conecte-se conosco

  • banner_Lorenzetti_1250x250

Economia

Pedidos de bens duráveis do EUA caíram 0,6% em fevereiro

Publicado


source
Pedidos de bens duráveis do EUA caíram 0,6% em fevereiro
Redação 1Bilhão

Pedidos de bens duráveis do EUA caíram 0,6% em fevereiro

Nos Estados Unidos, de acordo com o Census Bureau, os pedidos de bens duráveis caíram 2,2% mês a mês em fevereiro. O número está abaixo das projeções de 0,5%. O resultado de janeiro ficou em alta de 1,6%.

Os pedidos básicos de bens duráveis caíram 0,6% mês a mês. O ganho esperado era de 0,6%, queda em relação a alta de 0,8% de janeiro.

Pedidos de Auxílio-desemprego

Nos Estados Unidos, na semana fechada em 19 de março, os pedidos iniciais de auxílio-desemprego, ajustados, ficaram em 187 mil. A queda no comparativo semanal foi de 28 mil. O Departamento do Trabalho americano informou que este é o nível mais baixo desde 06 de setembro de 1969 (182 mil). Na semana passada, o nível foi revisado para alta de 1 mil, de 214 mil para 215 mil.

De acordo com as solicitações, a taxa de desemprego era de 1,0% na semana de 12 de março. O resultado foi inalterado em relação à taxa não revisada da semana anterior.

Leia Também

Para ficar de olho no seu dinheiro, entre nos nossos grupos de WhatsApp e receba notícias do mercado em tempo real , além de materiais, relatórios e outras informações que vão te ajudar a investir melhor e guardar mais dinheiro.

Mesmo com os resultados, os índices de Wall Street estão subindo: Dow Jones, alta de 0,59% aos 34.560; S&P em alta de 0,80% aos 4.492; Nasdaq em alta de 0,82% aos 14.035. O índice DXY opera perto da estabilidade em 98,64.

O post Pedidos de bens duráveis do EUA caíram 0,6% em fevereiro apareceu primeiro em 1 Bilhão Educação Financeira .

Comentários Facebook

Cidades

Mato Grosso tem a 4ª gasolina mais barata do país

Publicado

Mato Grosso tem o 4° preço mais barato do litro da gasolina no país, com R$ 6,99. Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgados nesta terça-feira, 21.

O estado ficou em 16° lugar no ranking comparativo de maiores valores registrados do preço do combustível.

O valor em Mato Grosso está abaixo do preço médio do litro da gasolina no país, que ficou em R$ 7,232 na última semana. Os dados são referentes aos dias 12 a 18 de junho.

O preço médio mais alto foi verificado na Bahia (R$ 8,037). O maior valor cobrado foi encontrado foi no Rio de Janeiro (R$ 8,990). Já o menor foi registrado em um posto de São Paulo (R$ 6,170).

Em Mato Grosso, o preço mínimo registrado foi R$ 6,30 o litro. Como foi feita entre os dias 12 e 18 de junho, a pesquisa da ANP ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas suas refinarias.

G1/MT

Continue lendo

Cidades

ANS aprova maior aumento em plano de saúde individual em 22 anos, 15,5%

Publicado

Os planos de saúde individuais e familiares ficarão até 15,5% mais caros, decidiu a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). É o maior percentual de reajuste anual autorizado pela agência desde 2000, ano de início da série histórica. Até então, o maior reajuste autorizado tinha sido de 13,57%, em 2016.

A medida vai impactar contratos de cerca de oito milhões de beneficiários, o que representa 16,3% dos consumidores de planos de saúde no Brasil. O aumento se refere ao período de maio de 2022 a abril de 2023 e só poderá ser aplicado no mês de aniversário do contrato —ou seja, no mês que o contrato foi assinado. A ANS diz que o reajuste foi motivado pelo aumento nos gastos assistenciais dos planos individuais no ano passado, em comparação a 2020, principalmente nos custos dos serviços.

Em contrapartida, a frequência no uso dos serviços de saúde não cresceu no mesmo ritmo, com uma retomada mais gradual em relação a consultas e internações. “Como a frequência na utilização de serviços apresentou queda bastante acentuada em 2020, a retomada em 2021, ainda que gradual, foi suficiente para que, ao lado de um aumento acentuado nos preços dos insumos e serviços, acelerasse o índice deste ano para 15,5%”, afirma a ANS.

Empresas de saúde afirmam que o setor acabou reduzindo a oferta de planos individuais justamente por causa da regulamentação da ANS, que estabelece limites para os reajustes. As companhias preferem lançar planos coletivos, com preços de mercado. Ao todo, 49,1 milhões de pessoas têm planos de saúde no país, de acordo com dados da ANS referentes a março.

Em 2021, mensalidades caíram pela primeira vez

No ano passado, a ANS determinou um reajuste negativo de 8,19% —na prática, os planos ficaram mais baratos aos consumidores, pela primeira vez. O percentual negativo refletiu a queda de 17% no total de procedimentos (consultas, exames, terapias e cirurgias) realizados em 2020, em relação a 2019, pelo setor de planos de saúde.

A redução da utilização dos serviços aconteceu em decorrência das medidas protetivas para evitar a disseminação da covid-19. Apesar da alta quantidade de atendimentos e internações pela doença, houve redução na procura por consultas, exames e cirurgias que não eram urgentes. Em 2021, com a retomada gradativa da utilização dos planos de saúde pelos beneficiários, as despesas assistenciais apresentaram crescimento, influenciadas principalmente pela variação no preço dos serviços/insumos de saúde.

Aumento deve ser descrito no boleto

O reajuste anual deve aparecer no boleto de cobrança dos planos de saúde individuais e familiares. Se a cobrança for superior a 15,5%, o consumidor deve ligar para a operadora para pedir esclarecimentos, diz a ANS.

Fonte: UOL

Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana