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Mato Grosso

Pesquisa avalia mercado potencial do Centro Político

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Com o objetivo de avaliar o mercado potencial do Centro Político Administrativo, a Secretaria de Estado de Gestão (Seges) constatou por meio de pesquisa que 89% dos servidores anseiam por espaços de compras e de serviços na região. Entre os espaços desejados pelo funcionalismo estão restaurantes, lanchonetes, bancos, correios, lotéricas, farmácias e academias.

A Seges pretende, com este levantamento, traçar estratégias de investimentos e melhorias que abranjam o atendimento a diversas necessidades diárias dos servidores, trazendo mais agilidade e conforto aos mesmos em seus horários de descanso. Para tanto, a pasta está trabalhando a viabilidade da implantação de um centro de serviços na região para atender essa latente demanda e proporcionar mais qualidade de vida aos servidores.

O levantamento foi feito por amostragem com 600 servidores que atuam na região. Eles também apontaram os aspectos positivos e negativos do local, o seu sentimento em relação ao bairro e identificaram os problemas existentes.

Para 37% do funcionalismo entrevistado, a oferta desses serviços na região facilitaria o acesso de todos. Outros 12% acham que economizariam tempo e 11% optaram pela praticidade que isso significaria para os servidores, que não precisariam, em seu tempo livre, sair da região em busca desses atendimentos.

O levantamento detectou que 83% dos servidores entrevistados frequentam shoppings e apenas 17% não utilizam esses centros de compras e serviços. Ao serem questionados se frequentariam esse tipo de local no CPA, 86% disseram que sim e apenas 13% que não. Os que não responderam totalizaram 1%.

Outros aspectos

A pesquisa também questionou os entrevistados sobre os aspectos positivos do CPA. 35,8% dos entrevistados citaram a localização, 19,8% a segurança, e 19,6% a proximidade com outros órgãos públicos, o que facilita a locomoção.

Sobre o sentimento que os servidores têm pelo bairro, 75% disseram que para eles a região é apenas um lugar para trabalhar e 22% afirmaram se sentir em casa. Ao serem questionados sobre os problemas da região, o trânsito e a falta de vagas para estacionamento estiveram entre os itens mais votados.

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Cidades

Com ferro em brasa: Jovem marca nas costas nº 22 do partido de Bolsonaro

Publicado

Um jovem morador de Mirassol D’Oeste (204 km de Tangará da Serra) marcou com ferro em brasa o número 22 nas costas para “homenagear” o PL, partido do presidente Jair Bolsonaro.

A atitude do jovem dividiu opiniões nas redes sociais e gerou várias críticas e piadas. Internautas de posicionamento político contra a gestão do atual presidente não economizaram em usar a palavra “gado” e outros sinônimos para reagir na foto do jovem.

Uma delas soltou “o gado já tá marcado”; outro usou “esse não some no meio da boiada”. Na lista de compartilhamentos da imagem há pessoas que moram no mesmo assentamento do jovem, o Roseli Nunes. A maioria delas vão contra a atitude do morador.

Segundo a imprensa local, o adolescente se marcou após um desafio entre amigos. Ele estaria em um leilão, ajudando na marcação dos gados, quando foi desafiado.

Mídia News

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Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

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Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

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