conecte-se conosco


Tecnologia

Patinetes elétricos: já tentou? Veja quais são os tipos e saiba como alugar um

Publicado


Depois dos serviços de aluguel de bicicletas, ptinetes elétricos viraram nova febre na cidade de São Paulo
Reprodução Grin
Depois dos serviços de aluguel de bicicletas, ptinetes elétricos viraram nova febre na cidade de São Paulo

São Paulo viveu, recentemente, uma onda de bicicletas: depois que as bikes de instituições financeiras como Itaú e Bradesco começaram a pipocar pela cidade, as de outras empresas, como a queridinha Yellow
, chegaram rapidamente dominando as ruas. O jeito novo de se locomover fez tanto sucesso entre a população que deu espaço a mais um tipo de veículo: os patinetes elétricos.

Leia também: Uber vai trazer serviço de bicicletas elétricas para o Brasil em 2019

Em São Paulo, já é possível baixar aplicativos para alugá-los e andar pela cidade. Até o momento, existem três empresas prestando o serviço de patinetes elétricos 
por aqui:  Grin,  Scoo e da própria Yellow, que também lançou alguns para chamar de seus.

Confira como usar os serviços de aluguel em cada um dos aplicativos:

Patinetes elétricos Grin


Rappi trouxe para o Brasil e toda a América Latina os patinetes elétricos da empresa mexicana Grin
Reprodução Grin
Rappi trouxe para o Brasil e toda a América Latina os patinetes elétricos da empresa mexicana Grin

O serviço de patinetes elétricos da mexicana Grin
chegou ao Brasil e a toda América Latina após uma parceria com o aplicativo de entregas Rappi. O projeto começou recentemente em São Paulo mas, segundo a Rappi, o plano é chegar a 12 mil patinetes em todo o País.

Para usar o serviço, os usuários podem acessar tanto o aplicativo da Rappi
como o da Grin. Durante os três primeiros minutos de uso, é cobrada uma taxa inicial de R$ 3,00. Após esse tempo, são adicionados R$ 0,50 para cada minuto adicional. O primeiro passeio em uma Grin é grátis durante dez minutos. 

Leia mais:  Enquete aponta que 70% dos internautas se informam sobre eleições pelo Twitter

Para retirar ou devolver um deles, é preciso encontrar um biciletário ou ponto de encontro específico mostrado no próprio aplicativo.

Patinetes da Yellow


Os patinetes elétricos da Yellow podem ser deixados, após a viagem, em qualquer estação
Reprodução Yellow
Os patinetes elétricos da Yellow podem ser deixados, após a viagem, em qualquer estação

Para os patinetes da Yellow
, que também já existem, além de em São Paulo, no Rio de Janeiro, a taxa para começar a usar e destravar é de R$ 3,00. Depois disso, são cobrados R$ 0,50 adicionais paraa cada minuto rodado. Por enquanto, eles podem ser utilizados apenas no período entre 8h e 20h – caso contrário, a taxa de resgate do objeto custa R$ 100.

Depois de baixar o aplicativo, é preciso fazer o desbloqueio do patinete a partir de seu QR Code para começar a dirigir. No fim da corrida, basta deixá-lo em uma estação e finalizar o uso no aplicativo – apesar de existirem pontos privados nos quais os patinetes elétricos da Yellow ficam estacionados, eles podem ser pegos ou deixados em qualquer estação.

Além das funções comuns como freio e acelerador, os patinetes da Yellow também possuem faróis.

Patinetes da Scoo


Patinetes elétricos Scoo
Reprodução Scoo
Patinetes elétricos Scoo

A Scoo chegou em São Paulo em agosto de 2018 com a promessa de chegar a todo o Brasil em breve. Até o momento, os patinetes da empresa se concentram na Avenida Paulista, na Faria Lima e na região do Ibirapuera e eles possuem estações para serem retirados e colocados de volta.

Leia mais:  Se sua empresa possui necessidades de DevOps, conheça o Gitlab

Assim como a Yellow, os patinetes da Scoo também possuem faróis, além de luzes de freio, campainha e capacetes inclusos no preço. Eles podem podem atingir até 25km por hora.

Leia também: Uber Juntos chega para substituir a versão Pool; veja o que muda no app

O procedimento para utilizar um
dos patinetes elétricos
da marca é parecido com os outros: os veículos precisam ser desbloqueados com o QR Code e custam R$1,00 para serem usados durante quatro minutos. Depois, R$0,25 são cobrados por minuto utilizado. 

Comentários Facebook
publicidade

Tecnologia

Bloqueio de celulares piratas chega a todo o país neste domingo

Publicado

por


São considerado celulares piratas aqueles sem selo de certificação da Anatel
Pixabay
São considerado celulares piratas aqueles sem selo de certificação da Anatel

bloqueio de celulares piratas
em mais 15 estados do país começou neste domingo (24). Vão deixar de funcionar os aparelhos que não têm o selo de certificação da agência, que garante a compatibilidade com as redes de telefonia no Brasil.

Celulares piratas
deixaram de funcionar em São Paulo e Minas Gerias, nos nove estados do Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe); e em quatro estados da Região Norte (Amapá, Amazonas, Pará e Roraima).

O bloqueio nesses estados é a última fase do cronograma do Projeto Celular Legal, iniciado em setembro. A Anatel
enviou 531 mil mensagens de aviso de desligamento a celulares irregulares. Até o momento, foram bloqueados mais de 244 mil celulares em todo o país.

