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Política Nacional

Pesquisa: Haddad lidera com 30,2% para governo de SP; França tem 17,1%

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 Ex-prefeito Fernando Haddad (PT) e ex-governador Márcio França (PSB) aparecem em primeiro e segundo lugar, respectivamente
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Ex-prefeito Fernando Haddad (PT) e ex-governador Márcio França (PSB) aparecem em primeiro e segundo lugar, respectivamente

Novos dados do instituto Paraná Pesquisas divulgados nesta segunda-feira (4) mostram que o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) aparece na liderança para o governo do estado de São Paulo, com 30,2% das intenções de voto na  pesquisa estimulada.

Em seguida, aparecem os nomes do ex-governador de São Paulo Márcio França (PSB), com 17,1%, e do ex-ministro Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos), com 12,6%. Com a margem de erro de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos, eles estão empatados.

Com percentual menor, aparecem a deputada ederal Renata Abreu (Podemos), com 4,2%, e o  governador Rodrigo Garcia (PSDB) — que assumiu o Estado de São Paulo no último dia 2 após renúncia de João Doria (PSDB) —, com 3,5%. 

O deputado federal Vinícius Poit (Novo), o ex-prefeito de São José dos Campos Felício Ramuth (PSD) e o ex-ministro da Educação Abraham Weintraub (Brasil 35) ficaram com 0,9%, 0,8% e 0,5%, respectivamente, segundo o levantamento. Todos estão empatados tecnicamente dentro da margem de erro.

Confira, a seguir, os cenários testados para um 1º turno:

Cenário 1

  • Fernando Haddad (PT): 30,2%
  • Márcio França (PSB): 17,1%
  • Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos): 12,6%
  • Renata Abreu (Podemos): 4,2%
  • Rodrigo Garcia (PSDB): 3,5%
  • Vinícius Poit (Novo): 0,9%
  • Felício Ramuth (PSD): 0,8%
  • Abraham Weintraub (Brasil 35): 0,5%
  • Não sabe/não respondeu: 8,6%
  • Nenhum/branco/nulo: 21,5%
Cenário 1
Divulgação Paraná Pesquisas

Cenário 1


Cenário 2

  • Fernando Haddad (PT): 31,1%
  • Márcio França (PSB): 17,6%
  • Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos): 12,7%
  • Rodrigo Garcia (PSDB): 3,8%
  • Vinícius Poit (Novo): 1,4%
  • Felício Ramuth (PSD): 1,0%
  • Não sabe/não respondeu: 8,9%
  • Nenhum/branco/nulo: 23,4%
Cenário 2
Divulgação Paraná Pesquisas

Cenário 2


Cenário 3

  • Fernando Haddad (PT): 31,4%
  • Márcio França (PSB): 18,4%
  • Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos): 12,9%
  • Rodrigo Garcia (PSDB): 4,0%
  • Não sabe/não respondeu: 8,8%
  • Nenhum/branco/nulo: 24,5%
Cenário 3
Divulgação Paraná Pesquisas

Cenário 3


Pesquisa espontânea

Tarcísio (5,4%), Haddad (3,5%) e França (1,8%) aparecem empatados dentro da margem de erro na pesquisa espontânea — quando os entrevistados não recebem uma lista com os nomes dos pré-candidatos.

A maioria (70,5%), porém, não sabe em quem votaria ou não respondeu à pergunta. Entre os entrevistados, 16,6% disseram que não votariam em ninguém.

Confira:

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  • Tarcísio Gomes de Freitas (Republicanos): 5,4%
  • Fernando Haddad (PT): 3,5%
  • Márcio França (PSB): 1,8%
  • João Doria (PSDB): 0,7%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 0,3%
  • Rodrigo Garcia (PSDB): 0,3%
  • Felício Ramuth (PSD): 0,2%
  • Abraham Weintraub (Brasil 35): 0,1%
  • Vinícius Poit (Novo): 0,1%
  • Outros nomes citados: 0,6%
  • Não sabe/não respondeu: 70,5%
  • Ninguém: 16,6%
Pesquisa espontânea
Divulgação Paraná Pesquisas

Pesquisa espontânea










Para realizar o levantamento, o Paraná Pesquisas entrevistou pessoalmente 1.820 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 27 e 31 de março, em 78 municípios do estado de São Paulo. O índice de confiança é de 95%. A pesquisa foi registrada junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo SP-07095/2022 e contratada pela BCG Liquidez.

