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Mato Grosso

Orçamento 2019 da AL corresponde a custo de R$ 20,8 milhões por deputado

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O orçamento da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso para este ano contém uma despesa estimada de R$ 500 milhões (R$ 500.039.415,00), segundo consta na Lei Orçamentária Anual (LOA) do estado para o ano de 2019.

Despesa prevista para 2019 na AL corresponderá em 2019 a um custo médio de R$ 20,8 milhões por cada um dos 24 deputados

O projeto original da LOA, elaborado ainda na gestão do ex-governador Pedro Taques (PSDB), ano passado, sofreu ajustes pontuais pela equipe do atual governador Mauro Mendes (DEM), com cortes que somaram R$ 444 milhões. Os cortes implicaram numa redução de R$ 33 milhões no orçamento da AL.

Assim a despesa prevista para 2019 na AL corresponderá a um custo médio de R$ 20,8 milhões por cada um dos deputados que ocupam as 24 vagas do legislativo estadual.

O orçamento da AL, vale salientar, supera em mais de R$ 150 milhões o orçamento de um município com mais de 100 mil habitantes, como Tangará da Serra, cuja despesa estimada para este ano soma R$ 346,9 milhões.

TCE


Além da AL, os números também impressionam no Tribunal de Contas do Estado (TCE), que faz parte do Poder Legislativo Estadual. Com um orçamento para 2019 na ordem de R$ 344 milhões, a corte de contas do estado representará um custo médio de praticamente R$ 26,5 milhões por cada um dos seus 13 conselheiros.

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Barra do Bugres

Família de Barra do Bugres procura jovem que desapareceu em Cuiabá

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O jovem Talisson de 18 anos, está desaparecido a cerca de dois meses depois de sair de casa no Bairro Jardim Ala, em Várzea Grande.

Foto: Reprodução / TVCA

Segundo informações da família, o rapaz teria se mudado de Barra do Bugres para Cuiabá, motivado por oportunidade de trabalho. Talisson é pintor. Durante entrevista ao MTTV desta quarta-feira (21) a mãe do jovem, disse que o filho teria comunicado a namorada sobre sair com um grupo de amigos, e não voltou mais. “Fui a delegacia, fui a hospital e nada. Eu estou desesperada, quero meu filho, quero saber do meu filho vivo ou morto”, declara a mãe.


Um boletim de ocorrência foi registrado e a Polícia Civil investiga o caso. Quem tiver informações sobre o paradeiro de Talisson, deve entrar em contato pelo telefone 197, da PJC.

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Ação Social

Mãe de adolescente que teve 60% do corpo queimado em fogão improvisado pede ajuda para arrumar emprego

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O adolescente, Carlos Eduardo V. da Silva de 15 anos, que teve cerca de 60% do corpo queimado em um acidente doméstico no início do mês de julho, ao tentar acender um fogão improvisado, recebeu alta médica na última terça-feira (14) e se recupera em casa, no Bairro Vila Esmeralda em Tangará da Serra.

O adolescente teria se queimado enquanto tentava ascender a chama do fogareiro. Foto: TVCA

No dia 09 de junho, Carlos Eduardo e o irmão tentavam ascender o fogareiro com álcool, quando houve uma explosão e ele acabou atingido pelas chamas. Sofreu lesões nas pernas, abdômen e no braço direito. Por 40 dias permaneceu internado no Centro de Tratamento de Queimados (CTQ), ala do Pronto-Socorro de Cuiabá. A equipe médica constatou queimaduras de 1º grau, com vermelhidão da pele e de 2º grau em algumas regiões específicas, com formação de bolhas, e o adolescente foi submetido a duas cirurgias de enxerto na perna.

Eduardo passou por duas cirurgias de enxerto de pele na perna.

Apesar de já ter superado a pior parte do tratamento, outra preocupação entristece a família de Eduardo; os gastos com os materiais de cuidados especiais e higiene pessoal  como lenços umedecidos, sabonetes antibactericidas, e ainda, malhas compressivas para queimaduras, que são meias pós cirurgia específicas para tratamento de queimaduras. Os produtos são caros e os pais de Eduardo não conseguem cobrir as despesas. Estão desempregados e a única fonte de renda é o benefício do Bolsa Família de R$200.

Na quitinete de três cômodos, moram cinco pessoas. Durante a recuperação de Eduardo,  muita gente ajudou doando mantimentos e móveis à família. Agora, o que a mãe de Eduardo deseja é conseguir emprego para ela, o filho mais velho, de 18 anos e o marido. “Nós precisamos trabalhar. Eu, meu marido e meu filho temos saúde e força de vontade para trabalhar só precisamos de oportunidade. Qualquer emprego que aparecer será muito importante pra nós. Agradecemos de coração todas as doações, o povo ajudou bastante a nossa família, e agora, nós precisamos com urgência é de trabalhar”, suplica Rosineide Vieira da Silva.


Em vez de doações, família pede emprego para poder arcar com as despesas do tratamento de Eduardo.

Caso alguém possa oferecer oportunidade de trabalho à família, entre em contato pelo Fone: (65)9.93489235, ou diretamente no endereço: Rua 16, nº 511 – W, Bairro Vila Esmeralda, Tangará da Serra.

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