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Policia Federal

PF deflagra operação para desarticular esquema de sonegação fiscal em SP

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São Paulo/SP – A Polícia Federal, em ação conjunta com a Receita Federal, deflagrou nesta manhã (27) a 2ª fase da Operação Descarte, batizada de Chiaroscuro. Esta fase da operação tem como objetivo interromper a continuidade da prática criminosa pelos operadores do esquema e obter novas provas das ações detectadas pela PF e pela Receita, após a deflagração da 1ª fase da operação.

Policiais federais dão cumprimento a 2 mandados de prisão preventiva e a 9 mandados de busca e apreensão, no estado de São Paulo, na capital e em São Carlos.

Este inquérito policial se iniciou com a análise de documentação apreendida na 1ª fase da Operação Descarte, deflagrada em 1º de março deste ano, tendo sido apurado que um escritório de advocacia continuava atuando no controle de empresas “fantasmas” e empresas existentes, mesmo após fiscalizações realizadas pela Receita Federal, em um esquema de compras fraudulentas.

De acordo com as investigações, as empresas simulavam a venda de produtos e serviços e, ao receber os pagamentos e emitir notas fiscais sobre as transações fictícias, distribuíam os valores para contas no Brasil ou no exterior, ou realizavam a entrega de dinheiro em espécie aos envolvidos no grupo. Há indícios de que esses pagamentos eram realizados para diminuir valores devidos em impostos, lavar dinheiro e pagar propinas a agentes públicos.

Um dos investigados é um servidor público que teria se utilizado dos serviços do grupo para lavar dinheiro decorrente de corrupção, recebido após facilitar a sonegação de impostos de terceiros.

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A Receita Federal já identificou e lançou como devidos R$80 milhões sonegados, referentes a transações fraudulentas. A pedido da PF, a Justiça Federal determinou o bloqueio de valores em nome dos investigados no montante de R$ 12 milhões, além de bens imóveis.

Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, corrupção ativa e passiva e associação criminosa.

Haverá entrevista coletiva as 11h no auditório da Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo, localizado na Rua Hugo D’Antola, 95 – Lapa de Baixo.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo

Contato: (11) 3538-5013

***Chiaroscuro é uma técnica de pintura que utiliza de efeitos de luz e sombra que remete ao fato de que pagamentos aparentemente legítimos eram, na realidade, utilizados para fins criminosos.

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Polícia Federal apreende eletrônicos e miras telescópicas

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Foz do Iguaçu/PR – Em ação rotineira de fiscalização e controle em estabelecimento localizado no bairro Vila Portes, nesta cidade, policiais federais apreenderam nesta sexta-feira (14/12)  grande quantidade de mercadorias estrangeiras importadas irregularmente e duas miras telescópicas para arma de fogo.

Os produtos, em sua maioria aparelhos celulares e memórias externas (pen-drives), estavam estocados em uma despensa do estabelecimento. Em razão da capacidade de zoom, ou seja de aproximação e aumento da imagem em nove vezes, as miras telescópicas apreendidas são classificadas como de uso restrito.

O proprietário do estabelecimento foi preso em flagrante e conduzido à Delegacia de Polícia Federal de Foz do Iguaçu/PR, onde se encontra custodiado e à disposição da justiça.

Estima-se que as mercadorias apreendidas totalizem cerca de R$ 175 mil.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu

Contato: (45) 3576-5515

 

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Policia Federal

PF deflagra a 2ª fase da Operação Forte Castelo

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Belém/PA – A Polícia Federal, juntamente com o MPF, CGU e a Receita Federal, deflagraram nexta sexta feira (14/12) a segunda fase da Operação Forte do Castelo, com objetivo de dar continuidade às investigações iniciadas em 2017. Decorre de novos elementos trazidos ao conhecimento do MPF, por meio de acordo de colaboração premiada firmado em maio de 2018 por pessoas ligadas à empresa responsável pelas obras do Portal da Amazônia, Macrodrenagem da Estrada Nova e BRT-Belém.

Estão sendo cumpridos 05 mandados de busca e apreensão nas cidades de Belém/PA e Brasília/DF.

No acordo de colaboração premiada, os colaboradores relataram e apresentaram documentação que implicam novos personagens no esquema vigente durante os dois mandatos de um ex-prefeito (2005-2012), em especial ex-secretários municipais, que tiveram intensa participação nos atos de direcionamento de licitações, acerto e recebimento de valores indevidos, pagos pela construtora em relação às obras realizadas no município de Belém (Portal da Amazônia, Macrodrenagem da Estrada Nova e BRT-Belém).

As análises conduzidas pela força-tarefa constataram a existência de conjunto robusto e consistente de indícios que aponta para a fraude ao caráter competitivo e o direcionamento de diversos certames que culminaram com a contratação das empresas do grupo ligado ao ex-prefeito. No curso das investigações, foi obtido conjunto probatório suficiente que apontou, além de irregularidades na contratação das empresas, indícios de enriquecimento ilícito de vários membros da organização.

O dano ao erário já identificado pela Força-Tarefa é de pelo menos R$ 400 milhões.

 

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Comunicação Social da Polícia Federal no Pará

Contato: (91)3214 8029

[email protected]

 

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