Substâncias Anabolizantes (Lista C5) da Portaria SVS/MS 344, de 12/05/1998.

Existem centenas de outras apreensões de anabolizantes e outros fármacos remetidos pelos Correios sendo investigadas pela PF em Curitiba.

Os mandados de busca de hoje foram cumpridos na cidade de Belo Horizonte, local de destino das substâncias, onde foram encontradas mais substâncias anabolizantes, seringas e materiais que indicam a comercialização ilegal dos produtos.

As suspeitas indicam que o investigado se utiliza de sua academia de ginástica para comercializar as substâncias por ele importadas, cuja quantidade apreendida não aponta para uso próprio e sim para a comercialização.

As penas dos crimes praticados podem chegar a reclusão, de 10 a 15 anos, e multa.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Curitiba/PR
Contato: 41-3251-7809 /99242-5543

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Policia Federal

PF, em ação integrada, apreende duas e um caminhão carregados com cigarros contrabandeados

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Porto Mendes/PR – Na madrugada deste sábado, 30/5, mais uma grande apreensão foi realizada por equipes que participam da OPERAÇÃO HÓRUS, integrada pela POLÍCIA FEDERAL, COBRA/BPFRON/PMPR, TIGRE/PCPR, BOPE/PMMS, PRF, FORÇA NACIONAL e pelo EXÉRCITO BRASILEIRO, com apoio da SEOPI – Secretaria de Operações Integradas/MJSP.

Durante patrulhamento de rotina na zona rural de Porto Mendes, policiais desta integração visualizaram movimentação suspeita em porto clandestino na região e resolveram realizar aproximação para fiscalização. Ao se aproximar do local, visualizaram duas barcaças descarregando ilícitos paraguaios em caminhão boiadeiro.

Na tentativa de abordagem, grande correria se iniciou no local e os criminosos conseguiram fugir, não sendo encontrados.

No local foram apreendidos duas embarcações de grande porte (balsa) e um caminhão baú, carregados com aproximadamente 750 caixas de cigarros contrabandeados do Paraguai.

Os materiais apreendidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal de Guaíra, para os procedimentos de praxe.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Guaíra/PR
Disque denúncia: (44) 3642-9131

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Policia Federal

Força tarefa resgata duas bolivianas de condição análoga à escravidão

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São Paulo/SP – Força tarefa contra o tráfico de pessoas, composta pela Polícia Federal, pelos auditores fiscais do Trabalho do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, pelo Ministério Público Federal (MPF), pelo Ministério Público do Trabalho (MPT), e pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Estado de São Paulo, atuou coordenadamente para o êxito da operação.

Duas irmãs bolivianas, de 22 e 19 anos, foram resgatadas em ação contra o trabalho análogo ao de escravo iniciada em 20 de maio em São Paulo (SP). Elas entraram de forma irregular no país e trabalhavam em uma oficina de costura que confeccionava peças de vestuário para uma loja de varejo localizada no bairro do Brás, na capital paulistana.

Com jornadas de trabalho, que começavam às 7h e se estendiam até 22h, e tendo recebido valores inferiores à metade de um salário mínimo durante dois meses, as trabalhadoras sofreram restrições à sua locomoção por terem entrado ilegalmente no país e também pela pandemia, argumentos usados para que permanecessem todo o tempo na própria oficina de costura.

Responsabilizada como empregadora, a loja de varejo efetuou os pagamentos das verbas rescisórias e indenizações devidas às trabalhadoras e, ainda, custeará o regresso das irmãs ao país de origem.

Tráfico de pessoas

A Polícia Federal instaurou inquérito policial. Os responsáveis responderão, na medida de suas culpabilidades, pelo crime previsto no Código Penal, no artigo 149-A, II, cujas pena de reclusão varia de 4  a 8 anos, e multa.

A apuração mostra que o dono da oficina de costura, localizada na zona leste da cidade de São Paulo, foi responsável pelo ingresso das irmãs no país. Acompanhadas por ele desde Cochabamba, na Bolívia, onde residiam e haviam sido contratadas, elas entraram no Brasil atravessando um riacho que divide os territórios.

Neste dia, a fronteira entre os dois países foi fechada por conta da pandemia do coronavírus (covid-19). Em Corumbá (MS), embarcaram em ônibus até a capital paulista, iniciando seu trabalho no mesmo dia em que chegaram. O dono da oficina foi preso em flagrante e depois liberado na audiência de custódia, respondendo ao processo em liberdade.

Resgatadas, as jovens migrantes se encontram acolhidas em local seguro. Embora tenham direito a solicitar residência permanente no Brasil, uma vez que foram submetidas ao trabalho escravo e ao tráfico de pessoas, conforme dispõe a Lei nº 13.445/2017 (Lei de Migração), as trabalhadoras aguardam somente a finalização dos trâmites burocráticos necessários para seu retorno à Bolívia.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo

Contato: (11) 3538-5013 

[email protected]

 

 

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