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Carros e Motos

Parece que estou até sonhando ao disputar a liderança da Stock Car

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Bruno Baptista e seu Toyota Corolla de Stock Car voltarão ao Velocitta nos próximos dias 19 e 20 de junho
Fotos Hyset (Racing) e Divulgação

Bruno Baptista e seu Toyota Corolla de Stock Car voltarão ao Velocitta nos próximos dias 19 e 20 de junho

A terceira e quarta etapas da temporada serão realizadas no Velocitta, nos próximos dias 19 e 20 de junho. Vice-líder do brasileiro da Stock Car Pro Series 2021, eu retornarei ao palco da minha primeira vitória na categoria, em 2019, o Autódromo Velocitta, em Mogi Guaçu (SP), para disputar as duas etapas seguintes desta temporada. Mas em uma situação bem diferente.

Naquela época, no segundo ano na categoria, o meu sonho era vencer uma corrida. Agora, na quarta temporada na Stock Car , a minha meta é lutar pelo título do mais difícil campeonato do automobilismo brasileiro . É claro que não é só o Daniel Serra que terei pela frente, mas sim, pelo menos, outros 10 pilotos no mesmo nível técnico e alguns também mais experientes do que eu.

Vou tentar fazer o melhor possível, como sempre. Porém, depois de assistir o último GP de Fórmula 1 , se eu cometer qualquer tipo de erro, não vá querer me incriminar porque depois que o Verstappen e a Red Bull arriscaram de obter mais um ponto da melhor volta e perdeu aquela corrida ganha no Azerbaijão pelo estouro de pneu que já tinha acontecido em outro carro.

Pior ainda foi o heptacampeão Hamilton errar o botão do volante, em seguida, e também sair da pista sem se classificar em segundo ou primeiro. Espero ter no Velocitta a competência do Sergio Perez. Que vitória incrível, né?  Calou a boca de muitos.

Para quem não sabe e está lendo pela primeira vez essa minha coluna, comecei a Stock deste ano bem-posicionado. Saí da primeira etapa, em Goiânia, em abril, em quarto lugar no campeonato, deixei Interlagos, onde a segunda etapa foi realizada, em maio, em segundo lugar, e dois pontos apenas atrás do líder Daniel Serra . Quem diria? Até eu mesmo fico pensando se não estou sonhando logo atrás do tricampeão.

As etapas da Stock Ca r são compostas por duas provas de 30 minutos. A vitória vale 30 pontos na primeira e 24 pontos na segunda, enquanto a pole position de largada da primeira vale dois pontos. Assim, no Velocitta vão estar em jogo diretamente 112 pontos para um piloto que, hipoteticamente, vença as duas corridas e faça as duas poles.

Você viu?

Minha missão será sempre buscar mais vitórias e poles na Stock, mas o meu objetivo maior agora é tentar ser o campeão de 2021, sempre respeitando todos os participantes da categoria .

Disputas acirradas fazem parte do espetáculo das corridas de Stock Car  em todas as provas disputadas
Fotos Hyset (Racing) e Divulgação

Disputas acirradas fazem parte do espetáculo das corridas de Stock Car em todas as provas disputadas

Mas aproveito, aqui, para agradecer a sua torcida e dos demais leitores da minha dessa coluna do iG Carros , que está me dando sorte. Além também de todos os integrantes da equipe RCM Motorsports e das empresas XP Private, Loctite, Oakberry, Pro Automotive, Hero, NGK do Brasil e Volt, que estão me apoiando.

Mas é muito difícil disputar a liderança do campeonato com um tricampeão como o Daniel Serra, que tem mais idade, é muito experiente, e sempre tem uma carta na manga na hora da competição acirrada na pista. Até quando eu comparo o meu currículo com o dele, vejo que o seu histórico na Stock Car e em categorias de endurance é muito forte, admirável mesmo.

É um grande piloto. Competir com ele na principal categoria do automobilismo brasileiro é uma honra. E estar em segundo lugar no campeonato da Stock Car, a apenas dois pontos do líder, depois de duas etapas, é motivo de orgulho para mim, vale como referência do meu potencial e engrandece meus resultados . Estou muito feliz e pronto para a prova no Velocitta e lutar por mais pontos importantes.

Não dá pra esconder que quando leio ou ouço alguém falar que hoje estou sendo uma das mais brilhantes e jovens revelações da categoria, eu até gostaria de acreditar nisso mesmo. Mas ainda é cedo demais!

Só não é tarde para lembrar que continue torcendo por mim e que, se quiser, entre no meu Instagram @brubap para que eu também fique ligado em você sempre.

Fonte: IG CARROS

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Duster 2022 fica mais moderno e equipado na Europa

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Renault Duster 2022: SUv recebe retoques no desenho e nova central multimídia com tela de 8 polegadas entre as mudanças
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Renault Duster 2022: SUv recebe retoques no desenho e nova central multimídia com tela de 8 polegadas entre as mudanças

A Dacia, subsidiária da Renault na Europa, revela a versão reestilizada do Duster 2022. O modelo foi lançado na região em 2017 e segue um calendário diferente do nosso. A produção do Renault Duster nacional começou no ano passado em São José dos Pinhais (PR) – e uma reestilização não deve aparecer antes de 2023.

As alterações na Europa sinalizam algumas mudanças que podemos esperar no modelo brasileiro para o futuro. A Dacia substituiu faróis dianteiros, para-choque e grade frontal. O formato da lanterna traseira continua o mesmo, mas a fabricante trocou o formato da letra “X” por um “Y” invertido. Na silhueta, há novas rodas de liga leve nos aros 16 e 17.

No interior, a principal mudança fica por conta da instalação de uma nova central multimídia de oito polegadas com sistema Android Auto e Apple CarPlay, além das saídas de ar-condicionado que eram horizontais e agora passam a ser redondas.

A atualização na parte mecânica foi bem radical. Apesar de manter os motores 1.0 turbo, de 90 cv e 1.3 turbo, de 130 cv e 150 cv e 1.5 turbodiesel, de 115 cv , a Dacia substituiu o câmbio automático por um novo conjunto, agora automatizado, de dupla embreagem. As versões básicas contam com caixa manual, de seis marchas.

O modelo chega às concessionárias europeias em setembro. Todas as fabricantes que atuam na Europa encaram prazos apertados para melhorar a eficiência energética de seus veículos, seguindo novas regulações de emissão de gases tóxicos.

Partindo disso, as versões turbodiesel do Duster não tevem ter vida longa no mercado europeu, ainda que a marca não tenha previsão de lançar um modelo híbrido nesta geração.

Fonte: IG CARROS

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Veja 5 clássicos esportivos batizados com nomes de pistas de corrida famosas

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Em 1969, durante o Salão de Genebra, na Suíça, a Maserati lançava oficialmente o Indy
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Em 1969, durante o Salão de Genebra, na Suíça, a Maserati lançava oficialmente o Indy

É fato que muitas das tecnologias dos automóveis de hoje vem dos carros de Fórmula 1. São exemplos disso o sistema de freios ABS, controle de tração, suspensão ativa, entre outros itens. O esporte além de arrecadar muito dinheiro, funciona como uma espécie de “laboratório a céu aberto” cuja aprovação acaba indo parar nos modelos de rua, sobretudo nos superesportivos.

Por conta disso, seja por estratégia de marketing ou por puro sentido emocional, a verdade é que algumas marcas premium acabam homenageando seus esportivos com o nome dos circuitos automobilísticos como uma forma de intimidade entre o motorista e o piloto.

Confira a seguir alguns dos cinco principais exemplos dessa “homenagem ao pódio”.

1 – MASERATI INDY

O Indy foi uma homenagem ao modelo 8CTF, pilotado por Wilbur Shaw
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O Indy foi uma homenagem ao modelo 8CTF, pilotado por Wilbur Shaw

A primeira aparição do esportivo italiano ocorreu em 1968 – sobre a forma de conceito – durante o Salão do Automóvel de Turim cujo desenho era assinado por Alfredo Vignale, autor de obras como o 3500 GT, México e Sebring. Já no ano seguinte, durante o Salão de Genebra, na Suíça, a Maserati lançava oficialmente o Indy.

