conecte-se conosco


Policia Federal

PF combate a caça de animais silvestres

Publicado

Rio de Janeiro/RJ – A Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal e o ICMBio, deflagrou nesta segunda-feira (2/12) a operação Prohibitus, com o objetivo de desmantelar uma associação criminosa voltada para a caça de animais silvestres na Reserva Biológica de Poço das Antas, localizada nos municípios de Silva Jardim e Casimiro de Abreu. Eles também atuavam na Reserva Biológica União e na Área de Proteção Ambiental da Bacia do Rio São João/Mico-Leão-Dourado, que engloba os dois municípios antes citados e ainda Silva Jardim e Rio Bonito.

Estão sendo cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nas cidades de Casimiro de Abreu, Rio das Ostras, Macaé, Rio Bonito e Silva Jardim. Dezenas de cães de caça foram apreendidos e, até o momento, oito pessoas foram presas portando armas, pássaros e carne de animais silvestres abatidos. A ação contou com apoio do Batalhão de Operações com Cães – BAC e do 32º batalhão da Polícia Militar.

A investigação iniciou-se há 4 meses e comprovou a intensa atividade de caça que o grupo exerce nas citadas áreas, com o abate de dezenas de animais silvestres por semana para consumo próprio e para comercialização.

Os envolvidos poderão responder por crime ambiental, posse de arma de fogo de uso permitido e crime ambiental.

 

  

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro

[email protected] | www.pf.gov.br


(21) 2203-4404 / 4405 / 4406 / 4407

Leia mais:  PF investiga esquema de fraudes em licitação em município paulista

Fonte: Polícia Federal
Comentários Facebook

Policia Federal

PF prende três pessoas pelo crime de moeda falsa no Ceará

Publicado

por

Fortaleza/CE – A Polícia Federal prendeu em flagrante, em duas ações distintas, na sexta-feira (6/12), três pessoas pelo crime de moeda falsa.

O primeiro flagrante ocorreu quando um homem, de 21 anos, e uma mulher, de 22 anos, irmãos, receberam encomendas postais na ECT de Trairi contendo cédulas falsas. No volume destinado à mulher, havia R$ 3.380, de R$ 20, e, ao homem, R$ 500, em cédulas de R$ 20 e R$ 100.

Na segunda ação policial, um homem, de 40 anos, também foi preso em flagrante ao pegar um pacote postal na ECT de Pedra Branca. No pacote havia 50 cédulas de R$ 100, totalizando R$ 5 mil.

Os presos foram autuados pelo crime de moeda falsa, com penas de reclusão de 3 a 12 anos e encaminhados à sede da Superintendência Regional no Ceará, onde permanecerão a disposição da Justiça Federal do Ceará.

Essas ações são resultados dos trabalhos desenvolvidos pela área de inteligência da PF no combate ao crime de moeda falsa. Na última segunda-feira (2/12), uma pessoa foi presa na capital cearense com cédulas falsas, no total de R$ 2 mil.


 

Comunicação Social da Polícia Federal no Ceará
Contato: (85) 9.8970-0624

Fonte: Polícia Federal
Comentários Facebook
Leia mais:  PF investiga esquema de fraudes em licitação em município paulista
Continue lendo

Policia Federal

PF desarticula grupo responsável o comércio ilegal de ouro em Roraima

Publicado

por

Boa Vista/RR – A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (6/12) a Operação Hespérides, que tem o objetivo de desarticular organização criminosa que seria responsável pelo comércio ilegal de ao menos 1,2 tonelada de ouro.

Mais de 150 policiais cumprem 17 mandados de prisão preventiva, 5 de prisão temporária, 48 buscas e apreensões e 15 sequestros/bloqueios de bens, nos estados do Amazonas, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima e São Paulo. Os mandados foram expedidos pela 4ª Vara Federal de Roraima e determinam o bloqueio de até R$ 102 milhões dos envolvidos.

As investigações tiveram início em setembro de 2017, após apreensão de aproximadamente 130 gramas de ouro no Aeroporto de Boa Vista/RR, destinados a uma empresa em São Paulo. Uma nota fiscal de compra de sucata de ouro acompanhava o metal, sendo verificado pela PF que se trataria de um documento falso.

Os indícios constantes inquérito policial apontam que o grupo criminoso seria composto por venezuelanos e brasileiros que, residindo em Roraima, comprariam ilegalmente ouro extraído de garimpos da Venezuela e de garimpos clandestinos do estado. Com o auxílio de alguns servidores públicos que integrariam a organização criminosa e receberiam propinas, tentariam dar um aspecto de legalidade ao metal por meio da emissão de documentos falsos por empresas de fachada. O ouro, então, seria comercializado para uma empresa especializada na recuperação de minérios, localizada no interior de São Paulo. Mesmo com os latentes indícios de irregularidades acerca da origem do minério, a empresa o receberia e venderia para o exterior.

Leia mais:  PF apreende cerca de 40 kg de cocaína no Aeroporto de SP

A partir de cruzamentos realizados pela Receita Federal, que contribuiu com as investigações, suspeita-se que o grupo tenha movimentado ao menos 1,2 tonelada de ouro entre os anos de 2017 e 2019. Em cotação atual, o montante representa mais de R$ 230 milhões. Se o procedimento regular de importação houvesse ocorrido, a Receita estima que seriam devidos aproximadamente R$ 26 milhões apenas em tributos federais, desconsiderando juros e multa. Apenas no ano de 2018, a empresa que recebia o ouro em São Paulo teria exportado mais de R$ 1 bilhão em ouro e mais que triplicado seu faturamento nos últimos 3 anos.

A empresa suspeita também compraria o metal precioso de um outro grupo, baseado no Amapá, alvo da operação Ouro Perdido da PF, contra a comercialização de ouro extraído ilegalmente e que foi deflagrada em junho deste ano.

Um dos alvos da operação Hespérides possui ordem de prisão em aberto expedida pela justiça da República Dominicana por tráfico de drogas e lavagem de capitais e consta em lista de difusão vermelha da Interpol.

As investigações identificaram que os servidores públicos envolvidos ajudariam o grupo com consultorias para o resgate de ouro apreendido, elaboração de pareceres favoráveis aos interesses dos suspeitos e com a facilitação de desembaraços legais diversos, como o atesto de remessas de ouro à empresa em São Paulo. 

Os principais crimes investigados são participação em organização criminosa, contrabando, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, receptação e os crimes de falsidade ideológica e de documento público. Se condenados, os líderes do esquema podem ter penas que ultrapassam 50 anos de prisão.

Leia mais:  PF combate fraudes bancárias em quatro estados

O nome da operação faz referência as Hespérides que, segundo a mitologia grega, seriam as responsáveis por cuidar do pomar onde a deusa Hera cultivava macieiras que davam frutos de ouro. Entretanto, elas passaram a consumir os frutos que deveriam guardar, sendo necessário que Hera adicionasse à guarda um dragão eterno que nunca dormia.


 

Comunicação Social da Polícia Federal  em Roraima
[email protected]
Contato: (95)3261-1500

Fonte: Polícia Federal
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana