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Economia

Paulo Guedes integra ministro de Temer e mais cinco secretários à sua equipe

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Esteves Colnago, do Planejamento, ocupará o cargo de secretário geral adjunto da Fazenda, pasta que será unificada ao Planejamento e à Indústria e será comandada por Paulo Guedes
Fabio Pozzebom/Agência Brasil/Arquivo

Esteves Colnago, do Planejamento, ocupará o cargo de secretário geral adjunto da Fazenda, pasta que será unificada ao Planejamento e à Indústria e será comandada por Paulo Guedes

A assessoria de Paulo Guedes, futuro ministro da Economia no governo de Jair Bolsonaro (PSL), anunciou, neste sábado (8), os novos integrantes da equipe econômica do presidente eleito. Entre os nomes, todos masculinos, estão o de Esteves Colnago, atual ministro do Planejameto, e Marcelo Guaranys, ex-diretor-presidente da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

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Colnago ocupará o cargo de secretário geral adjunto da Fazenda, pasta que será unificada ao Planejamento e à Indústria e será comandada por Paulo Guedes . Analista do Banco Central (BC) desde 1998, Colnago é mestre em Economia pela UnB (Universidade de Brasília) e já foi secretário-executivo adjunto dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e presidente do conselho do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Marcelo Guaranys, por sua vez, será secretário-executivo da equipe econômica de Bolsonaro. O ex-diretor-presidente da Anac é bacharel em Economia e Direito e, assim como Colnado, fez mestrado na UnB – mas em Direito Público. Atualmente, Guaranys ocupa o cargo de subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil, pasta que será comandada pelo deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) a partir de 2019.

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Outro nome anunciado pela assessoria de Paulo Guedes é o de Waldery Rodrigues Júnior, que será secretário geral da Fazenda. Engenheiro formado pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica), mestre e doutor em Economia pela Universidade de Michigan e pela UnB, respectivamente, Rodrigues Júnior é, desde 2016, assessor especial do Ministério da Fazenda. O futuro secretário também preside o conselho fiscal da BB-Corretora.


A assessoria de Paulo Guedes, futuro ministro da Economia no governo de Jair Bolsonaro (PSL), anunciou, neste sábado (8), os novos integrantes da equipe econômica do presidente eleito
Agência Brasil/Fabio Rodrigues

A assessoria de Paulo Guedes, futuro ministro da Economia no governo de Jair Bolsonaro (PSL), anunciou, neste sábado (8), os novos integrantes da equipe econômica do presidente eleito

A Secretaria Geral de Desburocratização, Gestão e Governo Digital será comandada por Paulo Uebel. Graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) do Rio Grande do Sul, Uebel é mestre em Administração Pública pela Universidade de Columbia e especialista em liderança global pela Universidade de Georgetown. Já foi secretário municipal de gestão na prefeitura de São Paulo e diretor executivo do Instituto Millenium, fundado por Paulo Guedes para promover o liberalismo econômico .

Uebel trabalhará ao lado de Gleisson Cardoso, que será secretário geral adjunto da mesma pasta. Cardoso, hoje secretário-executivo do Planejamento, é licenciado em Matemática pela UnB e especialista em Matemática e Estatística pela UFLA (Universidade Federal de Lavras. Já foi secretário de Gestão da Política de Direitos Humanos na Secretaria de Direitos Humanos e secretário de Gestão do Ministério do Planejamento.

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O último nome anunciado a integrar a equipe de Paulo Guedes é o do economista Carlos da Costa, que será secretário geral de Produtividade e Competitividade no novo governo. Mestre e PhD pela UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles), Costa já foi diretor de Planejamento, Crédito e Tecnologia do BNDES e atuou como consultor em empresas e programas de governo, especialmente nas áreas relacionadas a desenvolvimento, produtividade e mercado de capitais.

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Economia

Paulo Guedes coloca tucano como secretário para articular reforma da Previdência

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Deputado Rogério Marinho será secretário da Previdência no governo Bolsonaro
Marcelo Camargo/ABr

Deputado Rogério Marinho será secretário da Previdência no governo Bolsonaro

O deputado federal Rogério Simonetti Marinho (PSDB-RN), 55 anos, assumirá a Secretaria Especial da Previdência Social. A escolha foi feita pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e confirmada em nota oficial. Marinho deverá ser um dos principais articuladores entre o governo e o Congresso Nacional para avançar na reforma da Previdência.

Leia também: Impostos devem subir se a reforma da Previdência não for feita, diz ministro

Relator da reforma trabalhista na Câmara, Rogério Marinho não se reelegeu para deputado federal do Rio Grande do Norte pelo PSDB nas eleições de outubro. Economista de formação, foi secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte.

Assim como o atual ministro da Fazenda Eduardo Guardia, Paulo Guedes e o presidente eleito defendem a urgência da votação da reforma da Previdência . Bolsonaro quer que, pelo menos parte do texto, avance já no primeiro semestre de 2019. Segundo ele, há a possibilidade de aproveitar parte da proposta encaminhada pelo presidente Michel Temer.

 O ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, confirmado para a Casa Civil, evita apostar em datas, mas mantém a expectativa de votação já no primeiro ano do futuro governo. Segundo ele, é necessário “consertar” o sistema previdenciário . De acordo com ele, não é justo deixar a Previdência atual para os filhos e netos e é preciso que o país seja capaz de criar um novo sistema.

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Rogério Marinho terá um secretário adjunto


Leonardo Rolim será secretário-adjunto de Rogério Marinho na Previdência
Divulgação/MPS

Leonardo Rolim será secretário-adjunto de Rogério Marinho na Previdência

Leonardo Rolim será o Secretário Adjunto de Previdência. Ele é consultor de orçamento da Câmara dos Deputados, tem mestrado em Direção e Gestão de Planos e Fundos de Pensão pela Universidad de Alcalá, na Espanha, especialização em Administração (UnB) e em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Enap).

Leia também: Discutir a Previdência agora só traria mais problemas, diz futuro secretário de Paulo Guedes

Rolim foi secretário de políticas de previdência social do Ministério da Previdência Social e presidente do Conselho Nacional dos Dirigentes de Regimes Próprios de Previdência Social (Conaprev).

Em nota, Guedes afirmou que o processo de escolha está na reta final: “A equipe de transição está em fase final de preparação da nova estrutura do futuro Ministério da Economia. Assim, o detalhamento do organograma e das atribuições de cada pasta será divulgado em breve.”

Com a escolha de Rogério Marinho , o Ministério da Economia busca uma maior aproximação com o Congresso. Como o tucano foi relator da reforma trabalhista, que passou com folga em 2017, o ministro quer que essa influência seja benéfica ao próximo governo.

*Com Agência Brasil

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Deputado Rogério Marinho será secretário da Previdência no governo Bolsonaro
Marcelo Camargo/ABr

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O deputado federal Rogério Simonetti Marinho (PSDB-RN), 55 anos, assumirá a Secretaria Especial da Previdência Social. A escolha foi feita pelo futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e confirmada em nota oficial. Marinho deverá ser um dos principais articuladores entre o governo e o Congresso Nacional para avançar na reforma da Previdência.

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Relator da reforma trabalhista na Câmara, Rogério Marinho não se reelegeu para deputado federal do Rio Grande do Norte pelo PSDB nas eleições de outubro. Economista de formação, foi secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Grande do Norte.

Assim como o atual ministro da Fazenda Eduardo Guardia, Paulo Guedes e o presidente eleito defendem a urgência da votação da reforma da Previdência . Bolsonaro quer que, pelo menos parte do texto, avance já no primeiro semestre de 2019. Segundo ele, há a possibilidade de aproveitar parte da proposta encaminhada pelo presidente Michel Temer.

 O ministro extraordinário da transição, Onyx Lorenzoni, confirmado para a Casa Civil, evita apostar em datas, mas mantém a expectativa de votação já no primeiro ano do futuro governo. Segundo ele, é necessário “consertar” o sistema previdenciário . De acordo com ele, não é justo deixar a Previdência atual para os filhos e netos e é preciso que o país seja capaz de criar um novo sistema.

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Leonardo Rolim será secretário-adjunto de Rogério Marinho na Previdência
Divulgação/MPS

Leonardo Rolim será secretário-adjunto de Rogério Marinho na Previdência

Leonardo Rolim será o Secretário Adjunto de Previdência. Ele é consultor de orçamento da Câmara dos Deputados, tem mestrado em Direção e Gestão de Planos e Fundos de Pensão pela Universidad de Alcalá, na Espanha, especialização em Administração (UnB) e em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Enap).

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Rolim foi secretário de políticas de previdência social do Ministério da Previdência Social e presidente do Conselho Nacional dos Dirigentes de Regimes Próprios de Previdência Social (Conaprev).

Em nota, Guedes afirmou que o processo de escolha está na reta final: “A equipe de transição está em fase final de preparação da nova estrutura do futuro Ministério da Economia. Assim, o detalhamento do organograma e das atribuições de cada pasta será divulgado em breve.”

Com a escolha de Rogério Marinho , o Ministério da Economia busca uma maior aproximação com o Congresso. Como o tucano foi relator da reforma trabalhista, que passou com folga em 2017, o ministro quer que essa influência seja benéfica ao próximo governo.

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