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Política Nacional

Paraná Pesquisas: Lula lidera com 41,5% dos votos; Bolsonaro tem 35,3%

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Lula segue na liderança na corrida presidencial
Reproduçaõ/ montagem IG – 06/04/2022

Lula segue na liderança na corrida presidencial

Um levantamento feito pelo Instituo Paraná Pesquisas, indica que o  ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida pela Presidência da República, com 41,5% das intenções de voto. A pesquisa foi divulgada nesta quarta-feira (06).

O atual presidente, Jair Bolsonaro (PL) , aparece em segundo lugar com 35,3% dos possíveis votos. O ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) aparece com 5,8%. O tucano João Doria (PSDB) tem 5,8%; e o deputado federal André Janones (NOVO), 1,2%. 

Neste cenário, a pesquisa não considera as pré-candidaturas de Simone Tebet (MDB), José Maria Eymael (DC), Felipe D’Ávila (NOVO) e Vera Lúcia Salgado (PSTU). 

Primeiro turno – Cenário 1

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 41,5% Jair Bolsonaro (PL) – 35,3% Ciro Gomes (PDT) – 5,8% João Doria (PSDB) – 3,1% André Janones (Avante) – 1,2% Brancos/nulos: 8,8% Não sabe/não respondeu: 4,3%

Cenário 2 com João Doria

Lula (PT) – 40% Bolsonaro (PL) – 32,7% Moro (União Brasil) – 7,1% Ciro Gomes (PDT) – 5,4% João Doria (PSDB) – 2,3% André Janones (Avante) – 1,1% Simone Tebet (MDB) – 0,6% Felipe d’Avila (Novo) – 0,1% Brancos e nulos – 6,9% Não sabem/ não responderam – 3,7%

Cenário 3 com Eduardo Leite

Lula (PT) – 40,1% Bolsonaro (PL) – 32,7% Moro (União Brasil) – 7,1% Ciro Gomes (PDT) – 5,4% Eduardo Leite (PSDB) – 2% André Janones (Avante) – 1,1% Simone Tebet (MDB) – 0,5% Felipe d’Avila (Novo) – 0,1% Brancos e nulos – 7,1%

Cenário 4 

Lula (PT) – 40,5% Bolsonaro (PL) – 32,9% Moro (União Brasil) – 7,4% Ciro Gomes (PDT) – 5,5% João Doria (PSDB) – 2,4% Brancos e Nulos – 7,4%

Cenário 5 

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Lula (PT) – 40,6% Bolsonaro (PL) – 32,9% Moro (União Brasil) – 7,3% Ciro Gomes (PDT) – 5,6% Eduardo Leite (PSDB) – 2,1% Brancos e Nulos – 7,4% Não sabem/ não responderam – 4%

Saída de Sergio Moro (União Brasil)

A sondagem do primeiro cenário não estima os votos de Moro por conta da desistência do ex-juiz da corrida pelo Palácio do Planalto. 

No entanto, o Paraná Pesquisas também levantou para quais candidatos os votos de Moro iriam. Segundo a apuração, sem o ex-juiz na corrida presidencial, Bolsonaro tem um crescimento de 4,4%.

Comparado com a última sondagem do instituto em março, Bolsonaro subiu de 30,9%, com Moro, para 35,3% sem o ex-ministro.

Segundo turno 

A pesquisa de segundo turno feita somente com o  ex-presidente Lula e Jair Bolsonaro aponta que o petista ainda lidera as intenções de voto. Na disputa, Lula venceria o atual mandatário por 47,1% a 38,5%. 

Nível de aprovação de Jair Bolsonaro

O Paraná Pesquisas ainda realizou um levantamento sobre a administração do presidente Jair Bolsonaro. 

Segundo a apuração, 41,8% dos entrevistados aprovam e 54,4% desaprovam o atual presidente.

A pesquisa ouviu 869 eleitores em 26 Estados e Distrito Federal, entre os dias 31 de março e 05 de abril de 2022. A margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-08065/2022.

