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Economia

Petrobras vai doar botijão e vale-gás em abril; veja como receber

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Petrobras vai doar botijão e vale-gás em abril
Reprodução: iG Minas Gerais

Petrobras vai doar botijão e vale-gás em abril

A Petrobras inicia neste mês a segunda etapa do programa de distribuição de botijões e auxílio para compra de gás de cozinha a famílias em situação de vulnerabilidade social. A ação é destinada a quem vive no entorno das unidades operacionais da empresa ou que participam de projetos sociais apoiados pela estatal.

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Segundo a companhia, R$ 115,5 milhões serão destinados à iniciativa, com a previsão de beneficiar 100 mil famílias diretamente em dezesseis estados do país. O projeto começou entre o fim de 2021 e o início deste ano. Para a segunda fase, 56 instituições sem fins lucrativos que desenvolvem projetos socioambientais e de condicionantes ambientais vão atuar como ponte entre a Petrobras e as famílias em situação de vulnerabilidade.

A empresa não divulga a lista de instituições parceiras. No estado do Rio, são 25 projetos conveniados, em locais como a cidade do Rio, São Gonçalo, Niterói, Magé, e o entorno da Refinaria de Duque de Caxias (Reduc) e da Bacia de Campos, nos municípios de Macaé, Campos e Quissamã, entre outras. Pelos cálculos da Petrobras, aproximadamente 30 mil famílias fluminenses serão beneficiadas diretamente.

Além do Rio, também haverá distribuição de gás e vale-gás no Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rondônia, Rio Grande do Sul, Sergipe e São Paulo.

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Como participar?

Segundo a Petrobras, as famílias são selecionadas com o apoio das instituições parceiras. Essas organizações identificam moradores da região que atuam que se encaixam no perfil da ação, fazem o contato e a distribuição dos botijões ou do vale-gás.

O benefício pode ser recebido por até quatro meses, e famílias que já tiveram acesso ao auxílio na primeira fase podem voltar a receber. Elas são acompanhadas pelas organizações e se deixam de precisar da ajuda, quando alguém consegue um emprego, por exemplo, o benefício é direcionado para outra família.

Além da distribuição direto às famílias, cozinhas comunitárias que distribuem refeições para pessoas em situação de insegurança alimentar e população em situação de rua também são beneficiadas. No Rio, a previsão é de que cerca de 600 mil quentinhas sejam distribuídas pelas cozinhas beneficiadas.

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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