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Política Nacional

PT deve aprovar Alckmin como vice de Lula no próximo dia 14

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Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)
Foto: Ricardo Stuckert – 05.04.2022

Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)

A executiva nacional do PT definiu na noite desta quinta-feira o calendário dos trâmites partidários relativos à eleição presidencial deste ano. A aprovação da escolha do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) para ser o vice do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ocorrer em reunião do diretório nacional no próximo dia 14.

Nesta sexta-feira, o PSB apresentará formalmente, em um encontro com a direção do PT em São Paulo, a indicação do ex-governador.

No dia 30, ocorrerá no Anhembi, em São Paulo, o lançamento da pré-candidatura. Na ocasião, será apresentada a frente de partidos que apoiará o petista, composta pela federação formada por PT, PCdoB e PV, pela federação que reúne PSOL e Rede, em coligação com PSB e o Solidariedade.

Lula quer simbolizar a amplitudade de sua candidatura no ato com as presenças do ex-tucano Alckmin e do líder sem teto Guilherme Boulos (PSOL), que desistiu de disputar o governo de São Paulo e será candidato a deputado federal.

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A executiva do PT também marcou para 4 de junho o encontro partidário. Pela tradição petista, são nos encontros que as chapas são aprovadas. Porém, a corrente majoritária da sigla, a CNB, quer que o diretório nacional já faça uma primeira aprovação da chapa no dia 14.

Correntes minoritárias do PT se opõem à indicação de Alckmin para vice com o argumento de que os seus governos em São Paulo contrariaram bandeiras defendidas historicamente pelo partido, como os direitos humanos e a defesa dos professores. O grupo, porém, não deve ter votos suficientes para barrar a entrada do ex-governador na chapa.

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Política Nacional

Anitta vira alvo de bolsonaristas em ataques nas redes sociais

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Anitta
Reprodução/Instagram

Anitta

Lollapalooza e campanha de incentivo para que jovens tirem o título de eleitor: as manifestações da cantora Anitta nas redes sociais não tem agradado os apoiadores de Jair Bolsonaro.

Na quinta-feira, a deputada distrital Julia Lucy (NOVO) publicou um vídeo sobre a cantora nas redes sociais que causou polêmica. Na gravação, ela disse que a sexualização da mulher brasileira a “envergonha”. Este foi o episódio mais recente que gerou uma série de manifestações por parte dos apoiadores do presidente.

Em parceria com a consultoria BITES, o GLOBO apurou os ataques sofridos pela cantora desde 1° de dezembro do ano passado. Neste período, foram ao menos 458 mil menções que citam Anitta e o presidente. Só na bancada bolsonarista no Congresso, 22 deputados e senadores publicaram posts sobre a cantora.

Na ocasião, influenciadores como a atriz Maria Bopp tuitaram que o sucesso de Anitta seria apenas a primeira “alegria” dos brasileiros em 2022. O título na Copa e a derrota de Jair Bolsonaro nas urnas também apareceram nas listagens dos internautas.

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Além disso, com a proibição das manifestações políticas no Lollapalooza, Anitta veio à público para dizer que pagaria a multa dos artistas que descumprissem a então decisão judicial, que, após polêmica, foi revogada. À época, os bolsonaristas reagiram. No dia 28, o pré-candidato à deputado estadual Jorge Rodrigues se manifestou e sugeriu a prisão da cantora.

No dia 10 de março, teve até uma troca de farpas entre Bolsonaro e Anitta, que também movimentou as redes. Na ocasião, o presidente opinou sobre o programa Big Brother Brasil, da TV Globo, e foi questionado pela cantora: “é presidente ou subcelebridade?”.

Apesar de março ter sido o mês em que a cantora carioca foi mais visada por bolsonaristas, os ataques não são de hoje. A artista já era motivo de piada entre os eleitores de Jair Bolsonaro. Em dezembro, o ex-secretário Nacional de Incentivo e Fomento à Cultura André Porciuncula chegou a dizer que, na próxima entrevista, usaria frases de Anitta. O intuito da fala era dizer que a artista era um exemplo de baixa cultura, além de atacar um outro veículo de comunicação.

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