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Política Nacional

PT deve aprovar Alckmin como vice de Lula no próximo dia 14

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Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)
Foto: Ricardo Stuckert – 05.04.2022

Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo (esq.) e Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República (dir.)

A executiva nacional do PT definiu na noite desta quinta-feira o calendário dos trâmites partidários relativos à eleição presidencial deste ano. A aprovação da escolha do ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) para ser o vice do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ocorrer em reunião do diretório nacional no próximo dia 14.

Nesta sexta-feira, o PSB apresentará formalmente, em um encontro com a direção do PT em São Paulo, a indicação do ex-governador.

No dia 30, ocorrerá no Anhembi, em São Paulo, o lançamento da pré-candidatura. Na ocasião, será apresentada a frente de partidos que apoiará o petista, composta pela federação formada por PT, PCdoB e PV, pela federação que reúne PSOL e Rede, em coligação com PSB e o Solidariedade.

Lula quer simbolizar a amplitudade de sua candidatura no ato com as presenças do ex-tucano Alckmin e do líder sem teto Guilherme Boulos (PSOL), que desistiu de disputar o governo de São Paulo e será candidato a deputado federal.

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A executiva do PT também marcou para 4 de junho o encontro partidário. Pela tradição petista, são nos encontros que as chapas são aprovadas. Porém, a corrente majoritária da sigla, a CNB, quer que o diretório nacional já faça uma primeira aprovação da chapa no dia 14.

Correntes minoritárias do PT se opõem à indicação de Alckmin para vice com o argumento de que os seus governos em São Paulo contrariaram bandeiras defendidas historicamente pelo partido, como os direitos humanos e a defesa dos professores. O grupo, porém, não deve ter votos suficientes para barrar a entrada do ex-governador na chapa.

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Política Nacional

Anitta vira alvo de bolsonaristas em ataques nas redes sociais

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Anitta
Reprodução/Instagram

Anitta

Lollapalooza e campanha de incentivo para que jovens tirem o título de eleitor: as manifestações da cantora Anitta nas redes sociais não tem agradado os apoiadores de Jair Bolsonaro.

Na quinta-feira, a deputada distrital Julia Lucy (NOVO) publicou um vídeo sobre a cantora nas redes sociais que causou polêmica. Na gravação, ela disse que a sexualização da mulher brasileira a “envergonha”. Este foi o episódio mais recente que gerou uma série de manifestações por parte dos apoiadores do presidente.

Em parceria com a consultoria BITES, o GLOBO apurou os ataques sofridos pela cantora desde 1° de dezembro do ano passado. Neste período, foram ao menos 458 mil menções que citam Anitta e o presidente. Só na bancada bolsonarista no Congresso, 22 deputados e senadores publicaram posts sobre a cantora.

Na ocasião, influenciadores como a atriz Maria Bopp tuitaram que o sucesso de Anitta seria apenas a primeira “alegria” dos brasileiros em 2022. O título na Copa e a derrota de Jair Bolsonaro nas urnas também apareceram nas listagens dos internautas.

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Além disso, com a proibição das manifestações políticas no Lollapalooza, Anitta veio à público para dizer que pagaria a multa dos artistas que descumprissem a então decisão judicial, que, após polêmica, foi revogada. À época, os bolsonaristas reagiram. No dia 28, o pré-candidato à deputado estadual Jorge Rodrigues se manifestou e sugeriu a prisão da cantora.

No dia 10 de março, teve até uma troca de farpas entre Bolsonaro e Anitta, que também movimentou as redes. Na ocasião, o presidente opinou sobre o programa Big Brother Brasil, da TV Globo, e foi questionado pela cantora: “é presidente ou subcelebridade?”.

Apesar de março ter sido o mês em que a cantora carioca foi mais visada por bolsonaristas, os ataques não são de hoje. A artista já era motivo de piada entre os eleitores de Jair Bolsonaro. Em dezembro, o ex-secretário Nacional de Incentivo e Fomento à Cultura André Porciuncula chegou a dizer que, na próxima entrevista, usaria frases de Anitta. O intuito da fala era dizer que a artista era um exemplo de baixa cultura, além de atacar um outro veículo de comunicação.

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