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Economia

Petrobras, BRF e Minerva estão nos destaques de casas de análises

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Petrobras, BRF e Minerva estão nos destaques de casas de análises
Redação 1Bilhão

Petrobras, BRF e Minerva estão nos destaques de casas de análises

Mudanças na Petrobras e no Conselho da Marfrig estão no resumo coprorativo da Guide Investimentos desta terça-feira.

Acompanhe:

Petrobras (PETR4)

Na tarde de ontem, o Ministério de Minas e Energia (MME) confirmou a indicação de Adriano Pires, fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) e especialista em energia, para a presidência da estatal, no lugar de Joaquim Silva e Luna.

Pires já havia afirmado que a Petrobras errou em ficar tanto tempo sem reajustar os preços, por criar grandes defasagens em relação ao mercado internacional, alertando também para o risco crescente de desabastecimento.

A união, que é a principal acionista da estatal, indicou no total seis nomes para compor o conselho de administração da estatal. Os indicados serão submetidos à aprovação da assembleia de acionistas no próximo dia 13 de abril.

Além dos 6 nomes, Rodolfo Landim, presidente do Flamengo, foi indicado para exercer a presidência do conselho da estatal.

“Marginalmente negativo. A troca de presidente em um período curto de tempo, motivada pela elevada pressão popular sobre a alta do preço dos combustíveis e política de paridade da Petrobras, gera uma ansiedade em relação aos investidores no que tange a governança da estatal. Entretanto, não esperamos uma reação muito negativa ontem, dada que a notícia foi anunciada ontem, durante o pregão. Além disso, Pires é um nome com histórico técnico no setor de energia e que simpatiza com a política de preço atualmente praticada pela petrolífera, e, portanto, não vemos impactos negativos, por ora, no médio prazo.”

BRF (BRFS3):

A BRF aprovou ontem a indicação do controlador da Marfrig, Marcos Molina, como novo presidente do conselho de administração da empresa de aves e suínos.

A empresa de Molina é atualmente a maior acionista da BRF e havia demonstrado interesse em indicar os seus próprios membros do conselho de administração após ter adquirido uma participação de 33,25%.

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A Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, reclamou anteriormente e solicitou, na semana passada, o voto múltiplo para a eleição do conselho. Entretanto, no último domingo, a Previ e a Marfrig anunciaram terem concordado com a indicação de Aldo Luiz Mendes, doutor em Economia pela Universidade de São Paulo, ex-Vice Presidente de Finanças do Banco do Brasil e ex-Diretor do Banco Central, para a chapa que irá compor o Conselho de Administração da BRF.

“Neutro. Não esperamos maiores reações para a notícia, dado que o resultado era amplamente aguardado, e foi anunciado durante o pregão desta segunda-feira. Apesar disso, vemos como positiva a aprovação da chapa que conta com Marcos Molina como presidente do conselho da BRF.”

Minerva (BEEF3):

A Minerva (BEEF3) comunicou ao mercado a parceria com a Biofílica Ambipar (subsidiária da Ambipar – AMBP3) com foco no desenvolvimento de projetos de baixo carbono na cadeia de agronegócios na América do Sul, com exceção de Brasil e Peru. A joint venture será responsável pela avaliação e implementação desses projetos nas propriedades conectadas na cadeia de abastecimento da Marfrig, resultando na originação de créditos de carbono para os fornecedores, que poderão ser comercializados.

“Positivo. A parceria reforça o compromisso da Ambipar com o meio ambiente e influência sobre os insumos, mitigando diversos riscos inerentes a atividade agropecuária e atestando a origem fidedigna de seus bovinos.”

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

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Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

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