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Patinetes elétricos: já tentou? Veja quais são os tipos e saiba como alugar um

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Depois dos serviços de aluguel de bicicletas, ptinetes elétricos viraram nova febre na cidade de São Paulo
Reprodução Grin
Depois dos serviços de aluguel de bicicletas, ptinetes elétricos viraram nova febre na cidade de São Paulo

São Paulo viveu, recentemente, uma onda de bicicletas: depois que as bikes de instituições financeiras como Itaú e Bradesco começaram a pipocar pela cidade, as de outras empresas, como a queridinha Yellow
, chegaram rapidamente dominando as ruas. O jeito novo de se locomover fez tanto sucesso entre a população que deu espaço a mais um tipo de veículo: os patinetes elétricos.

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Em São Paulo, já é possível baixar aplicativos para alugá-los e andar pela cidade. Até o momento, existem três empresas prestando o serviço de patinetes elétricos 
por aqui:  Grin,  Scoo e da própria Yellow, que também lançou alguns para chamar de seus.

Confira como usar os serviços de aluguel em cada um dos aplicativos:

Patinetes elétricos Grin


Rappi trouxe para o Brasil e toda a América Latina os patinetes elétricos da empresa mexicana Grin
Reprodução Grin
Rappi trouxe para o Brasil e toda a América Latina os patinetes elétricos da empresa mexicana Grin

O serviço de patinetes elétricos da mexicana Grin
chegou ao Brasil e a toda América Latina após uma parceria com o aplicativo de entregas Rappi. O projeto começou recentemente em São Paulo mas, segundo a Rappi, o plano é chegar a 12 mil patinetes em todo o País.

Para usar o serviço, os usuários podem acessar tanto o aplicativo da Rappi
como o da Grin. Durante os três primeiros minutos de uso, é cobrada uma taxa inicial de R$ 3,00. Após esse tempo, são adicionados R$ 0,50 para cada minuto adicional. O primeiro passeio em uma Grin é grátis durante dez minutos. 

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Para retirar ou devolver um deles, é preciso encontrar um biciletário ou ponto de encontro específico mostrado no próprio aplicativo.

Patinetes da Yellow


Os patinetes elétricos da Yellow podem ser deixados, após a viagem, em qualquer estação
Reprodução Yellow
Os patinetes elétricos da Yellow podem ser deixados, após a viagem, em qualquer estação

Para os patinetes da Yellow
, que também já existem, além de em São Paulo, no Rio de Janeiro, a taxa para começar a usar e destravar é de R$ 3,00. Depois disso, são cobrados R$ 0,50 adicionais paraa cada minuto rodado. Por enquanto, eles podem ser utilizados apenas no período entre 8h e 20h – caso contrário, a taxa de resgate do objeto custa R$ 100.

Depois de baixar o aplicativo, é preciso fazer o desbloqueio do patinete a partir de seu QR Code para começar a dirigir. No fim da corrida, basta deixá-lo em uma estação e finalizar o uso no aplicativo – apesar de existirem pontos privados nos quais os patinetes elétricos da Yellow ficam estacionados, eles podem ser pegos ou deixados em qualquer estação.

Além das funções comuns como freio e acelerador, os patinetes da Yellow também possuem faróis.

Patinetes da Scoo


Patinetes elétricos Scoo
Reprodução Scoo
Patinetes elétricos Scoo

A Scoo chegou em São Paulo em agosto de 2018 com a promessa de chegar a todo o Brasil em breve. Até o momento, os patinetes da empresa se concentram na Avenida Paulista, na Faria Lima e na região do Ibirapuera e eles possuem estações para serem retirados e colocados de volta.

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Assim como a Yellow, os patinetes da Scoo também possuem faróis, além de luzes de freio, campainha e capacetes inclusos no preço. Eles podem podem atingir até 25km por hora.

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O procedimento para utilizar um
dos patinetes elétricos
da marca é parecido com os outros: os veículos precisam ser desbloqueados com o QR Code e custam R$1,00 para serem usados durante quatro minutos. Depois, R$0,25 são cobrados por minuto utilizado. 

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Inspirado em Pokémon GO, jogo do Harry Potter será lançado nesta sexta-feira

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Quase oito anos após o lançamento de “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2” nos cinemas, os fãs do bruxo tem mais uma estreia para aguardar ansiosamente. A empresa Niantic anunciou que o jogo Harry Potter: Wizards Unite será lançado nesta sexta-feira (21).