O Indy foi uma homenagem ao modelo 8CTF, pilotado por Wilbur Shaw, até então o único a obter vitória ao lado da equipe Dallara, na lendária 500 Milhas de Indianápolis em 1939 e 1940.

2 – DODGE CHARGER DAYTONA

Dodge Daytona  é o clone do Plymouth Superbird, com aerofólio de mais de 1 metro de altura
Divulgação

Dodge Daytona é o clone do Plymouth Superbird, com aerofólio de mais de 1 metro de altura

O Daytona surgiu em 1969, cujo nome homenageava o primeiro circuito onde um carro com motor Hemi , um V8 426 de 7,0 litros e 425 cv competiu. Em 1974, o Charger Daytona vencia pela quinta vez consecutiva as 500 Milhas de Daytona (EUA) , pilotado por Richard Petty.

Apesar de não oficial, a Ferrari 365 GTB/4 também era conhecida como Daytona , após a vitória na tradicional prova 24 Horas de Daytona , ocupando os três primeiros lugares, em 1963.

3 – PONTIAC LE MANS

Você viu?

O nome pegou tão bem que em toda a trajetória da Pontiac, surgiram outras versões com a nomenclatura
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O nome pegou tão bem que em toda a trajetória da Pontiac, surgiram outras versões com a nomenclatura “Le Mans”

A Pontiac tem tradição em batizar seus carros com nomes alusivos às corridas. O Tempest Le Mans de 1961 é um exemplo. O nome pegou tão bem que em toda a trajetória da Pontiac, surgiram versões, como a esportiva GTO na década de 70, e até em carrocerias hatch (o nosso Kadett ) fabricado na Coréia do Sul pela Daewoo Motors de 1986 e 1994.

Porém para o mercado norte-americano o modelo foi importado até 1993. A Audi aproveitaria o mesmo nome para apresentar o conceito Le Mans Quatro , em 2003, depois de três sucessivas vitórias com um R8 na prova de longa duração das 24 horas de Le Mans, em 2000, 2001 e 2002.

4 – DE TOMASO VALLELUNGA

O primeiro carro de rua da De Tomaso, o Vallelunga surgiu em 1963, no Salão de Turim, na Itália
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O primeiro carro de rua da De Tomaso, o Vallelunga surgiu em 1963, no Salão de Turim, na Itália

O primeiro carro de rua da De Tomaso , o Vallelunga surgiu em 1963, no Salão de Turim , na Itália, ainda como carro-conceito, mas em 1965, ganhou a versão definitiva. Era equipado com motor de 1,5 litro emprestado do Ford Cortina que desempenhava 105 cv e torque máximo de 17,7 kgfm que o levava a 200 km/h de velocidade final.

O nome do esportivo vem do circuito romano, onde seu fundador, Alejandro DeTomaso , obtivera grande sucesso em corridas e, como era de se esperar testaria os próximos protótipos no mesmo traçado.

5- MASERATI 3500 GTiS SEBRING

O 3200 GTiS “Sebring”, lançado em 1962, cujo nome era uma homenagem à vitória da marca nas 12 Horas de Sebring
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O 3200 GTiS “Sebring”, lançado em 1962, cujo nome era uma homenagem à vitória da marca nas 12 Horas de Sebring

Com uma tacada certeira de marketing cujo alvo principal e importante era o mercado norte-americano, a Maserati apresentou durante o Salão de Genebra , em 1962, o 3200 GTiS “Sebring” , em homenagem à vitória da marca nas 12 Horas de Sebring , na Flórida (EUA), em 1957.

Em 1968, o Sebring seria exibido em um evento, na cidade de Turim, na Itália repetindo o mesmo sucesso de público. Quem também adotaria o nome, em 1971, seria a divisão da Chrysler com o Plymouth Satellite e mais tarde, 1995, com o Chrysler Sebring em versões coupé e no ano seguinte um conversível.

Fonte: IG CARROS

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