O estado com mais celulares desligados é Goiás: 85,9 mil, conforme planilha da Anatel. O selo da Anatel é colado atrás da bateria do aparelho ou no manual do telefone.

Segundo a agência, “o celular sem certificação não passou pelos testes necessários” e “pode aquecer, dar choques elétricos, emitir radiação, explodir e causar incêndio”.

Além da segurança dos usuários, a Anatel assinala que o bloqueio reduz o número de roubos e furtos de celulares, combatendo a falsificação e clonagem de IMEIs (número de identificação do aparelho), que é único e global.

Leia mais:  Clientes do Banco do Brasil podem pagar o IPVA por WhatsApp

Leia também: Mais da metade dos brasileiros não consegue ficar um dia longe do celular


Identificando celulares piratas: para saber se o número de IMEI é legal, basta discar *#06#
Divulgação
Identificando celulares piratas: para saber se o número de IMEI é legal, basta discar *#06#

O IMEI (do inglês International Mobile Equipment Identity) é o número de identificação do celular. É composto por um código de 15 números, utilizado internacionalmente, que permite identificar a marca e modelo. Todas as mensagens são enviadas pelo número 2828.

Para saber se o número de IMEI
é legal, basta discar *#06#. Se a numeração coincidir com a que aparece na caixa, o aparelho é regular. Caso contrário, há uma grande chance de ser irregular.

Nestes casos, a Anatel informou aconselha que  o usuário de serviço móvel com situação irregular deve procurar a empresa ou pessoa que vendeu o aparelho pirata e buscar seus direitos como consumidor.

Aparelhos móveis comprados no exterior vão continuar funcionando no Brasil, desde que sejam certificados por organismos estrangeiros equivalentes à agência reguladora. Um celular só é considerado irregular quando não tem número IMEI registrado no banco de dados da GSMA, associação global de operadoras.

Leia também: 75% dos brasileiros usam aplicativos de redes sociais em seus celulares

Mesmo que ainda não tenham sido certificados no Brasil, os aparelhos adquiridos por pessoas físicas no exterior que tenham fabricantes legítimos como origem não são considerados  celulares piratas
.

Leia mais:  Prepare-se: a partir de segunda, WhatsApp vai apagar backup de celulares Android

Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook
Continue lendo

Tecnologia

Senhas de usuários do Facebook e do Instagram foram lidas por funcionários

Publicado

por


Usuários de aplicativos pertencentes ao Facebook tiveram suas senhas expostas à funcionários da empresa
shutterstock
Usuários de aplicativos pertencentes ao Facebook tiveram suas senhas expostas à funcionários da empresa


O Facebook confirmou, nesta quinta-feira (21), que usuários de suas redes sociais tiveram suas senhas expostas aos funcionários da empresa. Segundo a companhia administrada por Mark Zuckerberg, senhas do Facebook, Facebook Litte (a versão mais leve do aplicativo, para quem utiliza celulares antigos e com pouca memória) e do Instagram puderam ser lidas.

Leia também:  Conhece os chans? Autores do massacre em Suzano acessavam fóruns da deep web

“Como parte de uma revisão da rotina de segurança em janeiro, descobrimos que algumas senhas de usuário estavam armazenadas em um formato legível dentro de nossos sistemas de armazenamento de dados”, diz a nota oficial do Facebook
, assinada pelo vice-presidente de engenharia, segurança e privacidade Pedro Canahuati.

Segundo ele, a falha que permitia que as senhas fossem guardadas de forma legível para os funcionários já foi resolvida, e não é necessário que os usuários troquem de senha. Apesar disso, o vice-presidente diz que a empresa vai “notificar todos cujas senhas
foram encontradas armazenadas dessa forma.”

Leia também: Netflix aumenta preço dos serviços no Brasil; confira os novos valores

Canahuati também afirmou que, até o momento, a investigação não descobriu nenhum trabalhador que tenha abusado do acesso a esses dados
. “Essas senhas nunca estiveram visíveis a qualquer pessoa de fora do Facebook, e até o momento não foram encontradas evidências de que alguém de dentro as acessou ou fez mau uso delas”, escreveu,

Leia mais:  Passa sua conta? Netflix perde quase US$ 200 mi por mês com empréstimo de logins

Falha do Facebook atingiu milhões de usuários


De acordo com o comunicado do Facebook, milhões de usuários foram afetados pelo problema
Pixabay
De acordo com o comunicado do Facebook, milhões de usuários foram afetados pelo problema


Apesar de o comunicado evitar grandes repercussões, afirmando que o problema já foi resolvido e que não é preciso alarde, muitos usuários das plataformas ( Instagram
, Facebook e Facebook Lite
) foram atingidos. “Serão notificados centenas de milhões de usuários do Facebook Lite, dezenas de milhões de outros usuários do Facebook e dezenas de milhares de usuários do Instagram”, avisa a nota.

Envolvido com  diversas polêmicas de vazamento de dados
ao longo do ano passado, o Facebook
disse, ainda, que vai trabalhar para evitar que problemas como esse se repitam. “Fizemos mudanças para evitar que problemas semelhantes voltem a acontecer e, como precaução, estamos notificando as pessoas cujas senhas foram armazenadas desta forma”, informou.

Fonte: IG Tecnologia
Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Política MT

Mais Lidas da Semana