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jogo do Harry Potter
Reprodução/Facebook/Harry Potter
Jogo do Harry Potter chega

De acordo com o jornal britânico Mirror, o jogo do Harry Potter , que é inspirado no sucesso Pokémon GO (que também é da Niantic), será disponibilizado, em um primeiro momento, apenas para Estados Unidos e Reino Unido – por enquanto, não há a data de lançamento no Brasil.

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A publicação noticiou ainda que o jogador poderá ter o papel de um “Auror” (que são bruxos treinados para enfrentar feiticeiros do mal), de um “Magizoologista” (melhor em combater bestas mágicas) ou de um professor (que é melhor em usar o profundo conhecimento mágico para debilitar inimigos).

Os jogadores irão encarar diferentes aventuras, aprender feitiços e descobrir artefatos misteriosos, enquanto exploram os bairros e cidades do jogo. Eles também poderão encontrar bestas lendárias e personagens icônicos do mundo dos bruxos .

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O Mirror diz também que os jogadores poderão acessar áreas, equivalentes aos ginásios de Pokémon GO, onde podem encontrar outros usuários e saírem juntos para encarar os inimigos. Mas, diferente do game dos monstrinhos, todos os jogadores estarão do mesmo lado. 


O jogo do Harry Potter é baseado na saga da escritora britânica J.K Rowling e nos filmes da Warnes Bros. Os jogadores poderão entrar no mundo mágico de Hogwarts, assim como ocorreu em Pokémon GO.

Fonte: IG Tecnologia
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Fifa 20, GTA… Os jogos mais usados por criminosos para ocultar malware e vírus

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Olhar Digital

O Minecraft é o jogo mais usado para mascarar vírus e outros tipos de malwares, segundo uma pesquisa da Kaspersky, que afirma que os cibercriminosos distribuem malwares via cópias falsas do game. GTA 5, Sims 4 e jogos em pré-lançamento, como Fifa 20, Borderlands 3 e Elder Scrolls 6, também fazem parte da lista de ataques que vitimaram mais de 930 mil jogadores entre junho de 2018 e junho de 2019.

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Minecraft
Reprodução/Facebook/Minecraft
Minecraft é o game mais usado para esconder um malware, aponta pesquisa

Os pesquisadores da Kaspersky examinaram os arquivos infectados detectados em 2018 e no início de 2019 e o principal título usado nos golpes foi o Minecraft. O malware mascarado foi responsável por cerca de 30% dos ataques, com mais de 310 mil usuários atingidos. Em segundo lugar ficou GTA 5, com mais de 112 mil alvos. Sims 4 ocupou a terceira posição, com quase 105 mil usuários atacados.

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O estudo mostrou também que os criminosos enganam usuários simulando um download que seria supostamente de um game não lançado. Foram observados pelo menos dez jogos em pré-lançamento usados para esse fim, sendo que 80% deles referiam-se a Fifa 20, Borderlands 3 e Elder Scrolls 6.

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Fifa 20
Reprodução/Facebook/EA Sports Fifa
Fifa 20 também foi usado por criminosos

Da mesma forma que outros tipos de entretenimento digital, os videogames são vulneráveis ao uso indevido, como violações de direitos autorais e pirataria via torrents. Contudo, enfrentam outra ameaça crescente: o uso fraudulento de suas marcas para distribuição de malwares. Muitos dos principais videogames ficam hospedados em plataformas de distribuição digital e nem sempre elas conseguem detectar se os arquivos carregados nelas são legítimos ou se há amostras de malware disfarçadas.

“Há meses observamos que os criminosos exploram o entretenimento para pegar os usuários de surpresa, seja com séries, programas de TV, estreias de filmes ou videogames. Isso é fácil de explicar, pois as pessoas ficam menos atentas quando querem apenas relaxar e se divertir. Se um usuário não espera encontrar malware em algo divertido que usou por anos, não é preciso uma ameaça avançada para que o vetor de infecção tenha êxito. Todos devem ficar alertas, evitar plataformas digitais não confiáveis e ofertas suspeitas, além de instalar uma solução de segurança e realizar verificações regularmente em todos os dispositivos usados para jogar”, afirma Maria Fedorova, pesquisadora de segurança da Kaspersky.

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Para evitar ser vítima de malware disfarçados de jogos, a Kaspersky recomenda algumas medidas, como o uso de serviços legítimos, atenção à autenticidade dos sites — início da URL com “https” é um ponto importante — e evitar links que oferecem oportunidades “incríveis”. Afinal, quando a esmola é muita, o santo desconfia, já diziam nossos pais.

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Fonte: IG Tecnologia
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